terça-feira, 1 de novembro de 2011

Record critica Globo por "esconder" o Pan


adNEWS
“Terminados os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, chegou a hora de fazer um balanço sobre o evento e, claro, sobre como ele foi apresentado aos brasileiros. O UOL conversou com Hororilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de programação da Record, que, entre uma e outra resposta, criticou duramente a Globo pela maneira como tratou o Pan.

A emissora de Edir Macedo teve os direitos de transmissão com exclusividade e dedicou 138 horas ao Pan mexicano, das quais 95 foram ao vivo. Isso, segundo Gonçalves - que assim como Macedo é bispo da Universal -, representa um salto de quase 40% em relação à cobertura feita pela Globo no Pan do Rio.

Como a líder de audiência só exibiu 29 minutos da edição anterior à brasileira, ocorrida em Santo Domingo, na República Dominicana, o VP disse que a Record transmitiu quase 280 vezes a mais que a concorrente, se comparados os eventos de 2003 e 2011.”
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SP: professores da USP apoiam alunos que confrontaram PM




Portal Terra
“A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo, integrada por representantes de professores, alunos e funcionários, desaprovou a ação da Polícia Militar no confronto com estudantes na noite da última quinta-feira. Para eles, a intervenção da PM "extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio" com a reitoria da USP.
O pronunciamento foi publicado no site da faculdade após uma sessão extraordinária feita na segunda-feira, que discutiu a detenção de três alunos por suposto porte de maconha, o confronto com a PM e a posterior invasão do prédio de administração da FFLCH como forma de protesto. "As reações de alunos, embora previsíveis, não teriam tido o desdobramento que tiveram caso houvesse prevalecido o bom entendimento entre as partes envolvidas, sem apelo à violência", defendeu a entidade. Eles criticaram também o convênio da PM com a USP, dizendo que os termos são "vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada".
A Congregação lembrou que "a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitivas, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar". Além disso, a entidade se propôs a fazer reuniões com a administração da universidade para reavaliar o convênio firmado com a PM, a discutir uma política interna de prevenção de drogas com a comunidade acadêmica, e a fazer estudos para revisar regulamentos que disciplinam processos administrativos movidos contra estudantes.”
Foto: Hermano Freitas /Terra
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Seminário debaterá democratização da mídia

Mídia, democracia, regulação, liberdade de imprensa e de expressão: estes serão os temas centrais do seminário, promovido pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS), Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores de Comunicação (Altercom) e Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, no dia 3 de novembro, em Porto Alegre. O evento reunirá nomes como Franklin Martins, Paulo Henrique Amorim, Luiza Erundina e Venício Lima.

Mídia, democracia, regulação, liberdade de imprensa e de expressão: estes serão os temas centrais do seminário promovido pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS), Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores de Comunicação (Altercom) e Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, no dia 3 de novembro, em Porto Alegre. O evento será na Escola Superior da Magistratura (rua Celeste Gobbato, nº 229, bairro Praia de Belas). A programação do encontro é a seguinte:

8h30min – credenciamento

9h às 12h – Abertura e 1º Painel

Democracia e Liberdade de imprensa

Presidente de mesa: Leoberto Narciso Brancher – Conselheiro de Comunicação da AJURIS

Participantes:

Claudio Baldino Maciel – Desembargador TJRS

Paulo Henrique Amorim – Jornalista do site Conversa Afiada

Pascual Serrano – Jornalista espanhol

Breno Altmann – Jornalista e Diretor da Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores de Comunicação (Altercom)

Juremir Machado – Jornalista do Correio do Povo e Rádio Guaíba e professor da PUCRS


15h às 18h – 2º Painel e Encerramento

Regulação e Liberdade de expressão

Presidente de Mesa: Ronaldo Adi Barão Castro da Silva – Assessor da Presidência da Ajuris

Participantes:

Eugênio Facchini Neto – Desembargador do TJRS e professor da Escola Superior da Magistratura e da PUCRS

Franklin Martins – Jornalista e Ex-ministro da Comunicação Social do Governo Lula

Venício Lima – Jornalista, Sociólogo e Professor da UNB

Luiza Erundina – Deputada Federal PSB

Elton Primaz – Jornalista, chefe de Redação do jornal O Sul

Bia Barbosa – Jornalista e integrante do Conselho Diretor do Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social


As inscrições, QUE SÃO LIMITADAS, podem ser feitas neste endereço.

