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sábado, 8 de dezembro de 2012

Ex-ministro de FHC pertenceu ao Comando de Caça aos Comunistas, diz jornalista

Em depoimento, ex-presos políticos falam do CCC 

Jornalista Marcelo Mário Melo diz que Gustavo Krause, Ettore Labanca e João Arraes integraram a organização


A Comissão Estadual da Verdade recebeu, na tarde desta quinta-feira, depoimento de ex-militantes de esquerda, presos durante o regime militar. Depuseram o ex-militante do PCB Pedro Bezerra e os membros do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) Marcelo Mário Melo e Francisco de Assis. Além dos depoimentos com informações sobre agentes da ditadura e companheiros de luta armada, o jornalista e escritor Marcelo Mário Melo trouxe à mesa a discussão sobre o grupo de extrema-direita Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e citou nominalmente, ainda que sem acusar diretamente, três figuras ainda ativas no cenário político pernambucano como possíveis membros do grupo: o ex-governador Gustavo Krause (DEM), o prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca (PSB), e o vereador do Recife João Arraes (PSB).

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Colunista da Veja "se retrata" após divulgar foto falsa de LULA

Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Das três uma: o colunista da Veja, Ricardo Setti, é ingênuo, incompetente ou malicioso. 

Acaso ele não sabe da guerra que a mídia golpista tem travado para, irresponsavelmente, desconstruir a imagem de LULA e a vitoriosa gestão petista frente ao governo federal? 

Acaso ele não sabe o que a revista Veja tem feito com o seu jornalismo de esgoto e banditismo midiático, sendo o próprio Ricardo Setti um dos feitores da merda de jornalismo executado pelo Grupo Abril?

Leia sobre as desculpas do colunista e veja as imagens montada e original aqui.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Fofocagem seletiva: por que não se noticia o caso de um ex-presidente corno de uma amante?

Quantas meias verdades fazem uma mentira? De quantos pseudomoralistas se precisa para fazer uma canalhice? Vivemos o tempo em que a direita, através da “grande mídia”, eterniza as bravatas lacerdistas de meados do século XX.

Os índices sociais do país nunca foram tão bons. Mesmo na economia e o falso “PIBinho” que analistas de orelha de livro insistem em exclamar. O mundo vive uma crise econômica desde 2008. dos EUA passou para a Europa e no Brasil temos pleno emprego. O somatório de crescimento do governo Lula para cá passa dos 40%.

Criou-se o senso comum do crescimento infinito. Por isso algumas “mentes brilhantes” repetem a ladainha do baixo PIB. Argumento totalmente descontextualizado. E repito: mesmo nessa crise, que não é pequena, vivemos taxas de pleno emprego.

Outra expressão célebre é que isso aconteceria de qualquer jeito. Independente do governo Lula. Se não fosse o governo do ex-metalúrgico, seriamos hoje um grande estacionamento e a Amazônia uma farmácia de manipulação sob alguma franquia estadunidense.

Dilma segue os passos do desenvolvimento com inclusão social. Comprou o debate dos royalties do petróleo para a educação. 100 % deles, defende o governo e 50% do Fundo Social do Pré-sal.

O mundo quer nos imitar. Até 2002, o chamado “mundo civilizado” nos dava ordens e tirávamos os sapatos como sinal de nossa subserviência. Talvez nem Lacerda, se vivo, conseguiria ter a cara de pau da “grande imprensa” hoje.

De repente, se envergonharia de seu legado do “mar de lama”. Na verdade, não dele, mas foi Lacerda quem deu o formato usado hoje em dia.

“Mar de lama” sempre foi o recurso usado contra governos de caráter progressistas no Brasil.

Tanto o delegado responsável pela Operação Porto Seguro quanto a Promotora que acompanha o caso afirmaram não haver nada contra o ex-presidente Lula. Somente a “grande imprensa” insiste nisso, juntamente com mais um “herói” arrependido. O primeiro foi Roberto Jefferson, agora Cyonil do TCU. Ambos por não receberem o que esperavam.

