quarta-feira, 2 de novembro de 2011

E por falar em SUS, demotucanos usam recursos do SUS no mercado financeiro

E ainda esses filhos da puta têm o desplante de falar no SUS.Veja bem: quase R$ 7 bilhões de reais foram torrados por esses bandidos.Se isso ocorresse em outro país essa gangue já estaria presa.

Carta Capital 26/02/2010

Remédios por juros

por Leandro Fortes

Auditoria aponta que governos de SP, DF, MG e RS usaram recursos do SUS para fazer ajuste fiscal

Sem alarde e com um grupo reduzido de técnicos, coube a um pequeno e organizado órgão de terceiro escalão do Ministério da Saúde, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), descobrir um recorrente crime cometido contra a saúde pública no Brasil. Em três dos mais desenvolvidos e ricos estados do País, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos governados pelo PSDB, e no Distrito Federal, durante a gestão do DEM, os recursos do SUS têm sido aplicados, ao longo dos últimos quatro anos, no mercado financeiro.


A manobra serviu aparentemente para incrementar programas estaduais- de choques de gestão, como manda a cartilha liberal, e políticas de déficit zero, em detrimento do atendimento a uma população estimada em 74,8 milhões de habitantes. O Denasus listou ainda uma série de exemplos de desrespeito à Constituição Federal, a normas do Ministério da Saúde e de utilização ilegal de verbas do SUS em outras áreas de governo. Ao todo, o prejuízo gerado aos sistemas de saúde desses estados passa de 6,5 bilhões de reais, sem falar nas consequências para seus usuários, justamente os brasileiros mais pobres.


As auditorias, realizadas nos 26 estados e no DF, foram iniciadas no fim de março de 2009 e entregues ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em 10 de janeiro deste ano. Ao todo, cinco equipes do Denasus percorreram o País para cruzar dados contábeis e fiscais com indicadores de saúde. A intenção era saber quanto cada estado recebeu do SUS e, principalmente, o que fez com os recursos federais. Na maioria das unidades visitadas, foi constatado o não cumprimento da Emenda Constitucional nº 29, de 2000, que obriga a aplicação em saúde de 12% da receita líquida de todos os impostos estaduais. Essa legislação ainda precisa ser regulamentada.


Ao analisar as contas, os técnicos ficaram surpresos com o volume de recursos federais do SUS aplicados no mercado financeiro, de forma cumulativa, ou seja, em longos períodos. Legalmente, o gestor dos recursos é, inclusive, estimulado a fazer esse tipo de aplicação, desde que antes dos prazos de utilização da verba, coisa de, no máximo, 90 dias. Em Alagoas, governado pelo também tucano Teotônio Vilela Filho, o Denasus constatou operações semelhantes, mas sem nenhum prejuízo aos usuários do SUS. Nos casos mais graves, foram detectadas, porém, transferências antigas de recursos manipulados, irregularmente, em contas únicas ligadas a secretarias da Fazenda. Pela legislação em vigor, cada área do SUS deve ter uma conta específica, fiscalizada pelos Conselhos Estaduais de Saúde, sob gestão da Secretaria da Saúde do estado.


O primeiro caso a ser descoberto foi o do Distrito Federal, em março de 2009, graças a uma análise preliminar nas contas do setor de farmácia básica, foco original das auditorias. No DF, havia acúmulo de recursos repassados pelo Ministério da Saúde desde 2006, ainda nas gestões dos governadores Joaquim Roriz, então do PMDB, e Maria de Lourdes Abadia, do PSDB. No governo do DEM, em vez de investir o dinheiro do SUS no sistema de atendimento, o ex-secretário da Saúde local Augusto Carvalho aplicou tudo em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). Em março do ano passado, essa aplicação somava 238,4 milhões de reais. Parte desse dinheiro, segundo investiga o Ministério Público Federal, pode ter sido usada no megaesquema de corrupção que resultou no afastamento e na prisão do governador José Roberto Arruda.


Essa constatação deixou em alerta o Ministério da Saúde. As demais equipes do Denasus, até então orientadas a analisar somente as contas dos anos 2006 e 2007, passaram a vasculhar os repasses federais do SUS feitos até 2009. Nem sempre com sucesso. De acordo com os relatórios, em alguns estados como São Paulo e Minas os dados de aplicação de recursos do SUS entre 2008 e 2009 não foram disponibilizados aos auditores, embora se tenha constatado o uso do expediente nos dois primeiros anos auditados (2006-2007). Na auditoria feita nas contas mineiras, o Denasus detectou, em valores de dezembro de 2007, mais de 130 milhões de reais do SUS em aplicações financeiras.


