quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Ninguém aguenta mais o "Jornal Nacional",nem a Fátima Bernardes"

Fátima Bernardes deve deixar o "Jornal Nacional"
MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA
A apresentadora Fátima Bernardes, 49, deve deixar a bancada do "Jornal Nacional". A Folha apurou que ela alega cansaço na função. O anúncio pode ser feito em breve.


Procurado, o diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, disse em um primeiro momento que não estava ouvindo direito a ligação.
Em seguida, sua secretária ligou para a reportagem. Disse que ele estava numa reunião com a cúpula da empresa e que, por isso, não poderia conversar.
O diretor da Central Globo de Comunicação, Luis Erlanger, também não retornou os telefonemas. Seu secretário disse que ele estava em um compromisso importante e, por isso, incomunicável.
Fátima Bernardes entrou para a TV Globo em 1987. Ela passou pelo "RJTV", "Jornal da Globo" e "Fantástico" antes de assumir o "Jornal Nacional", em 1998, ao lado de seu marido, William Bonner, 48. Ela substituiu Lillian Witte Fibe na bancada.
Fátima e Bonner são pais dos trigêmos Vinícius, Beatriz e Laura, que nasceram em 1997.

João Miguel Júnior/TV Globo
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do "Jornal Nacional", da TV Globo
Os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, apresentadores do "Jornal Nacional", da TV Globo
O "Jornal Nacional" entrou no ar em 1969 com Hilton Gomes e Cid Moreira. Em 1972, Sérgio Chapelin passou a dividir a bancada com Moreira. A dupla comandou o programa durante 11 anos.
Em 1983, Celso Freitas substituiu Chapelin e formou dupla com Cid Moreira por seis anos, até a volta de Chapelin ao "JN". Em 1996, começaram a comandar o jornal William Bonner e Lillian Witte Fibe.

Permitido para menores. Eis o que quer a Globo

Sob o argumento da liberdade de expressão, Rede Globo tenta derrubar classificação indicativa no Supremo; quatro ministros já votaram a favor; para procurador-geral da República, interesses são legítimos, mas puramente comerciais
A TV Globo pode obter vitória em uma velha luta contra o Ministério da Justiça e sua política de classificação indicativa para a programação de TV. O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quarta-feira uma ação que questiona a limitação do horário em que podem ser exibidas novelas, séries e filmes, de acordo com sua classificação.
A ação já havia recebido quatro votos a favor quando o julgamento foi interrompido por pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi movida pelo PDT em 2001 e, em maio deste ano, a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), ligada à TV Globo, entrou com pedido de Amicus Curiae, em que solicita o direito de participar do julgamento por se considerar capaz de contribuir na discussão.
A ADI questiona o artigo 254 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O estatuto prevê multa de 20 a 100 salários mínimos para emissoras que descumprirem as regras da classificação indicativa. A pena pode ser duplicada em caso de reincidência e a emissora pode ter a programação suspensa por até dois dias.
A última portaria do Ministério da Justiça, baseada no ECA, estipula seis faixas etárias com base no nível de violência, consumo de drogas e sexo exibidos em programas de audiovisual. Filmes e novelas classificados como livres podem ser assistidos por pessoas de todas as idades e exibidos em qualquer horário. Classificados na faixa de 10 anos também podem ser veiculados em qualquer horário e recomendado para maiores de 10 anos.
A partir de 12 anos, há veiculação horária: programas recomendados para maiores de 12 anos só podem ser exibidos a partir de 20h; para maiores de 14 anos, a partir de 21h; 16, depois das 22h; e 18, após as 23h. Uma equipe da Secretaria Nacional da Justiça é responsável por determinar a classificação dos produtos de audiovisual, assim como jogos.
Ao contrário de filmes nacionais e estrangeiros e séries estrangeiras, a que os classificadores assistem antes do lançamento para determinar a faixa etária, no caso das novelas e séries nacionais é a própria emissora que estipula a idade mínima. O Ministério acompanha todos os capítulos e, quando considera que o estipulado pela TV não condiz com o conteúdo, pede a readequação ou reclassificação.
É o caso da novela "Mulheres de Areia", que está sendo reprisada na TV Globo durante a tarde, horário em que só é possível exibir programas de classificação livre ou para mais de 10 anos. A Globo teve que usar recursos tecnológicos para esconder os seios da modelo que faz a abertura da novela. Em "O Clone", também reprisada este ano às tardes, cenas de consumo de drogas foram cortadas.
O problema maior ocorre quando o Ministério da Justiça mexe no horário nobre e impõe a reclassificação da novela das 8h, como tentou em "Fina Estampa". O governo chegou a advertir a Globo de que as cenas de violência e prostituição justificavam reclassificação da novela para 14 anos, mas a Globo apresentou justificativas que fizeram o Ministério recuar e manter o programa para maiores de 12 anos.
O relator da matéria no STF, o ministro Antonio Dias Toffoli, votou pelo fim da vinculação horária, alegando que a classificação indicativa deve ser um aviso ao usuário e não uma censura ou pena para que não segue as determinações do Estado. “Buscou a Constituição conferir aos pais o papel de supervisão efetiva sobre o conteúdo acessível aos filhos”, disse.
O ministro sugeriu que a regulação seja feita por emissoras e sociedade civil e que os abusos sejam tratados na Justiça, caso a caso. Antes do pedido de vistas, votaram pelo fim da vinculação horária os ministros Luiz Fux, Carmen Lúcia e Ayres Britto. Não há data para a continuação da análise.
Para a Abert, a vinculação horária é censura. “A censura é um mal que não ousa pronunciar seu nome, preferindo travestir-se de expressões de forte apelo populista”, disse o advogado Gustavo Binenbojm.
Favorável ao sistema atual de classificação indicativa, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, argumentou que o ECA não impõe censura, pois não faz restrição à veiculação de ideias, mas atende ao interesse público de proteção das crianças e adolescentes. Gurgel atacou as emissoras ao dizer que o incômodo da vinculação horária não é a restrição da liberdade de expressão, mas dos interesses comerciais. “É notório que o embaraço existente são os interesses comerciais, legítimos, mas comerciais, e não, evidentemente, a sacralidade da liberdade de expressão”, declarou.
Evam Sena
No Brasil 247

