domingo, 30 de agosto de 2009

VOTE NO BLOG DA DILMA - PRÊMIO DA BIENAL 2009




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VOTE NO BLOG DA DILMA - PRÊMIO DA BIENAL 2009
Domingo, 30 de Agosto de 2009
Estamos concorrendo ao Concurso da Bienal do Livro 2009, na categoria "Política". O encerramento da votação será dia 18 de setembro próximo. Faça campanha em prol do Blog da Dilma, fale com seus familiares e parentes, amigos da Universidade, da Escola, da Academia, do Trabalho, etc. Envie também e-mails. O Blog da Dilma pode tornar um livro na Bienal de São Paulo, só depende de você. Dilma em PRIMEIRO LUGAR. Clique abaixo para votar e confirmar seu voto através de e-mail recebido.

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Serra usa a imprensa para encobrir seus ataques ás famílias pobres


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Serra usa a imprensa para encobrir seus ataques ás famílias pobres
Grupo Betrice: Um dia depois de ter despejado e jogado na rua, de forma violenta, 800 famílias em Capão Redondo, o governo de São Paulo - do governador josé Serra - tem a cara de pau de publicar anúncio de página inteira nos principais jornais, divulgando a sua “política de habitação popular”. Com o custo destes anúncios, caríssimos, daria para fazer as casas para estas infelizes famílias.
CARCERONI
Confira a imagem dos anúncios e as imagens reais!

Postado por DANIEL PEARL às Domingo, Agosto 30, 2009 1 comentários Links para esta postagem

A GRANDE NOTÍCIA DE HOJE É QUE O BRASIL SAI DA CRISE DO PIG MAIOR DO QUE ENTROU,TODOS CONCORDAM COM LULA:FOI APENAS UMA 'MAROLINHA'


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A GRANDE NOTÍCIA DE HOJE É QUE O BRASIL SAI DA CRISE DO PIG MAIOR DO QUE ENTROU,TODOS CONCORDAM COM LULA:FOI APENAS UMA 'MAROLINHA'
Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou.Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consenso.
Fernando Dantas, de O Estado de S. PauloRIO - O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.Pastore observa que a recessão no Brasil foi curta, de apenas dois trimestres, comparada a quatro em países como Estados Unidos, Alemanha e França. Goldfajn nota que há os países que estão saindo da recessão no segundo trimestre e os que estão saindo no terceiro - o Brasil está entre os primeiros, com várias nações asiáticas. “Mesmo no primeiro trimestre, se olhar mês contra mês, há números fortes de crescimento no Brasil”, acrescenta.Para Goldfajn, a crise foi um teste de estresse para diversos países, no qual alguns passaram, outros não, alguns tiveram nota boa e outros nota ruim. “Acho que o Brasil tirou nota boa, e agora está todo mundo olhando e dizendo ‘esse cara é bom’”, diz Goldfajn.Uma das principais razões para o sucesso do Brasil em enfrentar a crise, segundo Pastore, é que ela pegou o País com o regime macroeconômico adequado - câmbio flutuante, bom nível de reservas, inflação controlada, superávit primário, dívida pública desdolarizada e caindo em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB). Essa solidez combinou-se com o sistema financeiro capitalizado, pouco alavancado, que estava proibido pela regulação de operar com os ativos perigosos, como os títulos estruturados no mercado americano de hipotecas subprime. “Uma das lições da crise é que países que tinham uma abordagem equilibrada da regulação do mercado financeiro, como Brasil, Austrália, Canadá , não tiveram crise bancária”, diz O’Neill.A política anticíclica, baseada em corte de impostos e ampliação de gastos públicos, também ajudou, embora esta segunda parte seja criticada pelos efeitos de médio prazo. Para Pastore, os aumentos do funcionalismo e do Bolsa-Família tiveram efeitos contracíclicos, mas “por coincidência”, já que foram decididos antes da crise. “O defeito é que, se fosse política contracíclica mesmo, teria de expandir gastos transitórios, e não permanentes.”Para a maioria dos economistas, o aumento dos gastos públicos correntes reduz o espaço do investimento, e impede que o Brasil cresça a um ritmo ainda mais forte do que os 4% a 5% que estão sendo previstos. “Não é nem preciso dizer que há um monte de coisas que o Brasil poderia fazer para crescer mais rápido”, comenta Rogoff.De qualquer forma, o sucesso diante da crise jogou o Brasil no radar dos investidores. “À medida que continuarmos a crescer mais que o mundo, é natural que o País receba um aporte muito grande de investimentos estrangeiros diretos”, diz Pastore, acrescentando que eles aumentaram, mesmo com recessão e queda de lucros nos países que sediam as empresas que investem no Brasil.A contrapartida dos fluxos de capital é o câmbio valorizado e o déficit em conta corrente, o que significa que o mundo está financiando o Brasil para consumir muito (o que implica poupar pouco) e investir ao mesmo tempo. Segundo Goldfajn, os brasileiros serão um dos povos convocados, junto com os asiáticos, a preencher o espaço deixado pelo fim da exuberância do consumidor americano, atolado em dívidas e necessitado de reconstruir seu patrimônio.
Postado por APOSENTADO INVOCADO 1 às Domingo, Agosto 30, 2009 0 comentários Links para esta postagem