Mas o centro da idiotice midiática é se Lula tem / tinha ou não um affair com Rosemary Nóvoa, ex-responsável pelo gabinete da Presidência da República em São Paulo e investigada por supostas fraudes em pareceres técnicos e jurídicos de agências reguladoras.

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Polêmica do 'Pica Pau': Record declara guerra à Globo

Record irá atacar diretor de Xuxa no “Domingo Espetacular”

Xuxa ao lado de Mário (Foto: Divulgação)
A Record não vai deixar barato a provocação feita pelo diretor do "TV Xuxa", Mário Meirelles, que xingou os telespectadores de "Pica Pau" de retardados [aqui]. A emissora do bispo irá fazer uma matéria especial intitulada de "A polêmica do Pica Pau" para o "Domingo Espetacular". As informações são da coluna "Na TV", do portal "iG", desta sexta-feira (30).

A reportagem irá ao ar neste domingo (2)... Leia mais aqui.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Merval prepara livro sobre "Mensalão"... Vem MERda por aí!


Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

[Atualizado em 30.11.2012]

Deu na coluna do Ancelmo Gois - aquele que fala por você e por todos os brasileiros quando faz referência aos atributos de beldades globais:


As "más línguas" andam ventilando por aí que o Merval não se sente totalmente realizado como membro Imortal da ABL. Ele quer, também, ser ministro do STF. A Globo já o avalizou... Daí para diante, com a covardia de certos figurões do PT, é só marcar a data da posse do "ilustre"... E o salseiro estará feito.

Em tempo: Podem ficar certos de que a mídia corporativa dará vazão à obra... Quanto ao livro A Privataria Tucana [do jornalista Amaury Ribeiro Jr.], essa mesma mídia se fez de morta ou fez ouvido de mercador, como dizia minha avó.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Charge Online do Bessinha # 1250


[Mensalão] Renomado jurista afirma: "Houve transgressão de garantias básicas"



“Mensalão foi soluço na história do Supremo”

Quem diz é o jurista Celso Bandeira de Mello, responsável pela indicação de Carlos Ayres Britto ao STF; ele afirma que, nos próximos casos, a suprema corte não permitirá a mesma "flexibilização de provas"

O renomado jurista Celso Antônio Bandeira de Mello acredita que o julgamento do chamado 'mensalão' foi um "solução na história do Supremo Tribunal Federal". Segundo ele, que indicou ao tribunal o ministro Carlos Ayres Britto, quem diz considerar "um irmão", houve forte influência do que chamou de "opinião publicada", além de transgressão de garantias básicas. A Corte Suprema do País, acredita ele, não irá repetir nos próximos casos a "flexibilização de provas" cometida na Ação Penal 470.

Especialista em Direito Administrativo, Bandeira de Mello defende, numa entrevista concedida ao portal Última Instância, hospedado pelo Uol, que "o juiz devia ser proibido de dar entrevistas". Em seu ponto de vista, a postura de Joaquim Barbosa como relator do processo foi "muito agressiva", sem a "serenidade que se espera de um juiz". Ele também acha que o novo presidente do STF "tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas". Já o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, considera um "príncipe", digno de uma "educação e uma finura monumental".

Confira abaixo trechos da entrevista:

Com a fixação das penas, chegamos à reta final do julgamento da Ação Penal 470. Como o senhor enxerga o julgamento?

O mensalão, na minha visão, não era mensalão porque não era mensal. Isso foi a visão que a imprensa consagrou. Em segundo lugar, entendo que foram desrespeitados alguns princípios básicos do Direito, como a necessidade de prova para condenação, e não apenas a suspeita, a presunção de culpa. Além disso, foi violado o princípio do duplo grau de jurisdição.