O Rio Grande do Sul foi o último estado a ser auditado, após um adiamento de dois meses solicitado pelo secretário da Saúde da governadora tucana Yeda Crusius, Osmar Terra, do PMDB, mesmo partido do ministro Temporão. Terra alegou dificuldades para enviar os dados porque o estado enfrentava a epidemia de gripe suína. Em agosto, quando a equipe do Denasus finalmente desembarcou em Porto Alegre, o secretário negou-se, de acordo com os auditores, a fornecer as informações. Não permitiu sequer o protocolo na Secretaria da Saúde do ofício de apresentação da equipe. A direção do órgão precisou recorrer ao Ministério Público Federal para descobrir que o governo estadual havia retido 164,7 milhões de recursos do SUS em aplicações financeiras até junho de 2009.


O dinheiro, represado nas contas do governo estadual, serviu para incrementar o programa de déficit zero da governadora, praticamente único argumento usado por ela para se contrapor à série de escândalos de corrupção que tem enfrentado nos últimos dois anos. No início de fevereiro, o Conselho Estadual de Saúde gaúcho decidiu acionar o Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa para apurar o destino tomado pelo dinheiro do SUS desde 2006.


Ainda segundo o relatório, em 2007 o governo do Rio Grande do Sul, estado afetado atualmente por um surto de dengue, destinou apenas 0,29% dos recursos para a vigilância sanitária. Na outra ponta, incrivelmente, a vigilância epidemiológica recebeu, ao longo do mesmo ano, exatos 400 reais do Tesouro estadual. No caso da assistência farmacêutica, a situação ainda é pior: o setor não recebeu um único centavo entre 2006 e 2007, conforme apuraram os auditores do Denasus.


Com exceção do DF, onde a maioria das aplicações com dinheiro do SUS foi feita com recursos de assistência farmacêutica, a maior parte dos recursos retidos em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul diz respeito às áreas de vigilância epidemiológica e sanitária, aí incluído o programa de combate à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mas também há dinheiro do SUS no mercado financeiro desses três estados que deveria ter sido utilizado em programas de gestão de saúde e capacitação de profissionais do setor.


Informado sobre o teor das auditorias do Denasus, em 15 de fevereiro, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, colocou o assunto em pauta, em Brasília, na terça-feira 23. Antes, pediu à Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, à qual o Denasus é subordinado, para repassar o teor das auditorias, em arquivo eletrônico, para todos os 48 conselheiros nacionais. Júnior quer que o Ministério da Saúde puna os gestores que investiram dinheiro do SUS no mercado financeiro de forma irregular. “Tem muita coisa errada mesmo.”


No caso de São Paulo, a descoberta dos auditores desmonta um discurso muito caro ao governador José Serra, virtual candidato do PSDB à Presidência da República, que costuma vender a imagem de ter sido o mais pródigo dos ministros da Saúde do País, cargo ocupa-do por ele entre 1998 e 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Segundo dados da auditoria do Denasus, dos 77,8 milhões de reais do SUS aplicados no mercado financeiro paulista, 39,1 milhões deveriam ter sido destinados a programas de assistência farmacêutica, 12,2 milhões a programas de gestão, 15,7 milhões à vigilância epidemiológica e 7,7 milhões ao combate a DST/Aids, entre outros programas.


Ainda em São Paulo, o Denasus constatou que os recursos federais do SUS, tanto os repassados pelo governo federal como os que tratam da Emenda nº 29, são movimentados na Conta Única do Estado, controlada pela Secretaria da Fazenda. Os valores são transferidos imediatamente para a conta, depois de depositados pelo ministério e pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), por meio de Transferência Eletrônica de Dados (TED). “O problema da saúde pública (em São Paulo) não é falta de recursos financeiros, e, sim, de bons gerentes”, registraram os auditores.


Pelos cálculos do Ministério da Saúde, o governo paulista deixou de aplicar na saúde, apenas nos dois exercícios analisados, um total de 2,1 bilhões de reais. Destes, 1 bilhão, em 2006, e 1,1 bilhão, em 2007. Apesar de tudo, Alckmin e Serra tiveram as contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. O mesmo fenômeno repetiu-se nas demais unidades onde se constatou o uso de dinheiro do SUS no mercado financeiro. No mesmo período, Minas Gerais deixou de aplicar 2,2 bilhões de reais, segundo o Denasus. No Rio Grande do Sul, o prejuízo foi estimado em 2 bilhões de reais.


