sexta-feira, 1 de abril de 2011

ContextoLivre Sob Censura


Através de Notificação recebida nesta manhã, o ContextoLivre está "sob censura".
Diante do peso da determinação - (a multa diária imposta a este blog, em caso de descumprimento, é de R$ 545,00), - já estão sendo retirados todos os artigos que mencionam um determinado partido político e um ex-parlamentar não reeleito em 2010.
Já estou tomando todas as medidas cabíveis para reverter essa decisão, que atinge um dos valores mais prestigiados pela nossa Constituição, a liberdade de expressão.
Enquanto esta iniquidade for preservada, este blog, em protesto, assinalará o fato em todas as suas postagens.
ContextoLivre

Lula participará de fórum de tecnologia em Washington

O ex-presidente Lula participará, na próxima quarta-feira (7), de um fórum sobre o uso de novas tecnologias na política que será realizado em Washington, informaram nesta quarta seus organizadores.

Lula será um dos convidados especiais do Fórum de Líderes Públicos da América Latina, evento organizado anualmente pela Microsoft desde 1998, informou uma porta-voz.

Este ano, o fórum, que deve reunir dezenas de líderes e analistas da região entre terça e quarta-feira, estará focado na utilização das novas tecnologias pelos líderes no contato com a população.

Em edições passadas, o evento teve a participação dos presidentes Felipe Calderón, do México, Alvaro Uribe, da Colômbia, e do ex-mandatário americano Bill Clinton.

Globo brinda leitores com palavrão


O jornal "O Globo" brindou seus leitores com um palavrão, ao omitir a letra "V" do sobrenome Carvalho, no dia 24 de março de 2011.

É claro que a gente não perde a oportunidade de zoar o jornalão, mas os piores erros não são os de digitação ou ortografia, são outros casos de "reporcagens", deturpação e mentiras que costumam ser publicados.

O jornalão acusou o erro:

O ESQUIZOFRÊNICO

Bolsonaro não é só um abestalhado mau caráter. É principalmente um esquizofrênico, sofre de um transtorno psíquico severo que se caracteriza pelos seguintes sintomas: alterações do pensamento, alucinações visuais, delírios e alterações no contato com a realidade, pobreza de pensamento. Há vários tipos de esquizofrenia, e a que está acometendo esse deputado é a esquizofrenia desorganizada, em que predominam os sintomas afetivos e as alterações do pensamento. As ideias delirantes, embora presentes, não são organizadas. Alguns doentes podem apresentar grande irritabilidade associada a comportamentos agressivos, e é o caso do Bolsonaro. Ele deveria estar internado em hospital psiquiátrico, recebendo o tratamento adequado, pois é uma pessoa que oferece risco para a sociedade devido ao comportamento agressivo. Os antipsicóticos são eficazes no alívio dos sintomas da esquizofrenia em 70% dos casos, e os mais usuais nestes casos são o haloperidol e a clorpromazina, mas a risperidona e a olanzapina também podem ser usadas como primeira escolha em pacientes psicóticos. Não tenho dúvidas de que ele é um doente mental, um esquizofrênico psicótico: persegue grupos de pessoas, é violento, ataca sem motivo. Bolsonaro jamais deveria estar no Congresso Nacional representando o povo, ele é uma ameaça à sociedade.

Jussara Seixas

Agência da ONU pede apuração de denúncias contra Bolsonaro

Entidade postou no Twitter mensagem comentando polêmica com frases de deputado

Do R7 / AE

As declarações do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que nos últimos dias esteve no centro de uma polêmica por comentários ofensivos contra homossexuais e negros, repercutiram de tal forma que geraram a reação de um braço da ONU (Organização das Nações Unidas).

Em sua conta no Twitter, o escritório brasileiro da Unesco, a agência das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, pediu a apuração de denúncias envolvendo as afirmações de Bolsonaro.

- Unesco no Brasil defende apuração de denúncia de homofobia e racismo por parte de parlamentar.