Do Site Carta Maior.

Após condenação, arcebispo de Porto Alegre acusa Judiciário de corrupção

Mino Carta: 'Lula vai ganhar mais uma batalha'

Da Carta Capital - 31/10/2011

Em seu discurso de abertura na 14ª edição do prêmio “As Empresas Mais Admiradas no Brasil”, promovida por CartaCapital, o diretor de redação da revista, o jornalista Mino Carta, fez uma homenagem ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deu início nesta segunda-feira 31 ao tratamento de um câncer recém-descoberto na laringe.
A presidenta Dilma Rousseff assiste à cerimônia As Empresas Mais Admiradas no Brasil ao lado de Mino Carta. Foto: PR
Mino, que há um ano dividiu o mesmo palco com o então presidente, de quem é amigo há 34 anos, disse lamentar a ausência de Lula no evento. Mas previu: “Tenho a convicção absoluta de que ele será vitorioso pela enésima vez. Ele vai ganhar mais uma batalha”.
O diretor de redação lembrou de um caso relacionado ao ex-presidente para anunciar o novo parceiro da revista, o empresário Eduardo da Rocha Azevedo, que adquiriu 30% da revista e se tornou sócio da publicação ao lado de Mino Carta e do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, consultor editorial de CartaCapital.
Há exatos 32 anos, contou o jornalista, o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, Luiz Inácio Lula da Silva, lamentava a ele uma “pane fatal” que não mais imprimia as páginas de João Ferrador, o jornal da entidade. “Ele estava acabrunhado com isso”, lembrou Mino, que sugeriu uma solução para o problema.
À época, Mino acionou o amigo Rocha de Azevedo, então vice-presidente da Bolsa de Valores de São Paulo, dizendo: “Precisamos arranjar uma grana para comprar um mimeógrafo (espécie de impressora) para o Sindicato dos Metalúrgicos. Vai ser uma obra realmente importante. É uma aposta, porque ouviremos falar realmente desse senhor Lula”.
Segundo o jornalista, logo em seguida um mimeógrafo “moderníssimo, o mais moderno da época”, aportou na sede do sindicato para imprimir o João Ferrador, que em suas páginas pregaria uma greve geral que ocorreria dali a poucos meses – e que, de fato, lançou Lula à vida pública.
“Este meu amigo acaba de adquirir 30% das ações de CartaCapital. Ou melhor, da empresa que a produz, e que se chama Editora Confiança”, anunciou. “É mais uma aposta que ele fez, 32 anos depois”.
Mino afirmou também, antes da premiação, que um amigo empresário comentou que há um ano ele parecia “muito bravo” em razão da temperatura das eleições presidenciais. “Não estava bravo”, justificou o jornalista. “Estava indignado, para usar uma palavra que está na moda, com o que a imprensa e a mídia em geral dizia a respeito da candidata de Lula à Presidência da República”.
A presidenta Dilma Rousseff discursa no evento As Empresas Mais Admiradas do Brasil 2011, promovido por CartaCapital. Foto: Fernanda Amaral
“Aquilo se distanciava brutalmente daquilo que eu respeito, sobretudo na prática do jornalismo e na vida de todos os dias, ou seja, da verdade factual, aquela que não se contesta, da qual não se duvida.”
Mino lembrou que Dilma Rousseff já esteve no evento de premiação das melhores empresas do País em outras duas ocasiões, como ministra do governo Lula. A presença da hoje presidenta, disse Mino Carta, “nos honra demais”. “Nós apoiamos a candidatura dela desde o começo da campanha eleitoral do ano passado. Escrevi em 2005 que Dilma Rousseff reunia qualidades para ser a sucessora perfeita de um grande presidente, que representou um divisor de águas na história do Brasil”.
Em dez meses de governo, afirmou o diretor de CartaCapital, Dilma “provou de sobejo que realmente correspondia aos nossos anseios e esperanças”.
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Guia de boas maneiras na política. E no jornalismo

DEBATE ABERTO

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso.

A cultura de tentar ganhar no grito tem prevalecido sobre a boa educação e o senso de humanidade na política brasileira. E o alvo preferencial do “vale-tudo” é, em disparada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por algo mais do que uma mera coincidência, nunca antes na história desse país um senador havia ameaçado bater no presidente da República, na tribuna do Legislativo. Nunca se tratou tão desrespeitosamente um chefe de governo. Nunca questionou-se tanto o merecimento de um presidente – e Lula, além de eleito duas vezes pelo voto direto e secreto, foi o único a terminar o mandato com popularidade maior do que quando o iniciou.

