Stanley Burburinho oferece ao amigo navegante a seguinte informação, obtida numa unidade de pronto socorro: um homem alto, de uns 60 anos presumivelmente, bem vestido (mas com o hábito de tirar os sapatos no avião), de voz alta e uma certa arrogância cortou os pulsos de forma severa:

Em 2002, havia 43 universidade.
Hoje são 57 universidades federais.
O governo Lula foi o que mais fez pela educação superior e bateu um recorde do governo Kubitschek, que criou dez universidades federais.
O Farol de Alexandria não pôs no lugar um único tijolo numa única universidade.
Seu Ministro, Paulo Renato, o Rei da Privatização, especializou-se em fortalecer as universidades privadas.
O Di Gênio é fã do Paulo Renato.
Sobre as escolas técnicas.
Com o Nunca Dantes, se investiu mais em educação profissional e básica também: superou o governo Itamar, que construiu 27 unidades de escolas técnicas.
No governo Lula, foram 214 novas unidades, dez vezes mais que o recorde.
Sobre o estrago que o Nunca Dantes fez na bancada da oposição, vale a pena ler O Glob.
Ai se verá que Lula derrotou o indigitado político baiano:
“As eleições deste ano varreram dos corredores do Senado nomes tradicionais da política brasileira. Velhos caciques, líderes de votos em pleitos passados, ficarão sem assento na Casa a partir de 2011. Entre eles estão os tucanos Tasso Jereissati (CE) e Arthur Virgílio (AM), além de Marco Maciel (DEM-PE).
A trajetória política de Maciel se confunde com a história do Congresso. Eleito deputado federal pela primeira vez em 1966, pela Arena, o parlamentar era dos mais longevos na Casa. Afastou-se para ser governador de Pernambuco e vice-presidente da República durante os dois mandatos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Este ano, sem fôlego, e aparentemente com pouca estrutura para a campanha, ficou para trás.
Um dos opositores mais veementes do governo Lula, desde o seu primeiro dia, o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio, obteve seu primeiro mandato em 1978. Só não esteve no Congresso quando foi prefeito de Manaus. No Twitter, um dia antes da eleição que perdeu por pouco – ficou em terceiro, logo atrás de Vanessa Grazziotin – , nutria esperanças: ‘Afirmo: a surpresa será grande. Enfatizo: vigilância precisa ser indormida. Agradeço, comovido, pelo carinho e empenho.’
No Ceará, a derrota de Tasso pôs fim a uma sólida trajetória de quatro campanhas vitoriosas, a primeira em 1986, quando ganhou o governo do Ceará, marcando seu ingresso na política partidária. Apesar de ter mantido a liderança na atual disputa eleitoral, até às vésperas do pleito, o tucano veio registrando declínio ao longo de três meses, até ser ultrapassado pelos ex-ministros Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (CE). Mas foi nas últimas duas semanas, após apelos do presidente Lula em favor dos seus adversários, veiculados no horário eleitoral, que a queda se acentuou, enquanto Eunício e Pimentel registraram crescimentos de dois dígitos cada.
Deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos, José Carlos Aleluia (DEM) não foi capaz de obter uma vaga no Senado este ano. Era vice-líder do DEM e um dos mais ferrenhos combatentes da oposição no plenário, em especial quando envolvia assuntos econômicos e orçamentários.
Figura polêmica, o piauiense Mão Santa também não conseguiu se eleger no Piauí. Também ficou sem um novo mandato o senador Heráclito Fortes (DEM). Com dois mandatos consecutivos (1983/88 e 1995/2003), só não esteve no Parlamento no período em que governou Teresina. “
Ficaram de fora ainda por conta desse rolo compressor o ex-Prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (Dem-RJ), a capixaba Rita Camata (PSDB-ES), a ex-presidenciável Heloísa Helena (PSOL-AL), Efraim Morais (Dem-PB) e Gustavo Fruet (PSDB-PR),( um dos heróis da batalha pelo impeachment de Lula, no mensalão – PHA).
o indigitado político baiano, vítima do profundo corte nos pulsos, recebeu importante apoio do Padim Pade Cerra na campanha.
o indigitado político pertenceu ao extinto movimento “carlista”.
. Dele e do seu Ministro, Paulo Renato