Há um mês atrás, um juiz mineiro decidiu anular os efeitos da Reforma da Previdência. Ele citou textualmente o julgamento no STF para alegar que a compra de votos foi comprovada e que, portanto, a reforma seria inconstitucional. É possível anular atos do Legislativo com base na tese do mensalão?

Se é com base no mensalão, não. A Reforma da Previdência pode ser censurada por outros aspectos, mas não por causa do mensalão. Acho que a chance de anular atos legislativos aprovados durante o escândalo é zero. Isto, pois há um impedimento jurídico de que quando um colegiado decide, quem decidiu foi o colegiado como um todo e não os membros do colégio. É por isso que, se um indivíduo tem o mandato invalidado, porque ele foi ilegalmente investido, isso não afeta em nada [a validade dos atos].

Quanto ao processo de indicação dos novos ministros, qual é o melhor modelo?

Não há nada mais difícil do que imaginar um bom processo de escolha. No passado, já sugeri que a escolha fosse feita através de um processo de eleição entre todos os juízes do Brasil. Mas, nem mesmo isso, eu me atrevo a dizer que será o ideal. Porque isso é capaz de politizar tanto, criar tantos grupos de partidários, que o mérito do candidato pode também ficar em segundo plano.

O senhor considera exagerada a publicidade que alguns magistrados recebem ao exercer suas funções jurisdicionais?

Antigamente, se dizia que o "juiz só fala nos autos". Eu acho que o juiz devia ser proibido de dar entrevistas. E não só os ministros do Supremo — mas eles é que parecem que gostam.

Qual é a sua impressão da postura do relator Joaquim Barbosa ao longo do julgamento?

Eu não gostei. Achei uma postura muito agressiva. Nele não se lia a serenidade que se espera de um juiz. Inclusive, em relação aos colegas, ele tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas. E no caso do Lewandowski, ele é um príncipe. Um homem de uma educação e uma finura monumental. É quase que inacreditável que Barbosa tenha conseguido fazer um homem como Lewandowski perder a paciência.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Charge Online do Bessinha # 1249


O Odair José a que o Bessinha faz referência:




José Dirceu: O irresponsável envolvimento de meu nome em escândalos

No Terra Brasilis


Por várias vezes em anos recentes, a imprensa vinculou-me a escândalos que, depois de concluídas as investigações, denunciados os responsáveis e finalizados os inquéritos, comprovou-se que eu nada tinha a ver com tais episódios. Meu nome nem sequer figurou como testemunha nestes processos.

Foi assim pelo menos seis vezes: nos casos Celso Daniel; MSI-Corinthians; Eletronet; Operação Satiagraha; Carlos Alberto Bejani, ex-prefeito de Juiz de Fora (MG), do PTB; e Alberto Mourão, ex-prefeito de Praia Grande (SP), do PSDB.

Em alguns desses casos – como Bejani, Eletronet e Satiagraha –, meu nome foi parar no noticiário das TVs. Repito: encerradas as investigações, denunciados os responsáveis e finalizados os inquéritos, comprovou-se que eu nunca tive ligações com nada disso.

Agora, a história se repete

A partir de declarações de Cyonil Borges, ex-auditor do TCU sob investigação da Polícia Federal na Operação Porto Seguro, que apura denúncias relacionadas a Paulo Vieira (ex-diretor da Agência Nacional de Águas-ANA), de novo sou envolvido. Gratuitamente. Irresponsavelmente, como das outras vezes. As investigações ainda estão em curso e meu nome já é escandalosamente noticiado como relacionado ao caso.

Não custa recordar que Francisco Daniel, irmão do ex-prefeito assassinado de Santo André, Celso Daniel, fez o mesmo: acusou-me de beneficiário de esquema de corrupção que teria havido em Santo André. Quando o processei por calúnia, ele afirmou em juízo que ouvira de terceiros que eu era o destinatário de recursos financeiros ilegais para campanhas eleitorais do PT.