A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso. A campanha que se espalhou nas redes sociais pelos adversários políticos de Lula, para que ele se trate no Sistema Único de Saúde (SUS), é de um mau gosto atroz. A jornalista que o culpou, no ar, pelo câncer que o vitimou, atribuindo a doença a uma “vida desregrada”, perdeu uma grande chance de ficar calada.

Até na política as regras de boas maneiras devem prevalecer. Numa democracia, o opositor é chamado de adversário, não de inimigo (para quem não tem idade para se lembrar, na nossa ditadura militar os opositores eram “inimigos da pátria”). Essa forma de qualificar quem não pensa como você traz, implicitamente, a ideia de que a divergência e o embate político devem se limitar ao campo das ideias. Esta é a regra número um de etiqueta na política.

A segunda regra é o respeito. Uma autoridade, principalmente se se tornou autoridade pelo voto, não é simplesmente uma pessoa física. Ela é representante da maioria dos eleitores de um país, e se deve respeito à maioria. Simples assim. Lula, mesmo sem mandato, também o merece. Desrespeitar um líder tão popular é zombar do discernimento dos cidadãos que o apoiam e o seguem. Discordar pode, sempre.

A terceira regra de boas maneiras é tratar um homem público como homem público. Ele não é seu amigo nem o cara com quem se bate boca na mesa de um bar. Essa regra vale em dobro para os jornalistas: as fontes não são amigas, nem inimigas. São pessoas que estão cumprindo a sua parte num processo histórico e devem ser julgadas como tal. Não se pode fazer a cobertura política, ou uma análise política, como se fosse por uma questão pessoal. Jornalismo não deve ser uma questão pessoal. Jornalistas têm inclusive o compromisso com o relato da história para as gerações futuras. Quando se faz jornalismo com o fígado, o relato da história fica prejudicado.

A quarta regra é a civilidade. As pessoas educadas não costumam atacar sequer um inimigo numa situação tão delicada de saúde. Isso depõe contra quem ataca. E é uma péssima lição para a sociedade. Sentimentos de humanidade e solidariedade devem ser a argamassa da construção de uma sólida democracia. Os formadores de opinião tem a obrigação de disseminar esses valores.

A quinta regra é não se deixar contaminar por sentimentos menores que estão entranhados na sociedade, como o preconceito. O julgamento sobre Lula, tanto de seus opositores políticos como da imprensa tradicional, sempre foi eivado de preconceito. É inconcebível para esses setores que um operário, sem curso universitário e criado na miséria, tenha ascendido a uma posição até então apenas ocupada pelas elites. A reação de alguns jornalistas brasileiros que cobriram, no dia 27 de setembro, a solenidade em que Lula recebeu o título “honoris causa” pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, é uma prova tão evidente disso que se torna desnecessário outro exemplo.

No caso do jornalismo, existe uma sexta regra, que é a elegância. Faltou elegância para alguns dos meus colegas.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo.

Do Site Carta Maior.

Charge Online do Bessinha

Dilma: “Lula olha é para a vida”

Reproduzo aí em cima a rápida entrevista da Presidente Dilma Rousseff depois da visita que fez, agora à noitinha, ao ex-presidente Lula, no Hospital Sírio-Libanês. E, pelo que ela narra, não se poupou de falar da política, conversando sobre a reunião do G-20, em Cannes, França, para qual a presidenta viaja ainda hoje.
Dilma disse que Lula está falando baixo, mas quando é preciso, levanta a voz, como para reclamar da “onda” que viu ser feita por três contratos do “Minha Casa, Minha Vida” em meio, segundo Dilma, a um milhão deles.
A Dilma diz ter encontrado um Lula “pra cima” e já começou a entrevista dizendo que ele deve estar no desfile da Gaviões da Fiel, em São Paulo.
Não precisa tanto, Lula. nem mesmo gasta a voz. De vez em quando, mande um bilhetinho sobre os fatos.
Meia-palavra já basta, Lula, o povo brasileiro é bom entendedor.