A informação foi parar também no site da ONU no Brasil.

A polêmica com Bolsonaro teve início na última segunda-feira (28), quando foi ao ar o programa CQC, da TV Bandeirantes. Em um dos quadros da atração, Bolsonaro foi questionado pela cantora Preta Gil sobre o que faria se seu filho se apaixonasse por uma mulher negra. O deputado, então, respondeu com um comentário ofensivo.”
Matéria Completa, ::Aqui::

Para lembrar o golpe

Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa

“Não poderia haver manifestação mais representativa para marcar os 47 anos do golpe de 31 de março de 1964 do que a mais recente performance pública do deputado-capitão Jair Bolsonaro (PP-RJ). Ao dar ampla publicidade aos destemperos preconceituosos do parlamentar, a imprensa ajuda os mais jovens, que não viveram o período da ditadura, a entender a mentalidade que os militares tentaram impor à sociedade brasileira durante os vinte anos do regime.

Jair Bolsonaro é um representante típico daquele período, embora, para seu desgosto, não tivesse idade para assumir postos de poder. Nascido em Campinas, em 1955, ele era criança quando ocorreu o golpe, mas teve sua formação militar durante o regime autoritário. Suas referências são, portanto, de ouvir falar e das ordens do dia que recebia no quartel.

Liberdade desprezada

Ele parece não ter aprendido mais nada de1984 para cá, quando o Brasil iniciou seu processo de redemocratização. A oportunidade para mais uma de suas manifestações obscurantistas foi criada pelo programa CQC, transmitido na segunda-feira (28/3) pela Rede Bandeirantes.

Respondendo perguntas gravadas pela cantora Preta Gil, ele deu vazão a seus preconceitos contra homossexuais e negros.

Posteriormente, ameaçado de processo por quebra de decoro, acovardou-se e tentou se justificar, dizendo que se confundiu com uma pergunta, embora ainda mantendo o tom agressivo que o caracteriza.

Ele escolheu um momento emblemático para tentar se explicar: o velório de outra personalidade pública, o ex-vice-presidente José Alencar Gomes da Silva. "Estou me lixando para gays", esbravejou o parlamentar.

No noticiário de quinta-feira (31/3), não há como escapar à comparação entre sua personalidade e a de Alencar, que recebe justificadas homenagens através da imprensa.

O episódio envolvendo Bolsonaro é um desses casos em que a liberdade de imprensa ajuda a entender o que são as demais liberdades. Ao exercer a liberdade de expressão que, como defensor das ditaduras, sempre desprezou, o deputado inspira um debate interessante sobre os limites da tolerância democrática.”
Artigo Completo, ::Aqui::

Mino Carta: como os jornais imploraram pelo golpe militar de 64

O jornalista Mino Carta afirmou em entrevista ao programa Provocações, da TV Cultura, que os donos de veículo de comunicação do país apoiaram o golpe militar de 1964. Em conversa com o apresentador Antônio Abujamra, na atração que foi exibida na noite desta terça-feira (29/3), o criador e diretor de redação da revista CartaCapital afirmou que a mídia imprensa apoiou o golpe militar de 1964.


“A imprensa nativa no fim de 1963 implorando pelo golpe de 64, que é uma das grandes desgraças brasileiras. Acho que a maior desgraça é a escravidão, três séculos de escravidão, mas essa é uma desgraça muito grande. Eles (donos dos veículos de comunicação) queriam que os ‘milicos’ chegassem e assumissem o poder, em nome deles”, disse Mino.

Ao ser questionado por Abujamra que, depois de implantada a ditadura militar no Brasil, a “censura entrou” na imprensa, o diretor da CartaCapital declarou que “todos os jornais queriam o golpe e conseguiram”. Mino ainda comentou que o único veículo impresso que chegou a ser censurado foi O Estado de S. Paulo, mas de forma “branda”.