Monge católico confessa pedofilia e diz que congregação sabia dos crimes

Pierre-Etienne Albert, que atualmente tem 60 anos e vive recluso em uma abadia, está sendo julgado por assediar 38 crianças de 5 a 14 anos entre 1985 e 2000
Pierre-Etienne Albert, que atualmente tem 60 anos e vive recluso em uma abadia, está sendo julgado por assediar 38 crianças de 5 a 14 anos entre 1985 e 2000

Paris - Um monge francês confessou nesta quarta-feira ter cometido atos de pedofilia durante vários anos em uma congregação ciente de suas atitudes, durante o primeiro dia do julgamento aberto contra ele em Rodez, na França.
Pierre-Etienne Albert, que atualmente tem 60 anos e vive recluso em uma abadia, está sendo julgado por assediar 38 crianças de 5 a 14 anos entre 1985 e 2000.
No entanto, ele mesmo confessou que a lista é muito maior e revelou 57 nomes, mas muitos dos casos não serão julgados ou porque prescreveram ou porque não houve processo.
Os abusos aconteceram na comunidade católica de Béatitudes, uma congregação que proclama a vivência alegre da fé e que está sendo investigada na França por possíveis tendências sectárias.
Pierre-Etienne Albert
Albert, que escrevia as canções dos monges e dirigia os coros, viajou por vários centros da congregação e, graças a seus trabalhos, teve acesso a muitos menores, cometendo práticas de pedofilia confessas em tribunal, onde também pediu perdão a suas vítimas.
"Espero que encontrem consolo depois deste julgamento", disse o monge perante a corte e diante de muitas das vítimas que acudiram ao processo. Albert, que pode ser condenado a uma pena de até dez anos de prisão, declarou também que contou a seus irmãos de congregação os crimes pelos quais agora está sendo julgado.
Mesmo depois de seu relato, os membros da comunidade católica nada fizeram, nem mesmo o afastaram de suas funções que envolviam contato com as crianças.
Nenhum dos responsáveis pela congregação admitiu os fatos e nenhum aparece como acusado, porque os delitos de ocultação de denúncia também já prescreveram.
No Exame, via MARIA DA PENHA NELES!

