terça-feira, 29 de novembro de 2011

Editora Globo demite 30%. O PiG (*) desaba



Saiu no Meio e Mensagem, por sugestão de amigo navegante:

Editora Globo reduz o quadro em 30%

As demissões no braço de revistas das Organizações Globo devem chegar a 300 pessoas até o final deste ano, do total de 1 mil funcionários

28 de Novembro de 2011 •

A informação, não confirmada, de que a Editora Globo prepara um corte de 150 a 300 vagas, poderá elevar o número de profissionais demitidos de vários veículos a mais de 450 desde junho deste ano. Segundo apuração do Meio & Mensagem, 200 cortes na Editora Globo acontecem durante estes próximos dias e mais 100 vagas serão fechadas até o final deste ano. O braço de revistas das Organizações Globo prepara o desligamento de pessoal de publicidade, operacional e administrativo em títulos como Época, Época Negócios, Monet e edições do iPad. Em entrevista ao especial Revistas, do Meio & Mensagem, no início deste ano, o diretor geral da Editora Globo, Frederic Kachar, afirmou que, apenas no lançamento da revista GQ, da parceria formada pela Editora Globo e Condé Nast, seriam investidos R$ 12 milhões. Novos títulos devem ser lançados em 2012 pelas Edições Globo Condé Nast.

Outra informação não confirmada e relatada como “estudos de reconfiguração que acontecem nesta época do ano” aponta que a redação do jornal O Estado de S.Paulo pode reduzir o quadro em até 40 jornalistas, com cortes nos cadernos Agrícola, Feminino e TV.

De junho para cá, vários veículos têm feito cortes nas equipes que tanto atingem as áreas editoriais quanto as unidades administrativas e operacionais. O primeiro grande corte de vagas do ano aconteceu em junho, quando o iG demitiu cerca de 30 jornalistas. Em agosto, foi a vez da MTV, com 43 demissões. O motivo apontado foi uma reestruturação feita pelo Grupo Abril, que controla a emissora.

Neste mês de novembro, a Folha de S.Paulo descontinuou o caderno Folhateen (que se transformou em página interna) e demitiu 40 profissionais, alguns com mais de duas décadas de casa.

Projeto Inter-Meios

Segundo o Projeto Inter-Meios, feito em parceria entre o Meio & Mensagem e a PriceWaterhouseCoopers, do faturamento publicitário total de R$ 17,6 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, os jornais participaram com 12,3% (crescimento de 2,03%) e as revistas vieram em seguida, com 6,94% (alta de 5,22%).

Uma fonte que acompanha a mídia intimamente faz uma análise precisa e diz que as demissões em massa são cíclicas. Há dez anos, a Editora Globo promoveu uma demissão em massa, na qual foram cortadas entre 70 e 80 pessoas. Naquela época, o motivo alegado foi a explosão da bolha de internet (quando as empresas pontocom entraram em derrocada). E, como agora, afetou outras empresas que também demitiram como o próprio jornal O Estado de S.Paulo, a Editora Abril e a Rede Globo.

Navalha
Quem manda anunciar a crise? Dizer que o Brasil vai afundar? Que a Grécia é aqui? Que a Dilma não sabe tocar a Economia? Que certa é a Urubóloga? Dá nisso. Os anunciantes morrem de medo e saem a correr.
O Conversa Afiada aguarda notícias da Folha (**), do Estadão, da Veja …
Como diria o Galvão, depois que a Holanda empatou: a coisa já esteve melhor para a seleção brasileira.
Paulo Henrique Amorim


Do Blog CONVERSA AFIADA.