CartaCapital solicitou esclarecimentos às secretarias da Saúde do Distrito Federal, de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Em Brasília, em meio a uma epidemia de dengue com mais de 1,5 mil casos confirmados no fim de fevereiro, o secretário da Saúde do DF, Joaquim Carlos Barros Neto, decidiu botar a mão no caixa. Oriundo dos quadros técnicos da secretaria, ele foi indicado em dezembro de 2009, ainda por Arruda, para assumir um cargo que ninguém mais queria na capital federal. Há 15 dias, criou uma comissão técnica para, segundo ele, garantir a destinação correta do dinheiro do SUS para as áreas originalmente definidas. “Vamos gastar esse dinheiro todo e da forma correta”, afirma Barros Neto. “Não sei por que esses recursos foram colocados no mercado financeiro.”


O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirma jamais ter negado atendimento ou acesso à documentação solicitada pelo Denasus. Segundo Terra, foram os técnicos do Ministério da Saúde que se recusaram a esperar o fim do combate à gripe suí-na no estado e se apressaram na auditoria. Mesmo assim, garante, a equipe de auditores foi recebida na Secretaria Estadual da Saúde. De acordo com ele, o valor aplicado no mercado financeiro encontrado pelos auditores, em 2009, é um “retrato do momento” e nada tem a ver com o fluxo de caixa da secretaria. Terra acusa o diretor do Denasus, Luís Bolzan, de ser militante político do PT e, por isso, usar as auditorias para fazer oposição ao governo. “Neste ano de eleição, vai ser daí para baixo”, avalia.


Em nota enviada à redação, a Secretaria da Saúde de Minas Gerais afirma estar regularmente em dia com os instrumentos de planejamento do SUS. De acordo com o texto, todos os recursos investidos no setor são acompanhados e fiscalizados por controle social. A aplicação de recursos do SUS no mercado financeiro, diz a nota, é um expediente “de ordem legal e do necessário bom gerenciamento do recurso público”. Lembra que os recursos de portarias e convênios federais têm a obrigatoriedade legal da aplicação no mercado financeiro dos recursos momentaneamente disponíveis.


Também por meio de uma nota, a Secretaria da Saúde de São Paulo refuta todas as afirmações constantes do relatório do Denasus. Segundo o texto, ao contrário do que dizem os auditores, o Conselho Estadual da Saúde fiscaliza e acompanha a execução orçamentária e financeira da saúde no estado por meio da Comissão de Orçamento e Finanças. Também afirma ser a secretaria a gestora dos recursos da Saúde. Quanto ao investimento dos recursos financeiros, a secretaria alega cumprir a lei, além das recomendações do Tribunal de Contas do Estado. “As aplicações são referentes a recursos não utilizados de imediato e que ficariam parados em conta corrente bancária.” A secretaria também garante ter dado acesso ao Denasus a todos os documentos disponíveis no momento da auditoria.


Leandro Fortes é jornalista, professor e escritor, autor dos livros Jornalismo Investigativo, Cayman: o dossiê do medo e Fragmentos da Grande Guerra, entre outros. Também mantém um blog chamado Brasília, eu vi
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Do Blog O TERROR DO NORDESTE.

Direita fascista usa doença de Lula para pregar o ódio

Manifestações contra Lula são de "direita ressentida", diz Vladimir Safatle 
Professor de filosofia da USP entende que ex-presidente é capaz de despertar reações de amor e ódio e vê crescimento da internet como fórum para injúrias, embora ressalte caráter minoritário de intolerância explícita 
Por: João Peres, Rede Brasil Atual

Bastaram poucas horas após a divulgação de que Luiz Inácio Lula da Silva teria de se tratar de um tumor na laringe para que aflorassem nas redes sociais e em comentários de leitores em páginas da internet manifestações contra o ex-presidente da República. Alguns usuários passaram a promover uma campanha para que o petista fosse buscar tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS).

“A internet entrou em um processo de radicalização de opiniões. Muitas vezes ela não serve como um fórum de debates, ela serve como um caso de injúrias”, afirma Vladimir Safatle, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). Em breve entrevista por telefone, ele aponta que Lula é uma figura capaz de despertar amor e ódio por conta do papel inegavelmente importante que tem na história brasileira.

Sem entrar no mérito dos comentários específicos contra o ex-presidente, Safatle lembra que há um histórico de violência na direita brasileira, “que é muito ressentida com a presença da esquerda na vida política nacional”.

Cachaça e ódio
No sábado, em conversa na rádio CBN, a colunista de política Lucia Hippolito culpou Lula pela doença. “Não é surpresa tendo em vista o abuso da fala do presidente, que jamais teve um exercício de fonoaudiologia, e estava no palanque todo santo dia, tabagismo, alcoolismo”.