Francisco Daniel retratou-se, de forma cabal e indiscutível na Justiça. Mas isso praticamente não foi noticiado pela imprensa. E continua sem ser noticiado quando a mídia com frequência volta ao caso Celso Daniel. Ela repete a acusação que me foi feita por Francisco, sem registrar – ou fazendo-o sem o menor destaque – que ele se retratou.

Assim foi em todos os demais casos que lembrei. Envolvem meu nome no noticiário com o maior estardalhaço, mas encerrados a "temporada" e o sucesso midiático do escândalo, silenciam quanto ao fato de nada ter se provado contra mim – pelo contrário, as investigações terem concluído que eu não tive o menor envolvimento com o caso em pauta.

sábado, 17 de novembro de 2012

Colunista da Veja chama Ministro da Justiça de "Porquinho de Dilma"


Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Eis o que o Ministro de Justiça, José Eduardo Cardozo, aprontou com sua idiotice: deu munição para "colonistas" da imprensa golpista e do jornalismo de esgoto, como é o caso do Augusto Nunes [da Veja]. O "colonista" não deixa de ter razão em alguns dos pontos focalizados em seu artigo [leia aqui].

Ministro de Estado quando fala tem peso político e carrega consigo o discurso do governo a quem serve, conforme deixou bem claro a nossa companheira Lili [do Justiceira de Esquerda] em comentário a um artigo que publiquei recentemente.

Foi esta a razão subliminar contida no meu artigo. Chamei-o de "idiota" por parecer desconhecer que a situação do sistema carcerário brasileiro tem a ver com a pasta que comanda. Deveria fazer mais e não dizer o que disse: “Se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferiria morrer”. 

Está aí, por mais que não quiséssemos, uma resposta a altura... E vinda da oposição ferrenha, mesquinha e golpista a um governo eleito democraticamente e que conta com enorme aprovação. Infelizmente, há homens públicos que não sabem se portar no cargo para o qual foi indicado.

Augusto Nunes, na sua pequenez de jornalistazinho cujo papel subserviente é fazer plantão com seus artigos na porta dos gabinetes dos barões da mídia, mostrou que o ministro José Eduardo Cardoso deu um tiro no próprio pé e espirrou sangue no governo Dilma.

Mas há males que vêm para o bem. Agora, o "idiota" da Justiça se deu conta da bobagem que declarou e já propõe algo para minimizar o deplorável estado em que se encontra o sistema prisional brasileiro [aqui]

O que ele propõe é pouquíssimo, contudo já é um começo. A mudança deve ser mais radical e o Poder Executivo deve cobrar do Poder Judiciário sua parcela de culpa nesse estado de coisas... Ou será que o Executivo teme o Judiciário? São Poderes equivalentes numa república... Segundo me ensinaram.

Como se já não bastasse se indignar com a frouxidão do Governo diante da mídia golpista [Ley dos Médios já!], empurrado por uma oposição mesquinha e irresponsável para as cordas sem reagir, vem-me o ministro falar merda.

sábado, 28 de julho de 2012

"Mensalão": a mídia golpista quer sangue



Por DiAfonso
Todas as investigações sobre o escândalo – na Polícia Federal, em CPIs, na imprensa – produziram provas. Em cima delas, os juízes decidirão o destino dos réus

Assim, a revista Época resume matéria em que trata da Ação Penal 470 ou, simplesmente, "Mensalão" [do PT, que fique claro!]. 

Há de se perguntar se as "provas produzidas na imprensa" têm a credibilidade da Veja, de O Globo, da Folha de S.Paulo, do Estadão e da própria Época. Sim, porque, quando donos de veículos de comunicação [leia-se, Roberto Civita] e jornalistas agem como bandidos [leia-se Policarpo Jr. e Gustavo Nogueira Ribeiro], fica difícil tomar tais investigações jornalísticas como parâmetro para um julgamento justo e isento das interferências políticas a que estarão sujeitos os réus [na verdade, eles já foram condenados por uma mídia que julga e condena à revelia das instâncias jurídicas].  