João Faustino, o amigo de Serra, é um homem de sorte


João Faustino, suplente de senador de Agripino Maia, membro da executiva nacional do PSDB, secretário de Assuntos Federativos da Presidência da República no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e subchefe da Casa Civil do então governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pode ter tido sua prisão decretada de forma injusta. É possível. Claro que é possível. Mas também pode ser que ele seja culpado.
Ele foi preso na Operação Sinal Fechado, realizada pelo Ministério Público com apoio da Polícia Militar no Rio Grande do Norte. Ele é mais 13 pessoas.
A acusação contra eles é de que fariam parte de um mega-esquema de fraudes envolvendo o Detran e as tais inspeções veiculares. É um esquema filhote do que está sendo investigado na prefeitura de São Paulo (SP) e que envolve o prefeito Kassab.
João Faustino, aliás, mesmo sendo potiguar conhece bem São Paulo. Como já disse acima, quando Serra ocupava o Palácio dos Bandeirantes, Faustino despachava diretamente com ele. Foi subchefe da Casa Civil por dois anos e meio. O titular da pasta era Aloysio Nunes Ferreira, hoje senador tucano.
Consta que quando Serra saiu candidato, teria sido guindado a responsável pela arrecadação de fundos em outros estados, já que em São Paulo o responsável pela tarefa era um certo Paulo Vieira de Souza, mais conhecido como Paulo Preto.
Também foi investigado pela Polícia Federal por suspeitas de desvios de recursos no Rodoanel.
Mesmo com todos esses ingredientes esse caso não ganhou as manchetes dos portais, dos jornais televisivos e também não vai virar capa daquela tal revista semanal. Nem dos ditos jornalões.
Isso não interessa. Como também não interessam a história do Caso Controlar, nem a das emendas do governo paulista ou a denúncia de esquema na licitação da linha 5 do Metrô.
O João Faustino não é da base do governo Dilma, não é amigo do Lula, não é petista, comunista ou de esquerda.
João Faustino é tucano, suplente de senador do DEM, amigo de Serra, Aloysio Nunes e FHC.
E ainda deve ter muitos amigos empresários. Os tais corruptores que nunca aparecem em denúncia nenhuma.
Convenhamos, João Faustino tem salvaguardas.
É o que podemos chamar de um homem de sorte. Se seu partido fosse outro, o Brasil inteiro já saberia detalhes de sua vida. E seu rosto seria o novo símbolo da corrupção nacional.
E, convenhamos, João Faustino pode ser inocente.
Talvez por isso a mídia comercial esteja tratando o caso com tanto cuidado…

Tempestade em Copo D'água?

Depois de tanto pitaqueiro dando argumentos absurdos, segue um vídeo sensato e abaixo umas reflexões que publiquei a tarde no Facebook:



Tudo é forma de perguntar...

Se fizer pesquisas com as seguintes questões:

- "Você prefere pagar 50% a mais pela energia que consome porque estrangeiros querem impedir a construção de uma usina hidrelétrica?"
...
- "Você quer encher o litoral brasileiro de geradores de energia eólica, inclusive pontos turísticos, porque querem impedir a construção de uma usina hidrelétrica que ainda assim gera mais energia que todos esses milhares de geradores?"

- "O que você acha de milhares de empregos a menos e perpetuação da miséria em nosso país porque querem impedir o seu desenvolvimento pra gerar a renda per capita suficiente pra resolver os problemas mais básicos sem afetar o consumo exatamente das pessoas que lutam contra o Brasil?"

- "Você é a favor que estrangeiros queiram impor que para você ter energia elétrica em sua casa, tenha que entupi-la de geradores de energia solar, com dispositivos que possuem conteúdo cancerígeno?"

- "Você sabendo que em Belo Monte, das regiões com desapropriação, nenhuma delas é pertencente a povos indígenas, ainda assim você é contra a usina?"

- "Você sabendo que o PIB anual gerado pela usina é superior ao seu custo de construção, e que com isso permitirá a criação de milhares de empregos em todo o Brasil, você vai ser a favor do desemprego sendo contra a usina?"

- "Praticamente todos os especialistas brasileiros apontam que a energia hidrelétrica é renovável e ambientalmente correta, apenas meia dúzia de estrangeiros e alguns pitaqueiros que não, de que lado você está?"

Quem ficaria contra Belo Monte em qualquer uma dessas perguntas?
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Do Blog Opiniões - Sergio Telles.

Astros da Globo sobre Belo Monte: ingênuos, desinformados ou mentirosos?

Juliana Paes e seus "maiores argumentos" na discussão sobre Belo Monte: o pingo d'água...
A verdade sobre Belo Monte e sobre a gente
A verdade surge do entrevero, como dizia a minha pampeana avó Jovita. A minha avó Jovita podia ser um tanto assustadora, mas era sábia, agora eu sei.

E, na semana passada, eu tirei sarro dos bonitinhos da Globo dizendo aquelas coisinhas de teleprompter no vídeo contra Belo Monte. Tirei sarro do que eles diziam e do jeito que diziam, porque já que gosto de gente falando o que sabe, detesto gente dando texto. Pronto, caiu o mundo.

Uma das críticas foi a de que eu teria sido deselegante para com os globais. Pois eu discordo, embora um neto da minha avó Jovita pouco se importe com as aparências. Eu poderia ter sido menos elegante e ter falado que eles mentem. No vídeo eles dizem barbaridades, como a afirmação de que o lago vai alagar o Parque do Xingu (que fica no Mato Grosso, a 1300 km dali), que o lago formado vai alagar 640 km2 de floresta (são 516 km 2, e mais de 2/3 da área já são o curso do rio ou desmatados), que tribos indígenas vão ser desalojadas (não é verdade) e que o dinheiro que financia a obra vem dos nossos impostos, o que de novo é mentira, porque o dinheiro do BNDES não vem de impostos, como sabe qualquer um que queira saber e não falar besteira em público.

