Ele conseguiu identificar os autores, e algumas conexões interessantes:
1) A organização remetente tem como responsável Nei Mohn (foi presidente da “Juventude Nazista” em 1968, ex-informante do órgão de repressão na ditadura, suspeito de atos de terrorismo na década de 80, como bombas em bancas de jornais e outros atentados, foi investigado por falsificar o jornal da Igreja Católica, atacando religiosos que denunciavam torturas).
2) O filho de Nei Mohn, o advogado Bruno Degrazia Möhn trabalha para um grande escritório de advocacia de Brasília contratado por Daniel Dantas para representar o deputado federal Alberto Fraga (DEM) em ação no TCU movida pelo deputado para tentar impedir a compra de ações da Brasil Telecom pelos fundos de pensão.
Está tudo documentado em detalhes no Rodrigo Vianna.
Promotoria pede pena de morte para golpista da Coreia do Sul. Viu,
Bolsonaro?
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Nesta terça. 13, a Procuradoria da Coreia do Sul solicitou a pena de morte
para o ex-presidente Yoon Suk Yeol, conhecido como o "*Sergio Moro coreano*".
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Há 14 horas
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