Os banqueiros não desistem

Por Mauro Santayana (22/11/11)
Para que se incluam na sociedade humana os marginalizados de hoje, é preciso dela excluir os verdadeiros marginais: os grandes banqueiros privados e seus poderosos clientes. Não é o que está acontecendo na Europa, onde os banqueiros estão assumindo o poder em lugar de líderes fracos e acovardados.
A Europa entrou em um vácuo político, e os banqueiros estão assumindo o poder em lugar dos líderes fracos e acovardados, que, desprovidos de inteligência e legitimidade, não souberam conduzir o processo. Tanto na Itália, quanto na Grécia – em nome da racionalidade técnica, que bem conhecemos aqui – são notórios serviçais do sistema financeiro internacional os escolhidos, para intervir nos governos nacionais, pelo Goldman Sachs, mediante o Banco Central Europeu.
Sua missão é simples: pagar aos bancos credores a dívida dos dois países. Para reunir os recursos necessários, a receita é velha, e nós também a conhecemos, quando economistas medíocres do FMI nos visitavam e cortavam, nos orçamentos nacionais, os investimentos sociais, a fim de que sobrassem recursos para a rolagem da dívida externa.
Os novos chefes de governo, tanto na Itália, quanto na Grécia, são interventores dos grandes credores internacionais que, à revelia dos governos europeus, criaram um comitê paralelo para cuidar do assunto. Os políticos foram simplesmente descartados, e, em seu lugar, participam do comitê os dirigentes dos bancos centrais, sob a chefia formal do Banco Central Europeu, mas sob o comando real do Goldman Sachs.
O Goldman Sachs, fundado em 1869, no momento em que começavam a surgir as grandes empresas petrolíferas norte-americanas, pelo banqueiro Marcus Goldman, é hoje o maior banco de investimentos no mundo. Cuida dos ativos financeiros dos grandes estados, das mais poderosas empresas e das famílias mais ricas do planeta.
Mário Monti – a menos que Berlusconi ainda surpreenda mais uma vez – assumirá o governo italiano. É velho empregado do Goldman Sachs, e seu principal conselheiro para assuntos europeus. Um eurocrata, que, entre outras missões, cuidou dos assuntos de concorrência na União Européia e propôs o esquartejamento de todas as grandes empresas estatais e a privatização dos retalhos. Lukas Papademos, o novo premiê grego, foi presidente do Banco Central grego, de 1994 a 2002, e vice-presidente do Banco Central Europeu, de 2002 a 2010.
Mais importante do que essas ligações, ambos são membros históricos da famosa Comissão Trilateral, fundada em 1973, por iniciativa do banqueiro David Rockefeller, constituída de personalidades do mundo financeiro e acadêmico dos países da Europa Ocidental, da América do Norte (isto é, dos Estados Unidos e do Canadá) e do Japão, a fim de submeter o mundo aos seus interesses. Foram a Comissão Trilateral e o Clube de Bilderbeg que, antes que Margareth Thatcher e Reagan assumissem o poder, delinearam o projeto do cerco ao sistema socialista; o fim do estado de bem-estar social no mundo; a ditadura do mercado, mediante o neoliberalismo e a globalização, sob o comando dos grandes bancos.
Além disso, ambos são igualmente membros do Grupo de Bilderberg, que, desde 1954, se reúne anualmente, a fim de combinar sua ação estratégica a fim de “governar” o mundo, conforme coincidem todas as informações. O grupo, do qual são membros ativos, desde então, os sucessivos presidentes do Goldman Sachs, conta com a participação de norte-americanos como Paul Wolfowitz, Donald Rumsfeld, Bill Gates, Bill Clinton e Condoleeza Rice, entre outros. Todos os encontros e decisões são rigorosamente secretos.
Enquanto os estados nacionais não exercerem diretamente o controle de suas finanças, e de suas relações econômicas internacionais, as crises, a desigualdade, as guerras, o desemprego, a miséria e a rapina dos países débeis continuarão assolando a humanidade. Para que se incluam na sociedade humana os marginalizados de hoje, é preciso dela excluir os verdadeiros marginais: os grandes banqueiros privados e seus poderosos clientes.
(*) Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Copom reduz Selic em 0,5 ponto porcentual

