Recebi a triste notícia pelo facebook, pelo meu amigo Stocker. Fiquei sem palavras.
Conheci o Glauco num lançamento de livro de seus Quadrinhos muito loucos, nos idos de 1982...
Nunca mais o vi, só acompanhava seus trabalhos pela imprensa e nas revistas que ele lançava. Gostava da sua liberdade de traço e humor irreverente. Acompanhei seu momento de transição espiritual, quando ingressou no Santo Daime.
Achei que o seu humor ficou menos ácido, mas continuou engraçado como sempre.
Certa vez, o Guerrinha, meu primo foi a uma Festividade no sítio do Glauco e ao falar de mim, o Glauco disse que éramos amigos, que ele conhecia minhas charges sindicais.
Vejam que ser humano. Famoso, requisitado, uma celebridade. Podia ter dito que só tinha me visto uma vez...

A imprensa não pode ser cúmplice
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A imprensa brasileira segue se deixando pautar pela família Bolsonaro de
forma constrangedora. Basta um dos filhos dizer que o pai “passou mal” e
pro...
Há 6 horas
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