Também do Blog TIJOLAÇO.COM

Riscos do Enem vêm das escolas privadas

A educadora Paula Bouzan, doutora em Políticas Educacionais pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e pesquisadora da Fundação Lemann, deu nesta segunda-feira uma entrevista à CBN, nesta segunda-feira, que foi extremamente didática e séria sobre os problemas que ocorreram com o Enem.
Paula aponta o interesse das escolas privadas em usarem seu ranqueamento no Enem como elemento de marketing como um dos principais problemas de segurança do exame.
Ela explica a grandeza do exame, o maior realizado simultaneamente em todo o mundo, sua seriedade metodológica e as vantagens que tem, sobretudo para os estudantes de mais baixa renda, sobre o vestibular.
Confesso que só depois de sua entrevista fui entender, com mais exatidão, o que está em jogo nesta prova.
Recomendo a todas as pessoas preocupadas com a educação que a escutem.
E que cobrem dos jornais que dêem atenção ao fato de que uma instituição que, dez dias antes do Enem distribuiu a seus alunos questões idênticas às de um pré-teste aplicado no ano passado, com compromisso de confidencialidade, como fez o Colégio Christus, de Fortaleza…

Do Blog TIJOLAÇO.COM

Como tratar o lixeiro Solonei da Silva, do alto de sua vassoura ?


Solonei "coleta o lixo" do PiG
Este ansioso blogueiro teve o prazer de entrevistar o grande maratonista brasileiro Solonei da Silva pouco antes de conquistar a medalha de ouro no Pan:

Maratonista brasileiro tem última chance para levar o ouro

O apresentador Boris Casoy foi um dos que honrou este ansioso com um processo judicial – clique aqui para  ler sobre “Agora são 40 processos, com m ais dois do Daniel Dantas e um do Paulo Preto – é a gloria !” (Ali, o amigo navegante encontrará uma gloriosa “Galeria de Honra Daniel Dantas”).

Para evitar um (e desde já vitorioso) 41º, o ansioso blogueiro cede aqui a palavra ao Fernando Brito, para não dizerem que o ansioso blogueiro tem ideias fixas.

Leia no Tijolaço:

Não é lixo, não, é ouro humano

Hoje, um ex-catador de lixo, Solonei Rocha da Silva, ganhou a última das 48 medalhas de ouro no Pan de Guadalajara. Humildemente, disse que a vitória era de todos os catadores, trabalho que ele tinha orgulho de ter tido e do qual jamais se esqueceria.


Também hoje, no Zero Hora – infelizmente não achei o texto na internet – o jornalista Moisés Mendes compara, num artigo em Zero Hora, a atitude de um grupo de garis, ao verem três colegas serem atropelados (dois deles morreram) por uma pick-up Hilux, dirigida por um gerente de banco que voltava de uma “balada”, enquanto capinavam um canteiro da Marginal Pinheiros, em São Paulo, com a atitude do grupo que capturou, espancou e executou Muammar Khadaffi.


Os garis de São Paulo, não lincharam nem espancaram o homem que acabara de matar seus colegas. É verdade que houve chutes na porta do carro – ele tinha tentado fugir – e uns safanões, prontamente reprimido por um dos próprios garis, que afastou os colegas mais exaltados.


Os  episódios me fizeram lembrar das ofensas – certo que seguidas de um formal e rápido pedido de desculpas – dirigidas por Boris Casoy a dois garis que “do alto de suas vassouras”, como disse ele, se atreviam a desejar feliz ano novo aos telespectadores.


Como é bom ver que, apesar do bombardeio de violência e da deseducação que nossa elite brutaliza o nosso povo, sobrevivem nele valores humanos mais civilizados do que em muitos daqueles que se proclamam “modernos” e “civilizados”.


Mas esse sentimento resiste tanto, com tal força, que aqueles dois humildes garis, “do alto de suas vassouras”, Solonei  Silva, do alto do pódio, e aqueles outros da Marginal Tietê, dão lições a muita gente. Ou deviam dar.

Do Blog CONVERSA AFIADA.

“Ele está maravilhoso de humor”, diz Dilma Rousseff ao visitar Lula

31/10/2011 - A presidenta Dilma Rousseff visitou no início da noite desta segunda-feira (31) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que irá passar a noite no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde começa o tratamento de quimioterapia para combater um câncer na laringe.

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Ao lado de Guido Mantega, Dilma Rousseff visita Lula em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.