Segundo o comitê, diante das turbulências do cenário global, 'ajuste moderado' da taxa básica é consistente com a convergência da inflação para a meta em 2012
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira, 30, por unanimidade, cortar a taxa Selic em 0,5 ponto porcentual para 11% ao ano. Com isso, manteve o ritmo de queda do juro básico da economia iniciado em agosto, quando a taxa havia sido reduzida em 0,5 ponto porcentual.
A decisão de hoje ficou em linha com a previsão da maior parte dos analistas financeiros. De acordo com levantamento do AE Projeções, serviço da Agência Estado, de 71 instituições financeiras consultadas, 70 esperavam uma queda de 0,5 ponto porcentual, e uma apostava em corte de 1 ponto porcentual.
A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 17 e 18 de janeiro. A ata da reunião de hoje será divulgada pelo BC na quinta-feira da próxima semana, dia 8 de dezembro.
Apesar da redução, o Brasil continua líder no ranking de juros reais entre 40 países, de acordo com cáculo feito pela Cruzeiro do Sul Corretora, em parceria com a Weisul Agrícola.  
Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 11,00% a.a., sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012.
Veja a íntegra do comunicado do Copom:
"Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 11,00% a.a., sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012."

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Do Blog O Esquerdopata.

Dilma, a nova marca do Brasil



“O destaque da presidenta na revista New Yorker desta semana é o reconhecimento pelo trabalho de Dilma que, neste primeiro ano de governo, manteve o Brasil na rota do desenvolvimento sustentável
Edinho Silva, Brasil 247
A presidenta Dilma Rousseff é destaque desta semana da revista norte-americana “The New Yorker”. A revista relata a trajetória política da presidenta, como militante anti-ditadura, nos anos 60, secretária de governo em Porto Alegre e ministra da Casa Civil no Governo Lula. E ressalta a sua forte presença à frente das políticas de governo, como o lançamento do Programa Brasil sem Miséria, criado para eliminar a pobreza extrema no país até 2014.
A reportagem também ressalta os avanços conquistados pelo Brasil nos últimos nove anos, que tirou 28 milhões de pessoas da linha da pobreza. Segundo a revista, o país tem um orçamento equilibrado, quase o pleno emprego, dívida interna e inflação baixas. Para a The New Yorker, o Brasil “é, caoticamente, democrático, e tem uma imprensa livre”.
Esse destaque é o reconhecimento pelo trabalho da presidenta Dilma que, neste primeiro ano de governo, manteve o Brasil na rota do desenvolvimento sustentável, respeitando os limites dos recursos naturais e priorizando os investimentos públicos na melhoria da infraestrutura, dos sistemas de educação e saúde. Também se preocupou em adotar medidas de estimulo à economia, para criar novos empreendimentos e permitir a manutenção do nível de empregos.”
Artigo Completo, ::Aqui::

Controlar do Cerra é uma fraude. Não controla nada



Saiu na Folha (*), pág. C4:

“Carro sem inspeção passa ileso por (sic) radar”

“Prefeitura (do Kassab, vice do Cerra – um especialista em escolher vices … PHA ) só checa se motorista fez medição de poluentes, caso ele cometa outra infração, como exceder velocidade”

“Problema é apontado como um dos motivos para o baixo número de autuações”.

O Jornal Agora (o único que presta em São Paulo), mostra na pág. A3:

“Kassab pagou R$ 1,5 milhão para Controlar acessar dados”.


“Promotoria pediu à Justiça devolução do valor.”

Simples: a Controlar queria ter acesso IRRESTRITO aos dados dos  carros e seus proprietários.

Aí, o Kassab (vice do Cerra) pagou do bolso da Prefeitura ao DETRAN do Governo do Estado para pegar os dados e entregar, de graça, à Controlar.