“O Estadão passou a sofrer censura, mas uma censura muito branda. Uma censura que autorizava o Estadão a publicar versos de Camões (…) ou então, as receitas de bolo no Jornal da Tarde. Os demais jornais não foram censurados”, declarou o fundador da revista CartaCapital. Para Mino, dizer que os jornais brasileiros foram censurados durante o período de ditadura militar “é uma piada, uma mentira — uma mentira grossa”.

Da Redação, com informações do Comunique-se
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Do Blog O TERROR DO NORDESTE.

Charge Online do Bessinha

No Brasil, Dia da Mentira não é 1º de abril, é 31 de março de 1964

Título do Mello, charge do Latuff

quinta-feira, 31 de março de 2011

Charge - Maringoni


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Do Blog TERRA BRASILIS.

Charge Online do Bessinha


NÃO DEU NO "JORNAL NACIONAL" DE ONTEM E NÃO DARÁ NO DE AMANHÃ. É MUITA CORRUPÇÃO !

Exportações do País continuam em alta, mesmo com crises e dólar

Aumento no volume de vendas de produtos básicos e manufaturados e elevação dos preços em dólar mostram força do setor em 2011


O início do ano foi marcado por várias crises globais: revoltas nos países árabes, terremoto no Japão e o agravamento da crise fiscal em alguns países da Europa como Portugal e Irlanda. Mas a despeito desses problemas, o Brasil segue apresentando um bom desempenho no comércio exterior, sem maiores sobressaltos, como mostram os números da balança comercial do País. Mesmo com o dólar desvalorizado em relação ao real, e suas conseqüências para o setor produtivo, o superávit na balança comercial triplicou este ano quando comparado ao mesmo período em 2010.

Os produtos básicos seguem liderando nas vendas ao exterior, com crescimento de 59% no primeiro bimestre. Nesse segmento os destaques foram trigo em grão, minério de cobre, minério de ferro, milho em grão, café em grão, carne de frango, bovina e suína e farelo de soja. Mas também houve avanço significativo nas exportações de semimanufaturados, 31,18%, e de produtos manufaturados, com alta de 20% no mesmo período. Entre os produtos mais exportados nessa categoria estão suco de laranja, óleos combustíveis, polímeros plásticos, partes de motores para veículos, açúcar refinado, autopeças e automóveis. Esses números confirmam que nem só de commodities vive a pauta de exportações do Brasil.




Foto: AE


Linha de produção de veículos em São Bernardo do Campo: exportação de produtos manufaturados cresceu nos primeiros meses de 2011

Em 2011, o saldo positivo na balança comercial é de US$ 2,362 bilhões até a terceira semana de março, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O resultado, referente a 53 dias úteis do ano, reflete exportações de US$ 42,857 bilhões e importações de US$ 40,495 bilhões. Em período equivalente do ano passado, a balança comercial registrava superávit de US$ 743 milhões, 217,9% inferior ao verificado no acumulado deste ano, resultado de US$ 33,720 bilhões em exportações e de US$ 32,977 bilhões em importações.