Vale notar, ainda, a "disposição" de certos ministros do STF [leia-se, sobretudo, Gilmar Mendes] em se aliarem ao que de mais podre existe nessa elite apeada do poder pelo voto popular.

Noutros tempos, é preciso destacar, o Grupo Folha tornou-se mais do que bandido, ao ceder seus carros para torturadores do regime militar.

Esta é a mídia que produz provas para um julgamento no STF...

domingo, 22 de julho de 2012

"Filiado" abre o verbo contra Mendonça filho, presidente do DEM-PE

Do Terra Brasilis

Por DiAfonso

Em 2006, Jorge Bornhausen [agora, ex-filiado do DEM] vociferou: “Vamos acabar com essa raça [PT]. Vamos nos ver livres dessa raça por pelo menos 30 anos”. Seis anos se passaram e o que estamos vendo é uma "raça elitista" - aliada dos militares que promoveram um genocídio - esvair-se, letal e lentamente, rumo ao lixo da história.

Se feitiço fez, Bornhausen não seguiu "religiosamente" os rituais. Tanto é verdade que a "profecia bornhauseniana" está se voltando contra o próprio DEM.

Aqui em Pernambuco, Jarbas traiu os "DEMos" e caiu nos braços de Eduardo Campos [PSB] com o claro intuito de derrotar Lula a todo custo.

Agora, o "deputado mercador da emenda da reeleição de FHC", Mendonça Filho, vê-se às voltas com um "filiado" que, por um erro burocrático [palavras de Mendoncinha], não teve a "filiação" partidária abonada pelo próprio DEM, partido do qual Mendoncinha é presidente estadual.

Em nota, o "filiado", que concorreria às eleições pelo partido, abre o verbo e diz que Mendonça Filho e Priscila Krause - filha de Gustavo Krause - não o respeitaram e o ignoraram. Logo ele, o "filiado dileto" cujas ações gratuitas tinham como alvo a prefeitura do PT em Recife! [Leiam texto abaixo].


Também em nota [leiam abaixo], Mendoncinha tenta "passar gelo" na pancada que o rapaz recebeu, informando que se solidariza com o "filiado".

A "solidariedade" aí parece mais uma tentativa de postergar a morte de uma partido que andou de braços dados com a ditadura e, quando governou, o fez apenas para uns poucos.

Nota do presidente estadual do Democratas, Mendonça Filho, sobre o episódio envolvendo o filiado Alyson Fonseca


Recife, 22 de julho de 2012
Como presidente estadual do Democratas presto minha solidariedade a nosso filiado Alyson Fonseca, vítima de um erro burocrático de um funcionário do partido. Alyson sempre foi um dedicado militante, estando em nosso quadro de juventude há vários anos, sempre com abnegação e excelentes serviços prestados. Minha disposição é, como sempre, ajudar a quem veste a nossa camisa, e farei o que estiver a meu alcance para que esse erro seja reparado. Considero-o, repito, uma figura de extrema relevância dentro de nossa estrutura partidária e que sempre teve, e terá, de nossa parte o devido. [folhape]

Leia nota de Alyson Fonseca, na íntegra, aqui.

A "Infantaria 45" tucana ficará apenas nas bolinhas de papel?



Por DiAfonso

A equipe de campanha do PSDB vem estimulando seus jovens militantes a se portarem como soldados numa guerra. Eleição não é guerra [a não ser em sentido figurado]. 

Entretanto, o que se vê, com a nomeação do grupo de "Infantaria 45", é a perda de todo o sentido conotativo da palavra. 

O secretário nacional de Juventude do PSDB diz querer ser propositivo e "discutir soluções para a cidade" de São Paulo, mas o nome de batismo do grupo apaga qualquer possibilidade de que se pretenda discutir a eleição municipal no plano das ideias. 