Ou os atores foram ingênuos ou mentirosos, e eu até fico com a primeira hipótese, que combina mais com o psiqué du rôle deles. Mas alguém construiu uma mensagem mentirosa para tungar milhares de assinaturas de pessoas como você, sinceramente interessadas no país e no futuro. O que você acha disso?

Outros me dizem que o certo é "ouvir os muitos cientistas que se pronunciam a respeito do assunto". Eu, louco por verdades que sou, recebo essa pérola de um doutor em meio-ambiente que vive na Catalunha (e me chamou de ignorante em tudo) "...A energia eólica nao somente fica na beira da praia e estraga o visual, isso é uma falta de informação. Em Osório, no sul do país, encontra-se um dos maiores parques eólicos do Brasil, e tudo isso nas montanhas."

O nobre doutor não sabe que eu estive no local em agosto, e olhem a tal eólica nas montanhas: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:P1240012.JPG

Então, caros leitores, dá pra confiar na isenção de alguém e na sua capacidade de produzir verdades por ele ter um doutorado em alguma coisa? Se ele gosta de verdades tanto quando o doutor acima, quanto adianta ouvir o que ele diz, se queremos verdades?

E essa é a questão: queremos a verdade ou queremos chupeta?

O Manuel, aqui em casa, com duas semanas de vida já sabe a diferença entre uma e outra. A verdade exige bem mais esforço, mas dela sai leite. A chupeta é fácil, e engana, por um tempo, mas ele precisa mesmo é do leite.

Os globais do vídeo ficaram enchendo a gente de chupeta. "Pra que hidroelétrica, tem solar, tem eólica". Um sujeito que não sabe pra que lado fica o Xingu, sabe o que eólica ou solar representam ou podem representar hoje? Você colocaria o seu destino e o do país na cabeça dessa gente? Somos bebês? Vocês são, caros leitores? Vocês acreditam mesmo em verdades fáceis e almoços grátis?

Claro que um projeto de hidrelétrica na Amazônia é um projeto de hidrelétrica na Amazônia. Claro que algo desse porte vai levar muita gente para lugares que já são disfuncionais hoje. Claro que o lago formado vai ter impacto, algo difícil de avaliar. Tomando como comparação Itaipu, parece que os ganhos superaram as perdas, e elas incluem as Sete Quedas. Sem Itaipu, nossa história seria outra, e bem mais carbônica, não? Gente vai ser movida pra lá e pra cá, o que acontece o tempo inteiro, porque nenhum lugar permanece estagnado e igual para sempre. Para alguns, vai ser bom, para outros, não. Afetados por isso tudo somos os 190 milhões, ainda mais se ficarmos sem energia suficiente, a única coisa, salvo perder a Copa de 2014 na final e em casa de novo, capaz de acabar com a gente.

Querem um santuário, criem um santuário. E se a nação decidir, depois de muito debate, tornar a Amazônia um santuário, que assim seja. Mas quem vai explicar isso para os vinte milhões de habitantes que já estão lá? Querem que o Brasil deixe de ser injusto com os indígenas? Querem devolver o país a eles, a única forma de corrigir a injustiça essencial? Ok, vamos pra onde?

Não existe almoço grátis. Verdade, certamente, tem custo.

A questão real e que me aflige, ainda mais com um filho de apenas duas semanas e que vai herdar esse século, é a nossa incapacidade para debater e buscar a verdade. Fracassamos vergonhosamente em uma decisão tão simples quanto a da proibição das armas. Seríamos incapazes hoje de debater e decidir de maneira inteligente e verdadeira sobre questões de igualdade e os direitos de minorias. Sobre a reforma política. Sobre o sistema educacional. Sobre as drogas. Sobre o importantíssimo Código Florestal. Sobre a eticamente complexíssima questão do aborto.

Somos incapazes porque somos seduzidos por chupetas, em nossa busca da verdade. Fracassamos porque, em uma era de tanta informação, afundamos nos preconceitos e cedemos aos discursos maniqueístas e reducionistas.

Eu quero acreditar em mim e em vocês, em nossa capacidade de sermos maiores do que a nossa própria miopia. Eu quero tanto que vou compartilhar o infalível método Avó Jovita de localizar a verdade, onde quer que ela esteja, baseado em um conceito muito simples: a verdade dói.