A visita durou cerca de uma hora, e ambos conversaram sobre a reunião do G20, da qual Dilma irá participar nesta semana na França. A presidenta estava acompanhada do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
“Ele estava interessado em discutir como está o desempenho dos países da Zona do Euro, como a crise está ocorrendo, como é a forma de superação. [Ele estava] muito empenhado em uma questão, muito importante, que é o fato de que não há registro na história de soluções para uma crise sem que concomitantemente se tenha crescimento”, afirmou a presidenta ao sair do hospital.
“Ele está maravilhoso de humor. Está com aquela alegria dele”, disse Dilma.  “O presidente é uma pessoa que olha para fora, ele não fica triste olhando para dentro. Ele olha para o mundo, olha para a vida, e é para isso que ele dá importância”.

Fonte: Instituto Cidadania

Brasil supera Alemanha e é o terceiro país com mais internautas

Estudo do Ibope Nielsen Online mostra alta histórica no número de brasileiros que moram em casas com PC conectado a web

Claudia Tozetto, iG São Paulo

Um novo estudo do Ibope Nielsen Online, com base em dados de setembro de 2011, mostra que o Brasil já reúne 46,3 milhões de usuários ativos de internet, 14% a mais do que no mesmo período do ano passado. De acordo com o Ibope, o total de brasileiros que acessam a internet a partir de qualquer local, entre eles a casa, trabalho, lan house, entre outros, atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011.

Com o resultado, o Brasil superou a Alemanha e se tornou o terceiro país com maior número de internautas. O País está atrás apenas dos Estados Unidos, em primeiro lugar com 203,4 milhões de usuários de internet, e do Japão, com 62,3 milhões de pessoas conectadas. Apesar disso, a taxa de crescimento brasileira é maior que a de todos os nove países analisados pelo Ibope (8,3%) - além de ser o único país latino-americano presente na lista.

As conexões em residências brasileiras foram as que apresentaram maior crescimento no período analisado pelo Ibope. No último ano, o número de casas que possui algum tipo de conexão com a internet passou de 31,8 milhões para 37,8 milhões. Nos últimos dois anos, o crescimento registrado foi de 37%.

O número de brasileiros que moram em casas com computador conectado a internet, segundo o estudo, aumentou para 58 milhões em setembro de 2011, 10 milhões a mais que no ano passado. Segundo o Ibope, este aumento representa o maior crescimento anual dos últimos 10 anos.

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Confiança de consumidores brasileiros é a que mais cresce entre 56 países

Confiança de consumidores brasileiros é a que mais cresce, diz pesquisa 
Agência Brasil
Da BBC Brasil

A confiança do consumidor brasileiro foi a que mais cresceu no último trimestre entre 56 países pesquisados pela empresa global de análises Nielsen.

Segundo o estudo, a confiança dos consumidores brasileiros subiu 16 pontos entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano, de 96 para 112 pontos (um índice acima de cem indica otimismo).

A confiança dos brasileiros fica atrás somente da de indianos (121 pontos), sauditas (120) e indonésios (114) e está no mesmo nível que a dos filipinos (112).

O levantamento, porém, indicou uma piora na confiança global com a economia, com uma queda de um ponto no índice global, que ficou em 88 pontos.

A França, com um índice de 56 pontos, foi o país que registrou a maior queda na confiança entre os segundo e o terceiro trimestre, com perda de 13 pontos.

Hungria (37 pontos), Portugal (40), Romênia (49), Coreia do Sul (49), Croácia (49) e Grécia (51) são os países com menor índice de confiança, segundo a pesquisa.

O aumento da confiança do consumidor brasileiro ajudou também a impulsionar o índice de confiança nos países da América Latina, que subiu de 91 pontos, no segundo trimestre, para 97.

Apesar disso, o índice de confiança entre os consumidores latino-americanos ainda está dois pontos abaixo do registrado no último trimestre do ano passado.

A pesquisa da Nielsen indicou ainda que 47% dos consumidores latino-americanos consideram que suas perspectivas de emprego para os próximos 12 meses são boas ou excelentes.

Entre os brasileiros, a proporção dos que consideram as perspectivas de trabalho boas ou excelentes aumentou de 61% para 70% entre o segundo e o terceiro trimestre.

O otimismo dos brasileiros com o mercado de trabalho fica atrás somente do otimismo dos indianos e dos tailandeses.

A pesquisa também indicou um aumento de 65% para 78% na proporção de brasileiros que consideram boas ou excelentes as perspectivas para suas finanças pessoais no próximo ano.
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