BASES AMERICANAS: O OBJETIVO É O BRASIL!


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BASES AMERICANAS: O OBJETIVO É O BRASIL!
Prezado Daniel: Nesse fim de semana em que a UNASUL discutiu a implantação de bases das forças armadas dos Estados Unidos na Colombia, seria muito oportuno que todos lessem, multiplicassem e disseminassem entre seus contatos essas duas entrevistas em espanhol, produzidas como Matéria Especial da Agencia Periodistica do Mercosul.Foram entrevistados "los politólogos y expertos en geopolítica Marcelo Gullo - autor de los libros “Argentina-Brasil: La gran oportunidad” y “La insubordinación fundante. Breve historia de la construcción del poder de las naciones” - y Carlos Alberto Pereyra Mele, del Centro de Estudios Estratégicos Suramericanos."É uma matéria muito importante,pois é daquelas destinadas a ser solenemente ignorada ou contestada por toda a mídia brasileira, que já foi uma vez, "Fã e Tiete de Golbery", o grande geopolitico da ESG. Mas que agora, de repente esqueceu a importância da geopolítica e em seus artigos sobre política internacional, só fala de "bobagens do Chavez", "gaffes do Lula", "coisas do índio cocaleiro" e outras baixarias que não contribuem em nada para entender o intrincado jogo de xadrez entre as nações. Conclamo nossos leitores a que façamos nossa parte neste debate e torçamos para que a mídia seja obrigada a elevar o nivel de análise e quanto a essa matéria, que seja obrigada a desmentí-la, ridicularizá-la, contestá-la...mas que seja obrigada a falar dela! Para isso nada melhor que difundi-la o mais possível.E comentar o mais possível quando ela aparecer nos diversos sites e blogs. É uma matéria especialmente dedicada para aqueles "inocentes" e "muito espertos", que todos nós conhecemos em nossas relações, que nunca acreditam em nada que não venha escrito na FOLHA, no GLOBO ou no ESTADAO.É também um chamariz para atrair ao debate aqueles que a irão chamar de "teoria conspiratória", como costumam chamar tudo aquilo que diga que o império norte-americano existe, age e ataca.E servirá, assim, adicionalmente para mostrar que o império tem jornalistas, políticos e empresários operando livremente como seus agentes pagos no Brasil, contratados pelo império para trair seus países, seus governos e principalmente os seus povos.Uma matéria não para CALAR A BOCA, mas para fazer auto-acusarem-se os CALABARES(*) de nossos tempos, aqueles que irão defender Uribe e os EUA e pedir que tropas do hemisfério norte, do império, fiquem permanentemente em nossa terra.Aqueles que irão pedir e defender que existam bases americanas a pouco mais de uma hora de voo de Brasília, São Paulo e Rio, com seus caças ameaçando-nos com a prepotência, a arrogância e o irrefreável desejo de conquista, que infelizmente ainda constitui a razão de ser das forças armadas daquele país. (*)Domingos Calabar foi um traidor das tropas portuguesas e brasileiras que mudou para o lado dos holandêses, em abril de 1632. Por ambição, desejo de alguma recompensa entre os invasores, convicção de que estes seriam vitoriosos ao final, ou ainda mesmo por supor que aqueles colonizadores trariam maiores progressos à terra que os portugueses. Um forte abraço! Rogério Mattos Costa http://webmail2.oi.com.br/mail/compose.php?to=rogerio+mattos+costa+%3Crogerio.mattoscosta%40hotmail.com%3E&thismailbox=INBOXLinks da matéria em espanhol:http://www.prensamercosur.com.ar/apm/nota_completa.php?idnota=4426

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Postado por DANIEL PEARL às Domingo, Agosto 30, 2009 0 comentários Links para esta postagem

Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou - GOVERNO LULA.