Ignorância e fascismo
Em um vídeo colocado no YouTube, o usuário identificado como Dâniel Fraga afirmou: “Desejo o mal. Espero que continue fumando suas cigarrilhas, seus charutos cubanos, que esse câncer volte com força total e que ele morra”. O presidente da Juventude do PSDB de Santo André, no ABC paulista, João Antonio Cardoso, discordou dos que propagaram esta visão: “Não tô feliz nada. Se essa porra morrer vai virar mártir e brasileiro idiota vai votar no PT por causa dele”.

O episódio contra Lula ocorreu um ano após as manifestações, também nas redes sociais, de intolerância contra nordestinos. Após a vitória de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais contra o tucano José Serra, floresceram em comentários as visões de que os eleitores do Nordeste haviam votado de maneira clientelista. A declaração postada pela estudante de Direito Mayara Peluso acabou por sintetizar o teor das mensagens. “"Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!”.

Para Safatle, nada que surpreenda. “Existe um setor da vida nacional que se aproveita dos sentimentos mais arcaicos para expressar sua incompreensão completa com o que está em jogo na sociedade brasileira.”

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Do Blog O Esquerdopata.

O Lula deveria ir para o SUS ? Por que derrubaram a CPMF ?

Há a colonista (*) que nos informa que D. Marisa anda nos corredores do hospital de chinelinho.

Formidável !

Seria impossível viver sem essa falsa informação, neste dia de Finados.

Mas, a colonista precisa demonstrar que sabe das coisas – quanto mais irrelevantes melhor.

Quanto mais pejorativas, melhor ainda.

Chinelinho de sisal ou uma havaiana cor de abóbora ?

E se a D Marisa usasse uma sandália rasteira da Dolce Gabana nos corredores do Sírio ?

O que diria a notável colonista ?

Está vendo, é uma Dolce Gabana mensaleira !

Há o colonista que, para mostrar suposta indignação, reproduz, um a um, os comentários raivosos contra Lula.

O colonista tem vergonha !

De que ?

Neste Dia de Finados, reapareceu um colonista que usa múltiplos chapeús.

Tinha-se a impressão de que ele estava de férias há uns seis meses, mas não: voltou.

Ele também tem vergonha do Lula.

Porque o Lula não foi para um hospital do SUS.

O SUS, como se sabe, tem recebido um volume cada vez maior de recursos do Governo Federal.

Nunca Dantes se investiu no SUS e em equipamentos para diagnosticar e tratar do câncer como agora, nestes últimos oito anos e meio.

O SUS ainda não é o serviço médico exemplar que o colonista de muitos chapéus encontra (rsrsrsrs) nos hospitais públicos dos Estados Unidos.

Como se sabe, o notável colonista de muitos chapéus, como na piada do argentino, é italiano, vive (a contragosto) no Brasil e pensa que é americano.

O presidente Lula foi para o Sírio, porque o Sírio é melhor do que os serviços do SUS.

E assim é em Nova York, por exemplo.

Se o amigo navegante for negro, desempregado, morar no Harlem e quebrar a perna, é melhor vir se tratar no SUS.

Porque, em Nova York, vai passar o resto da vida torto.

O Nunca Dantes comprou um plano de saúde.

E por isso pode ir para o Sírio.

(A mais grave doença hospitalar que se contrai no Sírio é a irresponsabilidade e a falta de ética de funcionários e médicos que passam informação para o PiG (**) como forma de cortejá-lo.)

Foram para o Sírio o Mario Covas, a Roseana Sarney, o Maluf, o Sarney e o José Alencar.

E o de muitos chapéus não pareceu incomodado quando Maluf e Sarney lá foram tratar da próstata.

Será que o Padim Pade Cerra jamais pisou no Sírio ?

Tem certeza, amigo navegante ?

Um dia, o Estadão informou que  o Padim foi fazer um cateterismo no Sirío, mas a informação sumiu do site do Estadão com a rapidez com que o Cerra foge do Ricardo Sergio (hoje).

O Nunca Dantes foi se tratar no Sírio com o oncologista e o cirurgião que passam a metade do dia no Instituto do Câncer, que atende o SUS e que recebe, cada vez mais, recursos do Governo Federal e do Estado de São Paulo.

O Dr Paulo Hoff, oncologista da Dilma e do Lula, poderia ter ficado num dos melhores hospitais do mundo, em Houston, no Texas, mas preferiu voltar para o Brasil – e também trabalhar para o SUS.

No Hospital do Câncer, ele é responsável por um dos mais sérios trabalhos em pesquisa e formação de quadros para diagnosticar e curar o câncer.

(Ao contrário do de muitos chapéus, o Dr Hoff não ficou nos Estados Unidos porque não quis.)

Por que o SUS não é ainda a maravilha dos hospitais públicos (existem ?) de Nova York ?

Porque a elite brasileira – a que os colonistas se filiam, num papel subalterno – acabou com a CPMF.