Os bens do Kassab estão indisponíveis.

O Alckmin põe a culpa nele.

Mas, Kassab não deve se preocupar.

Se for deposto, volta logo, como aconteceu com o presidente do metrô, que voltou ao cargo, apesar das suspeitas.

João Faustino, operador da Controlar e suplente do senador José Agripino, amigo dileto de Fernando Henrique e do Cerra, está em cana.

Faustino trabalhou na Casa Civil do Cerra, ao lado do Aloysio 300 mil durante anos e anos a fio.

E o PSDB faz um comercial sobre ratos.

Como diz o Mino Carta, naquele editorial sobre o denuncismo: são uns hipócritas !

Ou, “por que se denuncia tanto ?”

Entre outros motivos, para fazer uma barreira de proteção contra o que se passava em São Paulo, dentro do Palácio do Governo.

O que o João Faustino fazia no Governo Cerra ?

Por falar nisso, o que fazia a empresa de arapongagem que o Cerra pagava com dinheiro do Erário e o Alckmin mandou embora ?

Era para grampear quem ?


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Do Blog CONVERSA AFIADA.

A boquinha tucana de João Faustino em São Paulo



“Detido pela Operação Sinal Fechado, o ex-deputado e suplente de senador recebia, até o ano passado, remuneração mensal de duas estatais paulistas de transporte; tanto no governo de José Serra (à esq.) quanto no de Geraldo Alckmin (à dir.)
Detido por conta da investigação de um esquema de fraudes em licitações do Detran do Rio Grande do Norte, o suplemente de senador João Faustino (PSDB-RN) recebeu, até julho do ano passado, remuneração mensal da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) de São Paulo. O pagamento de jetons que variavam de R$ 3,5 mil a R$ 4,4 mil pelas estatais de São Paulo aproxima ainda mais o ex-deputado detido do ex-governador José Serra e do atual governador do estado, Geraldo Alckmin.
Enquanto Serra foi governador de São Paulo, Faustino despachava no Palácio dos Bandeirantes, como subchefe da Casa Civil. Naquela época, ele estava diretamente subordinado ao então chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, hoje senador pelo PSDB. Quando Serra se tornou presidenciável, João Faustino passou a coordenar as atividades da campanha – inclusive a arrecadação de recursos – fora de São Paulo. Mas não deixou de receber das estatais paulistas.
Hoje acusado de fazer lobby para um consórcio envolvido no esquema da inspeção veicular, Faustino era apenas um dos dez ex-parlamentares que as empresas do governo de São Paulo empregaram até o ano passado em seus conselhos de administração, entre eles a ex-vereadora e ex-subprefeita Soninha Francine (PPS). A lista incluía políticos de partidos como PSDB, PPS e DEM, de estados como Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. Todos recebiam, por reunião mensal, entre R$ 3,5 mil e R$ 4,4 mil, o chamado jetom – como o regulamento permite até duas sessões remuneradas por mês, eles podiam acumular até R$ 8,8 mil em 30 dias.
A conexão Rio Grande do Norte–São Paulo foi reforçada ainda mais nesta segunda-feira, quando o procurador jurídico da prefeitura de São José do Rio Preto, Luiz Antonio Tavolaro, deixou o cargo sob a acusação de integrar a quadrilha que controlava o serviço de inspeção veicular no estado nordestino. Ex-diretor Jurídico da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A de São Paulo), Tavolaro foi um dos responsáveis pela licitação que contratou o consórcio Inspar para o serviço de inspeção veicular no Rio Grande do Norte.”

Vendas de supermercados têm alta de 1,46% em outubro

Reuters

“As vendas reais dos supermercados brasileiros cresceram 1,46% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quarta-feira a associação que representa o setor no país, Abras.
Em relação a setembro, as vendas foram 4,71% maiores. Já nos dez meses até outubro, o setor supermercadista acumula alta de 3,92%.
A Abras estima crescimento de 4% para as vendas do setor no fechado de 2011.
A entidade apresentou também os dados da cesta AbrasMercado, composta por 35 produtos e calculada pela GfK, que em outubro aumentou 1,15% sobre o mês imediatamente anterior, para 309,95 reais. Na comparação anual, o valor da cesta subiu 8,11%.
Os produtos com maiores altas de preço em outubro sobre setembro foram cebola (5,08%), carne dianteiro (3,98%) e batata (3,18%). As maiores quedas foram tomate (-4,18%), xampu (-2,41%) e biscoito maizena (-2,09%).”