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Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou
GOVERNO LULA
Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consensoFernando Dantas, de O Estado de S. Paulo - RIO - O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.Pastore observa que a recessão no Brasil foi curta, de apenas dois trimestres, comparada a quatro em países como Estados Unidos, Alemanha e França. Goldfajn nota que há os países que estão saindo da recessão no segundo trimestre e os que estão saindo no terceiro - o Brasil está entre os primeiros, com várias nações asiáticas. “Mesmo no primeiro trimestre, se olhar mês contra mês, há números fortes de crescimento no Brasil”, acrescenta.Para Goldfajn, a crise foi um teste de estresse para diversos países, no qual alguns passaram, outros não, alguns tiveram nota boa e outros nota ruim. “Acho que o Brasil tirou nota boa, e agora está todo mundo olhando e dizendo ‘esse cara é bom’”, diz Goldfajn. Uma das principais razões para o sucesso do Brasil em enfrentar a crise, segundo Pastore, é que ela pegou o País com o regime macroeconômico adequado - câmbio flutuante, bom nível de reservas, inflação controlada, superávit primário, dívida pública desdolarizada e caindo em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB). Essa solidez combinou-se com o sistema financeiro capitalizado, pouco alavancado, que estava proibido pela regulação de operar com os ativos perigosos, como os títulos estruturados no mercado americano de hipotecas subprime. “Uma das lições da crise é que países que tinham uma abordagem equilibrada da regulação do mercado financeiro, como Brasil, Austrália, Canadá , não tiveram crise bancária”, diz O’Neill.A política anticíclica, baseada em corte de impostos e ampliação de gastos públicos, também ajudou, embora esta segunda parte seja criticada pelos efeitos de médio prazo. Para Pastore, os aumentos do funcionalismo e do Bolsa-Família tiveram efeitos contracíclicos, mas “por coincidência”, já que foram decididos antes da crise. “O defeito é que, se fosse política contracíclica mesmo, teria de expandir gastos transitórios, e não permanentes.”Para a maioria dos economistas, o aumento dos gastos públicos correntes reduz o espaço do investimento, e impede que o Brasil cresça a um ritmo ainda mais forte do que os 4% a 5% que estão sendo previstos. “Não é nem preciso dizer que há um monte de coisas que o Brasil poderia fazer para crescer mais rápido”, comenta Rogoff.De qualquer forma, o sucesso diante da crise jogou o Brasil no radar dos investidores. “À medida que continuarmos a crescer mais que o mundo, é natural que o País receba um aporte muito grande de investimentos estrangeiros diretos”, diz Pastore, acrescentando que eles aumentaram, mesmo com recessão e queda de lucros nos países que sediam as empresas que investem no Brasil.A contrapartida dos fluxos de capital é o câmbio valorizado e o déficit em conta corrente, o que significa que o mundo está financiando o Brasil para consumir muito (o que implica poupar pouco) e investir ao mesmo tempo. Segundo Goldfajn, os brasileiros serão um dos povos convocados, junto com os asiáticos, a preencher o espaço deixado pelo fim da exuberância do consumidor americano, atolado em dívidas e necessitado de reconstruir seu patrimônio.

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Postado por Jussara Seixas às Domingo, Agosto 30, 2009 0 comentários Links para esta postagem