    Segundo a avaliação de alguns especialistas em comércio internacional, os números da balança comercial mostram o dinamismo da economia brasileira mesmo com o cenário adverso no exterior. Além disso, a pauta de exportações está crescendo não só em produtos básicos, que ainda representam a maior proporção, mas também em produtos semimanufaturados e manufaturados. O aumento em dólar dos preços de vários produtos exportados e o crescimento de quase 10% nos volumes embarcados para o exterior também contribuem para o bom momento vivido pelo País no âmbito do comércio externo.
“Com o dólar fraco houve aumento na importação de máquinas e equipamentos. Muitos empresários já estavam se preparando para um ciclo de crescimento e isso se reflete agora no desempenho das exportações de manufaturados”, diz o professor de economia internacional da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (Eaesp-FGV) Evaldo Alves.
“Além da reposição de máquinas antigas, existe também um investimento para ampliar a produção. Essa renovação de maquinário demonstra ganho de competitividade, com o setor industrial mais preparado para atender às exigências do mercado externo”, acrescenta Alves que prevê crescimento de 34% em março para as exportações, com volume financeiro próximo a US$ 20 bilhões no mês.
Nesta sexta-feira o Mdic apresentará os dados fechados do mês de março e o resultado consolidado da balança comercial no primeiro trimestre do ano.
Para José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), estatisticamente o desempenho tem sido positivo, mas é preciso enfrentar os problemas de infraestrutura que penalizam os exportadores e a elevada carga tributária que afeta a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. “A excessiva liquidez no mundo afeta a cotação do real e encarece a produção no Brasil. Isso beneficia nossos concorrentes diretos como a China e a Índia”, diz. “Esse cenário não tem uma solução rápida, mas se alguns desses problemas fossem atacados o desempenho das exportações poderia ser ainda melhor.”
De acordo com o professor Evaldo Alves, da Eaesp-FGV, esse cenário com moedas fortes como o dólar e o euro desvalorizadas deve perdurar por um bom tempo. Segundo ele, não há como reverter esse quadro no momento por questões que são alheias às vontades do Brasil. “A economia americana, por exemplo, enfrenta grandes dificuldades e não vai retomar o patamar anterior à crise financeira de 2008 tão cedo”, diz Alves.
No fim de 2010 o governo americano injetou US$ 600 bilhões na economia para enfraquecer o dólar e tornar os produtos americanos mais competitivos no mundo. Esta estratégia, na opinião dos especialistas em comércio exterior, deve prevalecer nos próximos meses.

Político derrotado na Bahia corta o pulso com Lula em Coimbra

    Publicado em 31/03/2011

Stanley Burburinho oferece ao amigo navegante a seguinte informação, obtida numa unidade de pronto socorro: um homem alto, de uns 60 anos presumivelmente, bem vestido (mas com o hábito de tirar os sapatos no avião), de voz alta e uma certa arrogância cortou os pulsos de forma severa:

Aleluia do DEM envia carta ao reitor de Coimbra contestando título de Doutor a Lula


“CARTA ABERTA AO PROF.JOÃO GABRIEL SILVA,


MAGNÍFICO REITOR DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA


José Carlos Aleluia, professor universitário, Membro da Comissão Executiva do Democratas e Presidente da Fundação Liberdade e Cidadania


Na condição de professor universitário venho perante Vossa Excelência manifestar a minha perplexidade — e porque não dizê-lo–, indignação, diante da concessão do título de doutor honoris causa, pela instituição que ora Vossa Excelência representa, ao ex-Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.


Tomando como referência o significado que tem, para nós brasileiros, a Universidade de Coimbra, entendo que a iniciativa destoa aberta e completamente de toda a sua tradição. Aprendemos que as personalidades que lideraram o processo da Independência e que assumiram os destinos do novo país –a começar do Patriarca, José Bonifácio– formaram seu espírito na Universidade de Coimbra. Aplaudimos com entusiasmo a concessão daquele título a ilustres representantes da contemporânea cultura brasileira, a exemplo do saudoso Miguel Reale. Em eventuais excursões a Portugal, todo membro da comunidade acadêmica brasileira sente-se no dever de conhecer a instituição que consideramos parte integrante de nossa história.


A concessão do mencionado título contraria frontalmente toda a idéia que nós fizemos da Universidade de Coimbra pelo fato, sobejamente conhecido, de que o ex-Presidente sempre se vangloriou de não haver freqüentado qualquer curso. Insistentemente, perante a nossa juventude, buscou inculcar a noção de que o sucesso pessoal independe de qualquer esforço no sentido de aprimorar o conhecimento. E, sobretudo, por uma administração desastrosa em matéria educacional.


http://www.josecarlosaleluia.com.br/website/?a=11&cod=38212

Navalha

Em 2002, havia 43 universidade.

Hoje são 57 universidades federais.

O governo Lula foi o que mais fez pela educação superior e bateu um recorde do governo Kubitschek, que criou dez universidades federais.