Dr Fernando Henrique Cardoso, que faz exame de DNA do filho em Nova York, liderou o movimento para acabar com a CPMF.

Na gloriosa campanha para tirar dinheiro do SUS, o Farol de Alexandria liderou senadores hoje derrotados – Arthur Virgilio Cardoso e Tasso tenho jatinho porque posso !, por exemplo – para destruir a CPMF que, a pedido de Adib Jatene, ele mesmo instituiu.

O que fez o Padim – para salvar a CPMF ?

Nadinha.

Recolheu-se atrás da frondosa árvore do PiG (**).

O preconceito contra o Lula e a possibilidade de se concretizar o “2014 já era”, como disse o Aloysio 300 mil, se manifestam de diversas maneiras.

Destruir o SUS é uma delas.

Não querer que o Maluf se trate no Sírio é outra.

Destruir o ENEM, a banda larga dos pobres para a universidade, é outra.

A do momento.

E assim vai o PiG (**), incansavelmente.

De chinelinho pelos corredores.


Paulo Henrique Amorim

Do Blog CONVERSA AFIADA.

Grosserias nada cheirosas



Hoje, li ou ouvi o que dizem três jornalistas da Folha sobre a doença, o tratamento e a repercussão política da situação de Lula.
Madame Eliane Cantanhede, com a falta de modos que lhe é peculiar, escreve sobre a volta de quem chama de “a fera” à política. Algumas frases, recolhidas com luva plástica, claro:
“Tudo bem largar de vez a maldita cigarrilha, parar de tomar seus goles, controlar a gula e resistir às comidas pesadas de que tanto gosta.”
“Lula se deleitava com o poder, os holofotes e as mordomias, mas adorou se livrar da administração, da papelada que nunca lia, das solenidades entediantes, da legião de puxa-sacos e até do terno que foi obrigado a aturar em oito anos de mandato”.
“Quem visita o ex-presidente diz que ele parece pinto no lixo moldando a candidatura Haddad, botando o PT paulista no bolso, divertindo-se com a agonia do PSDB (quem tem quatro candidatos não tem nenhum, só um medo danado de perder para o adversário inventado por Lula)”.
“Quimioterapia é dureza. O cabelo cai, a barba se vai, o estômago embrulha, o cansaço pesa. Mas nem isso vai afastar “a fera” da política. E os médicos vão até gostar. Tanto quanto a químio, a política é tiro e queda para Lula derrotar o câncer”.
Que texto “cheiroso”, não é? Que delicadeza, que sensibilidade humana…
A segunda foi a D. Monica Bergamo, em sua coluna, vivamente interessada em quem está pagando o tratamento de Lula. Ora, isso é um problema particular dele, não interessa a mais ninguém. Se o jornal soubesse de alguma “maracutaia” nisso, vá lá. E olha lá se os médicos vão querer cobrar, hein, porque a mídia e o destaque que obtêm – alguns até falando demais – lhe garantem destaque e notoriedade.
Mas nem tudo está perdido. Ouvi, cedo, o comentário de Kennedy Alencar – uma pessoa que tem educação e respeito humano, na CBN.
“Essa agenda do Lula, cheia de palestras, que ele está cobrando, é uma forma que ele encontrou, fora do Governo, para construir um patrimônio, para deixar para a mulher, os filhos e os netos. O Lula não é um político rico. Em 40 anos de política, ele não ficou rico, ao contrário de muitos políticos”.
Existe, como se vê, gente capaz de ser crítica e fazer análise política sem deixar de ser um ser humano equilibrado e respeitoso. Isso não deveria merecer elogios, é o que se espera de qualquer um. Mas é tão raro encontrar que a gente tem de registrar, não é?

Do Blog TIJOLAÇO.COM

Nelson Breve vai presidir estatal de comunicação

A presidente Dilma Rousseff nomeou o jornalista Nelson Breve para presidir a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que reúne a TV Brasil, a Agência Brasil e oito emissoras de rádio, entre outros veículos de comunicação. A nomeação do jornalista, por um período de quatro anos, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. Breve entra no lugar da jornalista Tereza Cruvinel, que exerceu a função no período de 2007 a 2010.

Nascido em Ourinhos, no interior de São Paulo, Nelson Breve formou-se em jornalismo na Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo (USP). Ele trabalhou como repórter da Rádio Eldorado, pertencente ao Grupo Estado, e foi repórter especial da Agência Estado.

Jornalista há 18 anos, Breve especializou-se na cobertura econômica e política em Brasília, atuando como setorista no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, nos ministérios da área econômica e no Banco Central. Ele também acompanhou os movimentos sociais.