Liberdade de imprensa e publicidade enganosa


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Liberdade de imprensa e publicidade enganosa
Escrito por Waldemar Rossi
28-Ago-2009
"Um dia depois de ter despejado de forma violenta 800 famílias em Capão Redondo, o governo de São Paulo (leia-se governo Serra) tem a cara de pau de publicar um anúncio de uma página nos jornais divulgando a sua ‘política de habitação popular’ " (nota publicada no CMI – Centro de Mídia Independente).Pela internet é possível ainda ter acesso a algumas informações que a mídia brasileira nega aos seus leitores ou freqüentadores audiovisuais. É o caso da nota acima, que não foi divulgada pela imprensa. A nota virtual veio acompanhada de fotos de mais uma propaganda enganosa do governo de São Paulo (de José Serra). Acompanhando o título publicitário "Habitação popular no Estado de São Paulo é assim: A gente faz. E faz bem feito", vêm quatro fotos arrumadinhas de algumas pessoas que mostram sua "satisfação" em receber moradia popular. A foto de cada pessoa ou família vem junto a um subtítulo: "Acredite; Sonhe; Respire; e Comemore".A nota da internet, por sua vez, traz, acompanhando os mesmos subtítulos, outras quatro fotos revelando a forma violenta com que a polícia estadual – de responsabilidade exclusiva do governador José Serra – promoveu o despejo de 800 famílias de Capão Redondo, entre tantos outros despejos criminosos, despejos determinados pela "justiça" estadual. Nessas fotos que contrastam com a publicidade oficial aparecem: crianças desalojadas na rua (Acreditem); morador tentando salvar alguma coisa de seu barraco (Sonhe); fumaça das bombas de gás exalando no meio dos barracos (Respire); povo aglomerado desalojado do seu abrigo (Comemore).Além dessas propagandas enganosas, cheias de meias-verdades, os governantes têm ao seu dispor toda a cobertura da imprensa, com comentários dos mais elogiosos sobre suas "obras populares". Enquanto para o povo restam comentários desairosos, tentando passar para a opinião pública que se trata de criminosos, de "invasores", negando as informações mais importantes de que são pessoas e famílias inteiras injustiçadas por esta sociedade discriminatória. Injustiçadas pelas políticas públicas que satisfazem aos interesses do capital, pela concentração de rendas, pela sonegação dos seus direitos elementares, pela sonegação de impostos, comandada por uma elite econômica hipócrita e maquiavélica (no seu mau sentido).A liberdade de imprensa é uma das grandes farsas que imperam no sistema burguês gerador e administrador desse capitalismo selvagem, que cria desigualdades brutais, miséria e a barbárie.A Imprensa, segundo as leis internacionais, é sempre uma concessão do Estado e deveria ser UNIVERSAL, isto é, concedida e aberta a todos os cidadãos. Mas está toda ela reservada para o mesmo capital. Seus "proprietários" são participantes do mesmo capital, e por isto se torna elitista e sonega o direito à verdadeira expressão da vontade e das legítimas reivindicações populares. Uma mídia que seleciona suas notícias, sempre voltadas para defender os interesses dos exploradores, mas que impede a veiculação de informações importantes de interesse do povo, sobretudo as geradas pela reação do movimento social que contesta os desmandos que são praticados neste país.A prática da liberdade de imprensa no Brasil se compara ao exercício da política oficial, cujos políticos eleitos pelo povo, tendo suas campanhas eleitorais financiadas pelos detentores das terras, dos bancos, das indústrias e do comércio, se julgam donos do país, isentos de julgamentos dos seus crimes e com direito a praticar toda sorte de bandalheira. Mas que não têm competência para governar segundo os interesses de toda a nação.Assim é a prática da mídia no Brasil: tendo obtido a concessão se julga possuidora de todos os direitos, incluído o "direito" de desinformar e de corromper ideologicamente a opinião pública. De tal forma que, cada vez mais, se torna necessário um amplo trabalho de informações desenvolvido pelas forças populares organizadas, capaz de, com o tempo, despertar a consciência crítica do povo, animando-o a assumir as rédeas da condução do nosso país, determinando o que pode e o que não pode ser praticado pelos políticos e pelos meios de comunicação social. E, acima de tudo, se for o caso, cassar mandatos e concessões. Sem isto não haverá democracia para o povo.Waldemar Rossi é metalúrgico aposentado e coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de São Paulo.
Postado por TERROR DO NORDESTE às 07:58 0 comentários

Com Lula EUA não terá base militar no Brasil

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"Brasil, mostra a tua cara!"
“E Deus queira que ganhe o Partido dos Trabalhadores nas próximas eleições, para que não voltem outros governos”. (Rafael Correa, na Unasul, sobre documento dos EUA que lamenta a impossibilidade de ter bases militares em Recife, sob o governo Lula; 29-08)