O Farol de Alexandria não pôs no lugar um único tijolo numa única universidade.

Seu Ministro, Paulo Renato, o Rei da Privatização, especializou-se em fortalecer as universidades privadas.

O Di Gênio é fã do Paulo Renato.

Sobre as escolas técnicas.

Com o Nunca Dantes, se investiu mais em educação profissional e básica também: superou o governo Itamar, que construiu 27 unidades de escolas técnicas.

No governo Lula, foram 214 novas unidades, dez vezes mais que o recorde.

Sobre o estrago que o Nunca Dantes fez na bancada da oposição, vale a pena ler O Glob.

Ai se verá que Lula derrotou o indigitado político baiano:

“As eleições deste ano varreram dos corredores do Senado nomes tradicionais da política brasileira. Velhos caciques, líderes de votos em pleitos passados, ficarão sem assento na Casa a partir de 2011. Entre eles estão os tucanos Tasso Jereissati (CE) e Arthur Virgílio (AM), além de Marco Maciel (DEM-PE).

A trajetória política de Maciel se confunde com a história do Congresso. Eleito deputado federal pela primeira vez em 1966, pela Arena, o parlamentar era dos mais longevos na Casa. Afastou-se para ser governador de Pernambuco e vice-presidente da República durante os dois mandatos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Este ano, sem fôlego, e aparentemente com pouca estrutura para a campanha, ficou para trás.

Um dos opositores mais veementes do governo Lula, desde o seu primeiro dia, o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio, obteve seu primeiro mandato em 1978. Só não esteve no Congresso quando foi prefeito de Manaus. No Twitter, um dia antes da eleição que perdeu por pouco – ficou em terceiro, logo atrás de Vanessa Grazziotin – , nutria esperanças: ‘Afirmo: a surpresa será grande. Enfatizo: vigilância precisa ser indormida. Agradeço, comovido, pelo carinho e empenho.’

No Ceará, a derrota de Tasso pôs fim a uma sólida trajetória de quatro campanhas vitoriosas, a primeira em 1986, quando ganhou o governo do Ceará, marcando seu ingresso na política partidária. Apesar de ter mantido a liderança na atual disputa eleitoral, até às vésperas do pleito, o tucano veio registrando declínio ao longo de três meses, até ser ultrapassado pelos ex-ministros Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (CE). Mas foi nas últimas duas semanas, após apelos do presidente Lula em favor dos seus adversários, veiculados no horário eleitoral, que a queda se acentuou, enquanto Eunício e Pimentel registraram crescimentos de dois dígitos cada.

Deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos, José Carlos Aleluia (DEM) não foi capaz de obter uma vaga no Senado este ano. Era vice-líder do DEM e um dos mais ferrenhos combatentes da oposição no plenário, em especial quando envolvia assuntos econômicos e orçamentários.

Figura polêmica, o piauiense Mão Santa também não conseguiu se eleger no Piauí. Também ficou sem um novo mandato o senador Heráclito Fortes (DEM). Com dois mandatos consecutivos (1983/88 e 1995/2003), só não esteve no Parlamento no período em que governou Teresina. “

Ficaram de fora ainda por conta desse rolo compressor o ex-Prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (Dem-RJ), a capixaba Rita Camata (PSDB-ES), a ex-presidenciável Heloísa Helena (PSOL-AL), Efraim Morais (Dem-PB) e Gustavo Fruet (PSDB-PR),( um dos heróis da batalha pelo impeachment de Lula, no mensalão – PHA).



Em tempo: o indigitado político baiano, vítima do profundo corte nos pulsos, recebeu importante apoio do Padim Pade Cerra na campanha.

Em tempo2: o indigitado político pertenceu ao extinto movimento “carlista”.

Como se sabe, a “política de Educassão do Cerra em São Paulo foi um dizastri”. Dele e do seu Ministro, Paulo Renato


Paulo Henrique Amorim

Do Blog CONVERSA AFIADA.