Nelson Breve também foi secretário de Imprensa da Presidência da República, no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde abril deste ano, ocupa na EBC o cargo de superintendente de Comunicação Multimídia.

Ao longo dos anos, o jornalista também acumulou experiência em chefia de equipes, gerência administrativa, análise de gestão, planejamento estratégico, desenvolvimento de projetos, gestão de contratos públicos e privados, estratégia de comunicação, eventos multilaterais internacionais, gerenciamento de risco e enfrentamento de crises, atuando como executivo e gestor do segundo escalão do governo federal.

Como diretor-presidente da EBC, Nelson Breve vai administrar uma empresa com 1.422 funcionários, sendo 902 empregados efetivos, 140 contratados temporariamente e 380 comissionados, e um orçamento de R$ 413,7 milhões.

A EBC engloba duas TVs públicas (TV Brasil e TV Brasil Internacional), a Agência Brasil, a Radioagência Nacional, oito emissoras de rádio e a EBC Serviços, braço da empresa que presta serviços ao governo federal, opera a TV NBR e serviços conexos como A Voz do Brasil, os programas Café com a Presidenta e Bom Dia, Ministro, o Banco de Notícias e a Mídia Impressa.

Em vídeo, Lula agradece pelo apoio recebido

Ao lado de sua esposa, Marisa Letícia, o ex-presidente  Lula agradeceu pelo apoio dado por milhares de pessoas que lhe enviaram mensagens de solidariedade.

O vídeo foi gravado na tarde deste terça-feira (1º), pouco antes de Lula deixar o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde fez sua primeira sessão de quimioterapia..


Vídeo: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Enviado pela assessoria de imprensa de Lula do Instituto Lula

Bemvindo Sequeira manda vibrações positivas para Lula, participe também! #TEIMALULA



http://youtu.be/f_7UH4r0j_0

Nessa campanha, grave seu 1 minuto torcendo pelo Lula, entreviste pessoas na rua, e traga para o #TEIMALULA pelo link http://www.youtube.com/user/teimalula entre em contato com os usuários do canal dizendo que está querendo incluir seu vídeo no canal!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

TV GLOBO NA BERLINDA - MERDTV PEDE DESCULPAS POR EMPURRÃO EM MONALISA



O grupo intitulado MERDTV assumiu que foi o autor do protesto realizado ontem junto ao link da TV Globo, quando a repórter Monalisa Perrone estava ao vivo para o jornal Hoje, fazendo matéria sobre o presidente Lula e sua internação no Hospital Sírio e Libanês.

O grupo apresentou suas desculpas por ter empurrado a jornalistas, e alegou que essa não era a sua intenção, e que o choque contra a profissional  da TV só aconteceu por conta da interferência dos seguranças da emissora que tentaram impedir o protesto, empurrando os três integrantes do MERDTV.

A própria explicação do grupo, reforça a minha posição que não pode se utilizar de métodos violentos para protestar contra a TV Globo ou outra emissora qualquer.

Que o MERDTV prossiga realizando seus protestos com irreverência e denunciando a postura da TV Globo, apontando tudo o que de ruim entende que a emissora produz, e que faça sempre isso dentro da legalidade e respeito à integridade física dos jornalistas e repórteres que, podemos não gostar, discordar, criticar, mas nunca agredir ou impedir que falem o que entendem que deva ser falado.

Isso é democracia, isso é respeito ao Estado de Direito.