Torçamos para que, neste pleito, os tucanos fiquem somente nas bolinhas de papel... Se é que me entendem.

Leiam matéria abaixo:

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Tucanos criam 'Infantaria 45' para ação na rede

A juventude do PSDB montou um grupo batizado de "Infantaria 45" para divulgar propostas de José Serra na internet. O grupo diz que pretende responder a provocações que atribui a militantes de partidos adversários.

A equipe é formada por militantes tucanos e recebe orientações de integrantes da equipe de campanha do PSDB. "Nosso objetivo não é atacar, é fazer uma campanha propositiva e discutir soluções para a cidade", afirma o secretário nacional de Juventude do partido, Wesley Goggi.

A ação da "infantaria" será voluntária, mas os militantes receberão orientações e missões diárias da equipe de campanha.

Na sexta-feira da semana passada, por exemplo, quando petistas lançaram no Twitter a campanha "13 dá sorte", em alusão ao número do PT na urna eletrônica, os tucanos passaram a difundir a expressão "13 dá azar".

Segundo o coordenador de comunicação de Fernando Haddad, vereador José Américo, a campanha descarta a hipótese de fazer uma coordenação centralizada da militância. Ele ironizou o tom bélico da "Infantaria 45" e disse que a internet não aceita esse tipo de iniciativa. "Somos contra montar brigadas ou infantarias na web ou tutelar nossos apoiadores", afirmou. "Do nosso lado, temos apenas apoios espontâneos." Um dos internautas que defende Haddad na internet é o jornalista Leandro Rodrigues, de 25 anos, criador do perfil "Somos Haddad" no Twitter e Facebook. "Quando alguém escreve uma crítica fundamentada, respondemos no mesmo tom", disse. 

domingo, 1 de julho de 2012

Filho da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira é acusado de pertencer a uma rede de pedofilia

No Blog Terra Brasilis

SÃO PAULO – Em entrevista coletiva concedida na noite de sexta-feira, 29, em Recife, a Polícia Federal (PF) anunciou que o radialista Rodrigo Vieira Emereciano, o “Mução”, [filho de Lina Vieira] de 35 anos, estaria praticamente inocentado do crime de pedofilia realizado via internet, pela qual quadrilhas vinham compartilhando arquivos de pornografia infantil.

O radialista, que foi preso em Fortaleza (CE) na última quinta-feira, 28, e transferido para a capital pernambucana, após prisão temporária de cinco dias expedida pela justiça, deixou a sede da PF por volta das 21 horas para realizar exame de corpo de delito.

O irmão de Mução, um engenheiro de computação, de 23 anos, que possui grande conhecimento em informática, é o principal suspeito pelos crimes. Ele, segundo a polícia, teria criado e-mails e perfis em nome do radialista. Segundo o delegado Nilson Antunes, Rodrigo Vieira levantou a hipótese de que alguém muito próximo dele, que teria acesso à casa e às senhas, poderia ser o responsável por tudo.

O engenheiro se apresentou à polícia, acompanhado do advogado, mas não ficou preso pois não houve flagrante, afirmou a PF. “O rapaz é engenheiro de computação e tem conhecimento aprofundado de informática. Era responsável pelo parque tecnológico da empresa, instalava softwares, tinha pleno acesso aos computadores do irmão e de outras pessoas da empresa.”, disse o delegado.

Na quinta-feira, 28, a PF desarticulou uma rede internacional de compartilhamento de pornografia infantil na internet nesta quinta-feira. A operação, denominada DirtyNet (Rede Suja), teve apoio do Ministério Público Federal e da Interpol e prendeu 32 suspeitos em nove Estados brasileiros. A investigação, iniciada em dezembro do ano passado, identificou 160 usuários na América, Europa, Ásia e Oceania, dos quais 63 no Brasil e 97 no exterior.

Fonte: Estadão