Querem ver? Não, mulheres não são mais sensíveis do que os homens. Não, Deus não vai garantir o seu sucesso simplesmente porque você paga o dízimo. Aliás, ele nem existe, ao menos não do jeito que venderam pra você. Sim, a homeopatia não passa de uma besteira. Não, o Gremão não é imortal. Sim, precisamos e muito de energia, e sim, hidrelétricas estão, longe, entre as melhores soluções, ao menos até a cientista nuclear Denise Richards inventar a fusão a frio. Sim, países ricos têm melhores condições de enfrentar e vencer as sérias questões do ambiente, e esse é um bom motivo para trabalharmos para o Brasil prosperar. Sim, o atual modelo de produção precisa ser trocado por outro. Não, ainda não sabemos como fazer isso. Não, ele não quer ser seu amigo. Não, ela não ama você.

Viram? Fácil. Agora vão lá fora e apliquem o método. Afastem as chupetas e leiam a Veja e a imprensa de verdade com o cuidado de quem busca bola em espinheiro, sabendo que nos espinhos estará a verdade. A verdade dói, sim, mas ainda é a única forma de sairmos dos buracos em que nos enfiamos ou nos enfiam. Ela dói, mas cura, que nem mercúrio-cromo. Saudades do mercúrio-cromo. Saudades da minha avó que nunca, nunca mesmo, mentiu pra mim.
Marcelo Carneiro da Cunha / Terra Magazine
Você já leu?
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Aécio Neves foi pego de novo !!! Desta vez pela Revista Época !!!

pegador ( senador ) de socialites ( quengas ) Aécio Neves foi pego neste final de semana dando entrevista para a revista Época totalmente embriagado !!!
Não vou publicar aqui o que esse sujeito disse lá na revista da "Globo" a respeito do Governo da Presidenta Dilma e também sobre as suas "aspirações" políticas futuras por uma razão muito simples: 
SÓ O MAQUINISTA É QUEM PODE BEBER NESTE TREM !!!
Sabem como é prosa de bêbado, né ? O que foi dito naquele enorme espaço concedido pela Globo não dá leitura, não faz sentido e se trata de fato daquela já amplamente conhecida  enrolação ébria pertinente aos rituais "tucanopositorados" desse povo sem rumo e sem direção. 
Mas já que Aécio se declarou na entrevista a favor de endurecer a "Lei Sêca", vamos oferecer a ele um "banho frio" e um "café amargoso" para tentar lhe curar do porre e reavivar sua memória. 

Serra: Negue o seu amor, o seu carinho. Diga que você já me esqueceu...


Para que não se ache que a menção à amizade entre o suplente de senador João Faustino, preso no Rio Grande do Norte por participar de um esquema de fraudes inspirado no que foi descoberto na Prefeitura de São Paulo – e de cuja a montagem a Controlar teria participado – pelo Ministério Público, e a dupla Fernando Henrique Cardoso e José Serra seja implicância dos blogueiros, posto este vídeo aí de cima.
Gravado em agosto deste ano, é um trecho do programa “Hilneth é Show”exibido pela SimTv, de Natal, no qual o próprio Faustino conta como foi convidado por FHC para trabalhar no Palácio do Planalto e por Serra – de quem foi subchefe da Casa Civil – para ajudá-lo no Instituto Teotônio Vilela, parte que lhe coube, como consolação, depois de afastado da direção do PSDB.
Nada melhor do que o próprio Faustino falar destas ligações perigosas.
Fernando Brito
No Tijolaço