O link do MERDTV

Charge Online do Bessinha

O SUS, a ironia e o mau gosto

Por Nina Crintzs
 
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As tensões da política


Os médicos ouvidos nestes últimos três dias debitam ao fumo e ao álcool a enfermidade que castiga Lula. As terríveis verdades são muitas, como as cabeças da hidra. A enfermidade, desde Hipócrates, tem sido vista como o resultado de um conflito. Em primeiro lugar, há o conflito entre o desenho evolutivo do homem e sua construção individual. As descobertas recentes mostram que esse conflito se inicia na combinação genética. Mas é preciso também ver a doença, como indicam outros estudiosos, no confronto entre o organismo e o ambiente, como atestam as doenças profissionais. O ambiente não é só o físico, com as alterações do clima e a poluição. Mais duro talvez seja o ambiente da vida em comum – a circunstância moral em que os homens se movem.
No caso dos homens públicos, as pressões do dia-a-dia e as noites indormidas, nas duras exigências da política, costumam ser fatais. Essas pressões, quando as saídas se estreitam, podem levar muitos ao suicídio, como ocorreu a Getúlio Vargas, em 1954, a José Manuel Balmaceda, do Chile em 1891, e provavelmente a Allende, em 1973. No caso, essa fatalidade costuma ser indiferente às questões éticas. Tanto podem levar ao suicídio as grandes causas quanto a demência, como ocorreu a Nero, entre outros.
Normalmente, essas tensões são indutoras de enfermidades graves. Em nossa contemporaneidade – à parte casos suspeitos, como os da morte de Jango, Lacerda e Juscelino – assistimos ao sofrimento e ao fim de Teotônio Vilela, Mário Covas, Quércia, José Alencar, e Itamar Franco, todos eles atingidos pelo traiçoeiro, como ao câncer se referiu outra de suas vítimas, José Aparecido de Oliveira. Com Itamar, que estava em seu momento mais alto da vida, a leucemia foi mais cruel, não lhe dando muita chance para a luta. José Aparecido estava fora do poder, mas as vicissitudes dos últimos anos, quando viu a grande criação de sua vida política – a CPLP – estiolada pela sabotagem do governo Fernando Henrique – devem ter contribuído para a vitória do traiçoeiro.
O caso de Tancredo – que poderia ter exercido a Presidência, não fossem os erros médicos, tão toscos que levam à suspeição – foi de outra etiologia e diferente patologia, mas é evidente que as duras tensões acumuladas, ao longo da vida, contribuíram para que o seu organismo fosse menos resistente, naqueles 38 dias fatais.
Naqueles sete meses, que vão de 14 de agosto de 1984 – quando deixou o governo de Minas – à véspera da frustrada posse na Presidência, Tancredo foi exposto a pressões que nenhum outro político brasileiro sofrera. Elas foram quase intoleráveis, nas articulações para a consolidação da Aliança Democrática e, em seguida à eleição, na formação do Ministério. Testemunha daqueles dias finais, em que as tensões se fizeram mais duras, sei que os constrangimentos – por mais resistente ele fosse – ajudaram a arranhar-lhe os nervos, debilitar suas células e provocar o intenso conflito entre a força de seu caráter e as injunções da inesperada enfermidade.
A História está repleta desses dramas. O caso de Evita Perón é um deles, o de Kirchner, outro. Antes deles, também na Argentina, houve Yrigoyen, o pioneiro da política antiimperialista continental e hoje esquecido. O grande presidente, o primeiro a nacionalizar o petróleo, com a criação do YPF, foi destituído em sua segunda presidência – tal como Vargas, pelas pressões da Standard Oil, e tal como Vargas, com a traição de generais a serviço de Washington. É bom anotar que o YPF, a Petrobrás argentina, assumiu o monopólio do mercado do petróleo em 1º de agosto de 1930, e em 6 de setembro o general Uriburu deu o golpe de Estado. Yrigoyen não se matou, mas foi confinado na Ilha de Martin Garcia, onde a depressão lhe corroeu a saúde, para matá-lo em 1933. Eva pode ter sido, e foi, a adolescente sonhadora, que se aproximou de um homem poderoso e o tornou mais poderoso ainda, instigando-o com sua própria determinação e coragem. Uma vez no poder, ela recuperou a ligação com o povo a que pertencia, como filha bastarda de um capataz de fazenda e de uma dona de pensão, e neta de carroceiro basco e de uma vivandeira, durante a guerra de extermínio contra os índios do norte, movida pelo general Julio Roca. No poder, ela se confrontou não só com os inimigos de Perón, mas também com correligionários do general, que não suportavam a sua influência ideológica. Foram pressões fortes, algumas talvez do próprio Perón, que alimentaram o câncer que a matou.
Estamos agora assistindo à resistência de Hugo Chávez à doença. Seus inimigos exultam e esperam. Seus partidários temem o pior, mas é certo que ele vem lutando com coragem, como lutaram, e lutam os nossos.
Felizmente, uma providencial dor de garganta levou Lula aos médicos, e as suas chances de cura são iguais às que ajudaram Dilma, que venceu a enfermidade e está em plena e bem conduzida atividade como presidente da República – uma república que, de acordo com a síntese dura de Jânio Quadros, “está, desde Deodoro, sob o signo do infortúnio”. Mas não há dúvida que, também em seu caso, as tensões atuaram a fim de abrir-lhe o corpo à doença.
Polícia contra polícia
É constrangedor que, no mesmo dia em que observadores internacionais anunciam que o Brasil, neste fim de ano, ultrapassará a orgulhosa Grã Bretanha, como a sexta economia do mundo, o deputado Marcelo Freixo seja obrigado a refugiar-se no exterior, ameaçado de morte por “milicianos”, ou seja, por políticos e bandidos, associados às forças policiais do Rio de Janeiro.
É um desaforo e um desafio ao Estado, que não pode continuar sem resposta dura e definitiva. A solução está em criar nova organização policial civil, subordinada diretamente ao governo da União, bem remunerada, formada por homens de coragem e idoneidade moral, que possa, a pedido dos estados, identificar e levar à justiça esses criminosos. A lei penal deve ser também revista, a fim de punir, com mais rigor e celeridade, os que, pagos para proteger a sociedade, tornam-se matadores vulgares, como os assassinos dos pobres da periferia, e de juízes, como Patrícia Acioly – e que pretendem matar o deputado Marcelo Freixo.