Luíza Possi põe saia justa em Galvão Bueno

Luiza Possi cutuca Galvão

Em meio a uma discussão da bancada sobre os técnicos mais longevos do Campeonato Brasileiro, a cantora Luiza Possi, convidada como atração musical do programa, interferiu para fazer uma pergunta pertinente, mas elaborada com uma leve cutucada no locutor da Rede Globo. “Vocês não acham que a permanência dos técnicos nos times por mais tempo é um sinal de que as coisas estão mudando? Os clubes têm que ter paciência para manter os treinadores, como em qualquer relacionamento. Você (se dirigindo a Galvão), que é casado há 11 anos, sabe muito bem que desentendimentos são normais e que é importante dar um crédito de confiança ao parceiro.”

Galvão Bueno fez cara de poucos amigos ao ouvir a cantora misturando futebol com seu casamento e grosseiramente disse: “A sua pergunta é muito boa, mas para respondê-la vamos precisar de horas aqui! Vou passar para o próximo quadro, ok?” Luiza ficou atônita, enquanto Galvão chamava Arnaldo Cézar Coelho para apresentar a ‘pegadinha do Arnaldo’.

Entenda o caso, clicando aqui

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Do Blog TERRA BRASILIS.

Ratos do PSDB reunidos:"O Tribunal Superior Eleitoral livrou ontem o governador de Roraima José de Anchieta Júnior (PSDB) de cassação por utilização de uma rádio estatal em favor de sua candidatura nas eleições de 2010"


Roraima
Justiça Eleitoral livra governador de cassação
O Tribunal Superior Eleitoral livrou ontem o governador de Roraima José de Anchieta Júnior (PSDB) de cassação por utilização de uma rádio estatal em favor de sua candidatura nas eleições de 2010.
Os ministros entenderam, por 6 votos a 1, que um erro processual inviabiliza a condenação do governador.
Segundo o TSE, assim como Anchieta e seu vice, Francisco de Assis Rodrigues, o radialista Mário Cezar Balduíno -que apresentava o programa favorável à candidatura- também deveria responder ao processo, o que não aconteceu.
Relator do caso, Arnaldo Versiani disse que Anchieta foi beneficiado por ato direto do radialista, o "verdadeiro" autor da conduta considerada irregular pela Justiça Eleitoral.
Segundo a legislação, não há mais tempo de propor outra ação incluindo o radialista.
Anchieta Júnior foi cassado em fevereiro, mas uma liminar o manteve no cargo.

Médicos festejam voz de Lula ter melhorado com tratamento


A equipe médica que cuida do ex-presidente Lula festeja o fato de sua voz ter melhorado desde que ele começou a quimioterapia, há quase um mês, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha.
Seria um indicativo de que o tratamento está tendo o efeito desejado. No começo de janeiro, Lula fará os exames cruciais que dirão se ele pode ou não continuar a seguir a conduta adotada.
Se o tumor na laringe não regredir no ritmo adequado, ele terá então que partir para a radioterapia ou para a cirurgia.
A perda de sabor dos alimentos, efeito colateral da químio, no entanto, está abalando o humor de Lula. A amigos que telefonaram e perguntaram nos últimos dias se ele está bem, o ex-presidente respondeu que se sente "péssimo".