Brasil vai expandir e modernizar estaleiros até 2014, diz presidente

Do Blog do Planalto - Segunda-feira, 28 de novembro de 2011 às 10:09
Café com a presidenta
No programa de rádio Café com a Presidenta de hoje (28), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o fortalecimento da indústria naval brasileira e comentou a entrega, na última sexta-feira (25), do primeiro navio do PAC para a Petrobras feito por um estaleiro brasileiro nos últimos 14 anos, o Celso Furtado. E anunciou que, até 2014, o governo federal irá expandir e modernizar os estaleiros do país, ampliando o setor responsável, atualmente, por 60 mil empregos.
“Nunca podemos esquecer que o Brasil já teve, na década de 70, o segundo maior parque naval do mundo. Mas, por falta de estímulos do governo, por falta de política industrial que focasse e que desse importância à geração de empregos para os trabalhadores e as trabalhadoras brasileiras, entrou em declínio, e praticamente desapareceu no final dos anos 90, quando chegou, Luciano, a ter menos de 2 mil trabalhadores.”
Ela lembrou que, em 2011, cinco novos estaleiros foram contratados para começar a construir navios, plataformas e sondas. A demanda por esses equipamentos, explicou, vai aumentar por causa da exploração do pré-sal e de todo petróleo que há no Brasil.
“Por isso, o Brasil vai crescer, não só porque vamos ser ricos em petróleo, mas também porque vamos construir uma sólida e complexa indústria de fornecimento de equipamentos, de bens e também prestação de serviços – isso tem a ver com software, com tecnologia da informação – enfim, é o Brasil se movimentando para se transformar num grande gerador de emprego para o povo brasileiro; e emprego de qualidade.
Dilma Rousseff falou também sobre o desempenho dos atletas brasileiros que participaram dos Jogos Parapan-americanos de Guadalajara, no México, e lembrou que, dos 222 atletas que disputaram o Parapan, 162 recebem o Bolsa Atleta, “o maior programa do mundo de apoio direto ao atleta”. Segundo a presidenta, cerca de 80% das medalhas obtidas nos Jogos foram conquistadas pelos beneficiários do Bolsa Atleta.
“Nossos atletas deram um show lá em Guadalajara. O Brasil conseguiu mais uma grande conquista no Parapan: ganhamos o primeiro lugar. Foi com muita emoção que eu recebi a delegação brasileira no Palácio do Planalto, na semana passada. Esses atletas mostraram determinação para ultrapassar seus limites e superar, portanto, os preconceitos. Eles são um exemplo para as pessoas com deficiência, e para todos nós. São pessoas que poderiam ter outra história de vida, mas escolheram ser vencedores.”
Ouça abaixo a íntegra do programa Café com a Presidenta:

Ex-Globo, Boni confessa o que todos já sabiam

Do brasil247 - 28/11/2011

Ex-Globo, Boni confessa o que todos já sabiam Foto: MAURO PIMENTEL/AGÊNCIA ESTADO

Ex-todo poderoso admite que debate de Collor contra Lula, em 1989, foi manipulado


28 de Novembro de 2011 às 22:28
247 - Todos já sabiam sobre a manipulação de imagens por parte do jornalismo da Rede Globo, no Jornal Nacional, um dia depois do debate do dia 14 de dezembro de 1989 entre os candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello. Agora, no entanto, 22 anos após o ocorrido, o homem que formatou o “Padrão Globo de Qualidade” simula uma "revelação bombástica" para lançar sua nova obra, "O Livro do Boni": a Globo manipulou o debate.
Em entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto, transmitida pela Globo News, José Bonifácio Sobrinho, o Boni, dá detalhes da noite do debate, cuja repercussão foi considerada fundamental para a vitória no segundo turno de Collor de Mello, uma vez que antes do acontecimento os dois políticos estavam em situação de empate técnico.
Boni admitiu que a emissora assumiu o lado de Fernando Collor de Mello. Segundo ele, após ser procurado pela assessoria do ex-presidente, o superintendente executivo da Globo, Miguel Pires Gonçalves, pediu que ele palpitasse no evento. “Eu achei que a briga do Collor com o Lula nos debates estava desigual, porque o Lula era o povo e o Collor era a autoridade”, contou. “Então nós conseguimos tirar a gravata do Collor, botar um pouco de suor com uma 'glicerinazinha' e colocamos as pastas todas que estavam ali com supostas denúncias contra o Lula – mas as pastas estavam inteiramente vazias ou com papéis em branco”, disse Boni. “Todo aquele debate foi [produzido] – não o conteúdo, o conteúdo era do Collor mesmo -, mas a parte formal nós é que fizemos”.
Ao contar algo que todos já sabiam, fazendo questão de acrescentar detalhes picantes, para ter mais repercussão - trechos de sua entrevista já foi replicada por diversos veículos e portais de comunicação - o ex-chefão da Globo conseguiu protagonizar um dos maiores eventos literários do ano. Nesta noite, ele estará no Programa do Jô, também da TV Globo, também com o objetivo de lançar o livro. Certamente haverá mais detalhes sobre a noite de 14 de dezembro de 1989.
Com informações do portal Panorama Mercantil.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Casal mora fora do Brasil ? Sim. Tudo muito escondidinho,essa é a imprensa brasileira(?)