Malditos comunistas!

José Roberto Torero
Carta Maior

Acabaram os jogos Pan-Americanos e mais uma vez ficamos atrás de Cuba.

Mais uma vez!

Isso não está certo. Este paiseco tem apenas 11 milhões de habitantes e o nosso tem 192 milhões. Só a Grande São Paulo já tem mais gente que aquela ilhota.

Quanto à renda per capita, também ganhamos fácil. A deles foi de reles 4,1 mil dólares em 2006. A nossa: 10,2 mil dólares.

Pô, se possuímos 17 vezes mais gente do que eles e nossa renda per capita é quase 2,5 vezes maior, temos que ganhar 40 vezes mais medalhas que aqueles comunas.

Mas neste Pan eles ganharam 58 ouros e nós, apenas 48.

Alguma coisa está errada. Como eles podem ganhar do Brasil, o gigante da América do Sul, a sétima maior economia do mundo?

Já sei! É tudo para fazer propaganda comunista.

A prova é que, em 1959, ano da revolução, Cuba ficou apenas em oitavo lugar no Pan de Chicago. Doze anos depois, no Pan de Cáli, já estava em segundo lugar. Daí em diante, nunca caiu para terceiro. Nos jogos de Havana, em 1991, conseguiu até ficar em primeiro lugar, ganhando dos EUA por 140 a 130 medalhas de ouro.

Sim, é para fazer propaganda do comunismo que os cubanos se esforçam tanto no esporte. E também na saúde (eles têm um médico para cada 169 habitantes, enquanto o Brasil tem um para cada 600) e na educação (a taxa de alfabetização deles é de 99,8%). Além disso, o Índice de Desenvolvimento Humano de Cuba é 0,863, enquanto o nosso é 0,813.

Tudo para fazer propaganda comunista!

Aliás, eles têm nada menos do que trinta mil propagandistas vermelhos na cultura esportiva. Ou professores de educação física, se você preferir. Isso significa um professor para cada 348 habitantes. E logo haverá mais ainda, porque eles têm oito escolas de Educação Física de nível médio, uma faculdade de cultura física em cada província, um instituto de cultura física a nível nacional e uma Escola Internacional de Educação Física e Desportiva.

Há tantos e tão bons técnicos em Cuba que o país chega a exportar alguns. Nas Olimpíadas de Sydney, por um exemplo, havia 36 treinadores cubanos em equipes estrangeiras.

E existem tantos professores porque a Educação Física é matéria obrigatória dentro do sistema nacional de educação.

Até aí, tudo bem. No Brasil a Educação Física também é obrigatória.

A questão é que, se um cubano mostrar certo gosto pelo esporte, pode, gratuitamente, ir para uma das 87 Academias Desportivas Estaduais, para uma das 17 Escolas de Iniciação Desportiva Escolar (EIDE), para uma das 14 Escolas Superiores de Aperfeiçoamento Atlético (ESPA), e, finalmente, para um dos três Centros de Alto Rendimento.

Ou seja, se você tiver aptidão para o esporte, vai poder se desenvolver com total apoio do estado.

Pô, assim não vale!

Do jeito que eles fazem, com escolas para todos, professores especializados e centros de excelência gratuitos, é moleza.

Quero ver é eles ganharem tantas medalhas sendo como nós, um país onde a Educação Física nas escolas é, muitas vezes, apenas o horário do futebol para os meninos e da queimada para as meninas. Quero ver é eles ganharem medalhas com apoio estatal pífio, sem massificar o esporte, sem um aperfeiçoamento crescente e planejado.

Quero ver é fazer que nem a gente, no improviso. Aí, duvido que eles ganhem de nós. Duvido!

Malditos comunistas...


José Roberto Torero é formado em Letras e Jornalismo pela USP, publicou 24 livros, entre eles O Chalaça (Prêmio Jabuti e Livro do ano em 1995), Pequenos Amores (Prêmio Jabuti 2004) e, mais recentemente, O Evangelho de Barrabás. É colunista de futebol na Folha de S.Paulo desde 1998. Escreveu também para o Jornal da Tarde e para a revista Placar. Dirigiu alguns curtas-metragens e o longa Como fazer um filme de amor. É roteirista de cinema e tevê, onde por oito anos escreveu o Retrato Falado.

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