VESTAL DA GLOBO POSOU SEMINU PARA REVISTA DE SACANAGEM


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VESTAL DA GLOBO POSOU SEMINU PARA REVISTA DE SACANAGEM
Em outubro de 1980, quando prestava serviços à ditadura militar na qualidade de porta-voz do general-presidente João Figueiredo, o jornalista gaúcho Alexandre Garcia, no apogeu de seus 40 anos, destilava testosterona. Logo após ter sido entrevistado pela incipiente revista Playboy, Garcia foi assediado pela publicação concorrente - a revista Ele & Ela, que queria, também, fotografá-lo. O próprio Alexandre narra o episódio em uma entrevista concedida, em agosto de 2006, a Marcone Formiga, do Brasília em Dia:" Eu havia sido entrevistado para a “Playboy” e aí o Flavinho Cavalcante, na época da Bloch, disse que a “Ele & Ela” também queria uma entrevista. Só que maior, com fotos. Fui perguntar para o meu guru, o ministro Golbery, que respondeu: “Pode, sim. Vamos, em breve, tirar o Farhat. Vamos extinguir a Secretaria de Comunicação Social e queremos que você fique como secretário de Imprensa. Nada como dar uma entrevista para uma revista masculina para projetar mais o seu nome, para virar depois secretário de Imprensa”. Dei a entrevista, revisei, praticamente copidesquei. Então aquilo que está lá é meu mesmo. O Flavinho me trouxe o primeiro exemplar que entreguei para o Figueiredo ler. O Figueiredo leu a bordo de um Búfalo em uma viagem a Pindamonhangaba. Até aconteceu uma coisa engraçada...
Marcone Formiga - O que foi? Ah, conta...
Alexandre Garcia - Estourou um cano do sistema hidráulico do avião sujando as calças do presidente... Quando ele foi trocar as calças olhou para mim e disse: “É perigoso tirar as calças na sua frente”! (risos) Foi a única observação que ele me fez a respeito da entrevista."
.Na reportagem da Ele & Ela, que exibiu o jornalista deitado em uma cama, de cueca, cuidadosamente recoberto por uma felpuda toalha, Garcia revelou que era ali que ele "abatia suas lebres", aludindo à locução cunhada por Carlos Imperial para referir-se às mulheres com quem mantivera conjunções lascivas.Fiel à sua tradição de matar a cobra, o Cloaca News apresenta agora, diretamente de seu baú de bizarrices, a lúbrica pose do homem em seu leporídeo matadouro.

Postado por Cloaca News às 06:23:00 6 comentários
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sábado, 29 de agosto de 2009

Governo Brasileiro injeta até U$$ 75 bi na Petrobrás


Copiado do Blog INTERESSE NACIONAL, do amigo Thiago Pires, que está em Minhas Notícias.

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Aumento do capital será feito por oferta pública de Ações
O governo pretende capitalizar a Petrobrás com uma oferta pública de aumento da capital da estatal de até R$ 100 bilhões(u$$75 bi). O pagamento da parte da União será feito em títulos públicos. O aumento de capital tem como finalidade garantir recursos à estatal para adquirir as áreas de exploração do pré-sal que serão leiloadas. A decisão de capitalização já está tomada e a Casa Civil apenas fecha os detalhes da medida provisória (MP) que vai autorizar o governo a fazer a emissão dos títulos.
No modelo desenhado pelo governo, que será anunciado na próxima segunda-feira, a expectativa é de que os minoritários acompanhem a União, acionista majoritário, e participem do aumento de capital. Nesse caso, o governo não precisará fazer a emissão total em títulos. A ideia é que a MP seja enviada o mais rápido possível após o lançamento do modelo. Mas ainda não há prazo.
A União fará uma emissão direta de títulos, num modelo semelhante ao usado no caso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A diferença é que para o BNDES o governo optou em fazer um empréstimo de R$ 100 bilhões, que será pago no futuro pelo banco.
A capitalização visa a fortalecer a posição da União na estatal nesse ambiente de exploração da camada da pré-sal. Sem esse aporte, a avaliação é de que a empresa não teria condições de participar dos leilões e depois ainda fazer os investimentos para a exploração do petróleo.
A União detém 55% das ações ordinárias da companhia e 32% do capital total. Pela Lei das S.As., a União não pode capitalizar a empresa sem fazer oferta de novas ações também aos minoritários. Se os acionistas minoritários não participarem da oferta. Por outro lado, nessa hipótese, a União ganharia mais peso na estatal.“Quem é o acionista minoritário que não vai querer participar desse aumento de capital?”, disse uma fonte do governo que participa do grupo de trabalho que elabora o modelo de exploração do pré-sal.
Em troca de mais ações, o governo vai dar à Petrobrás os títulos. Para o restante dos acionistas, se não quiserem ver sua participação diluída, a opção será o pagamento em dinheiro.No mercado, porém, a proposta foi recebida com ressalvas. As ações da estatal fecharam o pregão da Bovespa em queda de 1,43%, mesmo em dia de alta no preço do petróleo. Após o pregão, caíram mais superando os 2%. “Sempre que se oferece quantidade grande de ações , o valor de escassez do papel diminui”, explica o analista do UBS, Gustavo Gatass.“Nunca antes na história do Universo se viu um volume tão grande no mercado de uma só vez”, comentou Eduardo Roche, chefe de Análise da Modal Asset. Embora concordem com a necessidade de garantir maiores recursos de investimentos da estatal, especialistas questionam se o governo estaria disposto a assumir o risco de ampliação do capital estrangeiro na empresa, que hoje já é superior aos 32% em mãos do governo.
Postado por Espaço Democrático de Debates às 12:05 0 comentários
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SERRA PARA PRESIDENTE DE SÃO PAULO.JÁ QUE OS PAULISTAS GOSTAM TANTO DE SERRA QUE FIQUEM COM ELE PARA SEMPRE