Galvão Bueno briga com a mulher em show de Luan Santana
POR LEO DIAS
Foto: Ag. News
Foto: Ag. News
Rio - Galvão Bueno protagonizou um barraco em público em um dos camarotes do Clube A, em São Paulo, na última quinta-feira, durante um show de Luan Santana. Irritado com a mulher, Desirée Soares, Galvão jogou champagne no rosto dela e a empurrou. Desirée, que estava em pé, caiu sentada no sofá do camarote.
Tudo isso aconteceu diante de várias pessoas que estavam ao redor, inclusive alguns artistas. Ninguém soube explicar ao certo o motivo da briga. O que se sabe apenas é que Desirée havia dado entrevista para a TV Record e isso teria desagradado o locutor da Globo. O casal, que mora fora do Brasil, saiu do local pouco antes do final do show em que Luan Santana apresentou ao público a dupla sertaneja Conrado & Aleksandro, empresariada pelo cantor.

Galvão Bueno: Enfim, a vida dos sonhos

Prestes a fazer 60 anos e cheio de fôlego, o apresentador levou CONTIGO! para um passeio pelo Principado de Mônaco, onde mora há dois anos, e mostrou que seu luxo por ali são coisas simples como andar a pé pela rua, levar os filhos à escola e ir ao supermercado.

Já tivemos Gabriela melhor do que Juliana Paes


Por Nirlando Beirão*


Ela é uma atriz esforçada, a Juliana Paes. Sempre cabe bem no papel de periguete. O último foi no seriado O Astro.


Mas, de repente, recrutá-la para reviver na TV a Gabriela que já foi de Sonia Braga, aí, gente, já é esticar demais a corda, né, não?


Sonia Braga é uma diva. Sempre foi. É uma das raras atrizes da Globo que sabem que Stanislavski não é zagueiro da seleção tcheca. Que Chantilly não é só confeito de bolo. Que Primavera Árabe não é nome de coleção de moda desfilada em Paris.


Juliana Paes está fazendo campanha contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no Xingu. Ela e mais um elenco de globetes, intelectuais da Barra da Tijuca, que aparecem na TV em anúncios pagos.


Claro que quem não poderia deixar de estar no time das reclamonas é a notável Maitê Proença.


Maitê, que por algum tempo estrelou o programa mais chato da TV mundial, o Saia Justa, foi aquela que, na campanha presidencial de 2010, “embora feminista”, atiçou “os machos selvagens” a “nos salvar da Dilma”.


A UDN do Leblon, sempre atrás de uma bandeira de raiva, agora elegeu uma hidrelétrica como pretexto. Gostaria de saber o que Juliana Paes sabe realmente de Belo Monte.


O meio ambiente é um tema charmoso para quem tem a profundidade política de um pires.


Tem gente decente na área, gente bem-intencionada, séria, estudiosa. No episódio Belo Monte, creio que os doutos da ecologia estejam enganados, mas reconheço o direito deles de espernear.


A incômoda verdade é: nenhuma terra indígena será alagada, o risco ambiental é nulo.


Os ecoxiitas – abrigados numa ONG de nome Movimento Gota d’Água aparentemente muito bem aquinhoada de recursos – cooptaram os rostinhos bonitos da Globo para dizer que no futuro a gente vai assistir às novelas graças à energia gerada por pás de vento.


Parece coisa daquele antigo Fidalgo de la Mancha, simpático mas também equivocado.


CartaCapital, *Matéria originalmente publicada pelo R7
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Do Blog O TERROR DO NORDESTE.

Barbárie fascista cresce a cada dia em São Paulo


iG
Edmilson Alves, de 59 anos, teria sofrido mal súbito ao volante. Participantes de um baile funk espancaram condutor, que morreu no hospital.
Um motorista de ônibus foi espancado no domingo à noite (27), no Jardim Planalto, na zona leste de São Paulo. Edmilson dos Reis Alves, de 59 anos, foi agredido após perder o controle do veículo e bater em um carro. A polícia informou que ele teve um mal súbito ao volante, o que teria feito ele bater o ônibus. A agressão ocorreu na Rua Torres Florêncio e Rielli, altura do número 285.
Perto do local era realizado um baile funk, e cerca de 300 participantes da festa agrediram o motorista. Havia passageiros dentro do coletivo na hora da agressão. O freio de mão do veículo chegou a ser destravado durante o espancamento, o ônibus depredado desceu a rua e bateu em outros dois carros e três motos.
Cerca de 300 pessoas participaram da agressão. Foto: AE
Alves foi socorrido e encaminhado ao Hospital Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A polícia ainda não sabe se em consequência do mal súbito ou das agressões. O caso foi registrado no 69º Distrito Policial. Até o momento, ninguém foi preso.

*com AE
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Leia mais em: O Esquerdopata
Under Creative Commons License: Attribution

Do Blog O Esquerdopata.