Brasil vira polo de captação de estudantes

Por Martha Funke | Para o Valor, de São Paulo A nova posição do Brasil no cenário mundial desperta o interesse de instituições de ensino estrangeiras. E programa aprovado pela presidente Dilma Rousseff – de concessão de 75 mil bolsas de estudo no exterior a partir do ano que vem, contra as 6 mil atuais – reforça essa visão. “As iniciativas em busca de alunos brasileiros têm crescido. O Brasil está em evidência”, confirma Thais Burmeister Pires, coordenadora do EducationUSA, centro oficial do governo americano para orientar estudos no país.
Encerrado em junho, o ano acadêmico nos EUA contou com 8.777 alunos daqui. Em 2010, foram 8.786. Para aumentar esse índice, desde 2006, o centro realiza feira de universidades no Brasil, que neste ano reuniu 59 escolas – foram 42 em 2010 e 25 em 2009. Segundo Thais, neste ano o EducationUSA contabilizou mais de cem representantes de instituições interessadas em recrutar estudantes locais, como escolas da Columbia e de Princeton, e outras menores, da área de negócios, como a Clark, de Massachusetts, com bolsas de até 100%, e a Willamette, do Oregon, uma das dez melhores escolas para empreendedores no ranking da revista “Inc.”, por reunir candidatos a investidores-anjos.
Muitas avaliam a possibilidade de trazer o curso até aqui. A Universidade de Pittsburgh, por exemplo, já está na 12ª turma do MBA Executivo que ministra na Câmara Americana de Comércio Brasil-EUA (Amcham), na capital paulista, e Harvard abriu em 2006 escritório em São Paulo. A lista inclui a Duke, da Carolina do Norte, integrante da Ivy League – nome dado às instituições de maior prestígio no país – e a Kenan Flager Business School, do mesmo Estado, participante do consórcio que oferece o programa internacional OneMBA, reunindo instituições do México, da Holanda, de Hong Kong e São Paulo, onde ministra aulas na Fundação Getúlio Vargas.
Neste ano, o evento Grandes Universidades, da Fundação Estudar, trouxe ao Brasil Nitin Nohria, reitor da Harvard Business School – cujo curso Owner/ President Management Program (OPM) é objeto de desejo dos brasileiros -, e Peter Salovey, diretor acadêmico de Yale. “No ano que vem vamos ter Oxford e Columbia”, antecipa a diretora executiva da fundação, Thaís Junqueira.
O Canadá, por sua vez, organizou a feira Imagine Estudar no Canadá com 68 instituições, incluindo 18 universidades – 14 oferecem programas de MBA – e 15 faculdades. Segundo a vice-consulesa comercial Heather Bystryk, o evento atraiu cerca de 4 mil visitantes, 25% interessados em pós-graduação.
“O Canadá e o terceiro país com maior número de escolas de MBA no ranking global do Financial Times”, ressalta Heather, observando que, diferente do Brasil, no Canadá os cursos de MBA são estrito senso. A estimativa é que, em 2010, o número de estudantes brasileiros no país tenha crescido 4% sobre o ano anterior, somando 16 mil alunos, principalmente em cursos de inglês.
Já os europeus trouxeram este ano o evento realizado desde 2000 no México, na Argentina e na Colômbia. Promovido em conjunto por instituições de fomento ao ensino superior da França (CampusFrance), da Alemanha (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico – DAAD) e da Holanda (Organização Neerlandesa para a Cooperação Internacional no Ensino Superior – NUFFIC), o Euro-Pós reuniu 97 estandes de expositores do Brasil e de 13 países da Europa e atraiu 9 mil participantes. A França ainda levou, na sequência, parte das instituições presentes ao Recife (PE) e as demais, a Porto Alegre (RS).
Segundo Thierry Valentin, diretor do Centro Franco-Brasileiro de Documentação Técnica e Científica (CenDoTec) e do CampusFrance, um dos responsáveis pela organização do evento no Brasil, o público corporativo foi um dos focos de interesse, em parte pelo aquecimento das relações econômicas e politicas entre os dois países. “Temos mais de 500 empresas francesas no Brasil e das 40 listadas na bolsa de lá, 38 estão aqui”, diz. Segundo ele, nos últimos cinco anos o número de estudantes brasileiros na França dobrou e hoje são cerca de 3 mil, enquanto o número de franceses no Brasil mal chega a 500. Os setores mais procurados são economia e administração, seguidos por engenharia e ciências.
Postado por Luis Favre
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Do Blog do Favre.