O Brasil que o tucano José Serra não conhece é destaque na revista americana

Eu gostaria de chamar atenção dos meus queridos leitores para duas notícias, ou, duas análises sobre o Brasil.

Primeiro, do ex governador de SP, José Serra (PSDB): “Brasil ainda é um país pequeno”."O Brasil ainda é, no contexto da economia mundial, por incrível que pareça, um país pequeno", disse o tucano durante palestra no á jovens empreendedores, na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

A segunda anáilise é da reportagem da revista americana "The New Yorker" que circula na edição do dia 5 de dezembro.a análise partirá, principalmente, do momento econômico positivo que o Brasil passa, em comparação à economia mundial:“O país era antes um dos mais ignorantes e de economia instável e hoje vive um momento de crescimento, baixo endividamento, equilíbrio orçamentário e emprego pleno”.

'New Yorker' destaca perfil de Dilma e elogia economia brasileira



O perfil da presidente Dilma Rousseff será tema de uma reportagem da revista norte-americana "The New Yorker" que circula na edição do dia 5 de dezembro. Em prévia divulgada no site da revista, a publicação mostra que a análise partirá, principalmente, do momento econômico positivo que o Brasil passa, em comparação à economia mundial, para mostrar quem é a presidente.

Sob o título de "The Anointed", a ungida, na tradução literal, remete os feitos de Dilma ao trabalho de seu padrinho e antecessor político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A reportagem trará fatos da história recente do país, como a ascensão de parte da classe baixa à média em 2010.

Depois analisa que o país era "antes um dos mais ignorantes e de economia instável" e hoje vive um momento de crescimento, baixo endividamento, equilíbrio orçamentário e emprego pleno.

Segundo o site, entre os grandes poderes econômicos, o Brasil alcançou algo raro: "alto crescimento, a liberdade política e a diminuição da desigualdade". ....

Já o nosso brasileiro José Serra, diz: O Brasil tem que  vencer esse quadro de subdesenvolvimento, de não desenvolvimento, de modéstia em relação a avanços sociais e peso na economia mundial.

HISTÓRIA

A reportagem narra a história de Dilma, relatando que, em 2010, Lula a ungiu como sucessora. E que a presidente, agora com 63 anos, era um estudante universitária durante o golpe de 1964 que estabeleceu a ditadura militar no Brasil (1964-1985).

O texto conta que no final dos anos 1960, Dilma foi casada com um militante de oposição à ditadura, Cláudio Galeno Linhares, com quem viveu na clandestinidade, armazenou e transportou armas, bombas e dinheiro roubado, além de planejar e executar ações. Depois, deixou Linhares para se casar com Carlos Araújo.

No início de 1970, após ser presa pelos militares, passou três anos na prisão, onde ela teria sido submetido "a tortura extensiva". A revista diz que Dilma nunca esteve pessoalmente envolvida em ações violentas durante seus dias de militante.

Depois de liberada, ela se pós-graduou em economia, se filiou ao PDT e logo começou a trabalhar em cargos de governo em Porto Alegre.

Quando presidente, Lula se reuniu com Dilma e "de tão impressionado que ficou, a nomeou ministra de Minas e Energia". Link da Revista aqui

José Serra deveria comprar um exemplar da revista para ler....para entender mais do Brasil

Primavera já virou outono

Os egípcios voltaram às ruas para manifestar oposição aos militares que tentam se perpetuar no poder depois da derrubada de Hosny Mubarak. Foram duramente reprimidos no que resultou em mais de 30 mortos.


Os militares, na verdade “militares s.a”, porque controlam setores mais lucrativos da economia egípcia, imaginavam que com alguns paliativos conseguiriam iludir o povo que derrubou Mubarak. O povo mostrou que não é bobo.


Como se o controle da economia pelos militares não bastasse, o Estado egípcio é contemplado com mais de 1,2 bilhão de dólares anuais pelos Estados Unidos, exatamente para manter o principal país árabe em sua área de influência. Os militares pediram desculpas pela repressão, mas não se comprometeram a abandonar o poder mesmo depois das eleições, até porque temem perder as bocas conquistadas nas últimas décadas.


É este verdadeiramente o contexto egípcio, que não pode ser ignorado e para que se julgue o pronunciamento quase diário de líderes ocidentais como Nicolas Sarkozy e Barack Obama ora em apoio às “reformas” (entre aspas mesmo) ou até mesmo nas eventuais críticas à violência. O nome disso é hipocrisia.


Em suma: palavras são palavras, mas a prática é que determina a verdade. Por estas e muitas outras, a chamada Primavera árabe só pode ser considerada primavera se prevalecer a vontade do povo. Com o controle dos militares s.a. no Egito, o outono prevalece, não mais a primavera.


Enquanto isso, na Líbia, o governo que tomou o poder com a derrubada de Muammar Kadhafi, está preparando um espetáculo midiático que antes de começar já se sabe qual será o desfecho. Não é preciso nenhuma bola de cristal para prever que Saif al Islam Kadhafi será condenado à morte pelas acusações que serão apresentadas no julgamento. O governo líbio avisou que não o entregará ao Tribunal Penal Internacional de Haia. Estão preparando um novo show midiático que será apresentado ao mundo e internamente.



O filho de Kadhafi foi preso no deserto quando tentava ir para Niger. A prisão só foi possível graças à delação de um integrante de sua guarda pessoal, devidamente recompensado com 1 milhão de euros, segundo informações.


Por ironia da história, Saif al Islam foi o responsável pela anistia de integrantes da al Qaeda que cumpriam pena na Líbia, inclusive o que posteriormente veio a se tornar o comandante militar do grupo que tomou Trípoli e produziu um espetáculo midiático ao entrar no local onde vivia Kadhafi. Saif era cotado como o sucessor político do pai.


Resta agora aguardar o desenrolar dos acontecimentos para conhecer melhor como será a Líbia, o país com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do continente africano (0,755), superior inclusive ao do Brasil (0,699).


Aguarda-se também constatar se esse índice utilizado pelas Nações Unidas para verificar como se encontra um país em termos de bem-estar de sua população será mantido. O tempo dirá.



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Em Portugal, o socialista Mario Soares, 86 anos, que já exerceu os mais variados cargos, de presidente a primeiro ministro, reapareceu assinando um manifesto conclamando o povo a reagir ao neoliberalismo que está sendo imposto goela a dentro aos portugueses. Os trabalhadores, como em outras partes da Europa, reagem com uma greve geral, enquanto a mídia de mercado faz a apologia dos “técnicos” impostos pelo capital financeiro.


Por aqui a mídia não é muito diferente, embora a crise ainda não tenha aparecido com a intensidade dos países europeus e dos Estados Unidos. Os articulistas de sempre torcem desbragadamente por soluções contrárias aos interesses nacionais e do povo. Silenciam totalmente sobre um grave problema que vem se arrastando há anos, o da dívida pública. São 1 bilhão de reais por dia gastos para o pagamento dessa dívida. E nada comentam sobre o que está na Constituição cidadã de 1988 e não foi cumprida até hoje: a realização de uma auditoria dessa dívida.




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Na quarta-feira, 23 de novembro, por iniciativa do Deputado Paulo Ramos (PDT), a combatente latino-americana Soledad Viedma, assassinada pela ditadura brasileira, recebeu a Medalha Tiradentes pós morte, entregue à filha Ñasaindy.


Paraguaia de nascimento, Soledad engajou-se na luta dos povos contra o autoritarismo e injustiças sociais. Esteve no Uruguai e em determinado momento foi vítima da violência de grupos de extrema direita, que ao detê-la queriam que fizesse uma saudação a Hitler. Soledad se negou a fazê-lo e teve pintada uma suástica em parte do corpo, além de ter sofrido atos de violência física.


O poeta e escritor uruguaio Mario Benedetti a homenageou com um poema musicado pelo cantante e compositor Daniel Viglietti.

 

Em Recife, na década de 70, a equipe de bandidos do delegado Sergio Fleury a matou depois de ter sido delatada por Anselmo dos Santos, o agente da CIA que ganhou o título de cabo da Marinha sem sê-lo.


A solenidade na Alerj foi importante não apenas como reconhecimento a Soledad Viedma como também para que as novas gerações sejam informadas sobre quem lutou para que o Brasil alguma dia pudesse ser um país mais justo e solidário.


E, não podemos deixar de dizer sempre que crimes contra a humanidade cometidos de 64 a 85, que a recém-criada Comissão da Verdade vai investigar, são imprescritíveis. E isso, apesar de a lei de anistia promulgada ainda no período da ditadura e por pressão de grupos que nunca foram julgados, dizer ao contrário.

Mário Augusto JakobskindÉ correspondente no Brasil do semanário uruguaio Brecha. Foi colaborador do Pasquim, repórter da Folha de São Paulo e editor internacional da Tribuna da Imprensa. Integra o Conselho Editorial do seminário Brasil de Fato. É autor, entre outros livros, de América que não está na mídia, Dossiê Tim Lopes - Fantástico/IBOPE .Direto da Redação


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Do Blog O TERROR DO NORDESTE.