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MÍDIA - Presidente da Argentina envia reforma da mídia para o Congresso

Copiado do Blog DE UM SEM-MÍDIA, do amigo Carlos Augusto Dória, que está em Minhas Notícias.
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MÍDIA - Presidente da Argentina envia reforma da mídia para o Congresso.
Esperamos que a Conferência Nacional de Comunicação a ser realizada no final do ano, traga contribuições que possam ser utilizadas para democratizar a comunicação em nosso país. Não é possível que esta continue nas maõs de quatro famílias, Civitta, Marinho, Mesquita e Frias. A Argentina, com situação análoga a nossa, saiu na frente e tem contra si, os grupos monopolísticos que querem manter o "status quo".Helen PopperReuters BrasilBUENOS AIRES (Reuters) - A presidente da Argentina, Cristina Fernandez, enviou na quinta-feira ao Congresso um projeto de lei para reformar a imprensa, dizendo que a legislação fortalecerá a democracia reduzindo o poder das poucas empresas que dominam a radiodifusão.Muitas pessoas do meio concordam com a necessidade de reformular as regulamentações do setor, estabelecidas durante a ditadura militar (1976-1983), para refletir as grandes mudanças tecnológicas. Mas a proposta do governo provocou polêmica.A presidente --que brigou com o Grupo Clarín, o maior conglomerado de mídia do país, e que com freqüência critica a imprensa-- disse que a nova lei de radiodifusão desafia o domínio das empresas privadas sobre as transmissões de rádio e TV."A liberdade de expressão não pode se tornar liberdade de extorsão e a liberdade de imprensa não pode ser confundida com liberdade para os proprietários da imprensa," afirmou ela num discurso no palácio presidencial."Esse projeto é para todos nós que queremos viver numa Argentina mais democrática e plural," acrescentou ela.O projeto de lei da reforma, que já foi modificado depois que Fernandez o lançou em março numa série de fóruns nacionais, destina um terço das frequências de radiodifusão para empresas privadas, um terço para transmissoras estatais e o restante para organizações sem fins lucrativos, como igrejas e universidades.Fonte:FNDC
Postado por BLOG DE UM SEM-MÍDIA às 14:35 0 comentários
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Proposta à Confecon - O Selo Democrático


Copiado do Blog CIDADANIA.COM, do Eduardo Guimarães, que está em Minhas Notícias e em Meus Favoritos.

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Proposta à Confecon
O Selo Democrático

Venho participando intensamente de discussões públicas sobre a comunicação no Brasil em meu blog na internet e em fóruns públicos afins. Tais discussões, justiça seja feita, foram desencadeadas oficialmente - e de forma tardia - pelo governo Lula durante a última edição do Fórum Social Mundial, quando o próprio presidente da República convocou a Conferência Nacional de Comunicação, que acontecerá em Brasília nos primeiros dias de dezembro deste ano.
Na última sexta-feira, durante a 1ª Conferência Regional de Comunicação das sete Cidades do ABC paulista (São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), candidatei-me a delegado da Conferência Nacional de Comunicação em dezembro, só que por São Bernardo do Campo.
Por que São Bernardo? Porque São Paulo (o Estado e o município), até agora, não fez Conferência Regional de Comunicação, e tudo indica que não fará. Tanto o governador José Serra quanto o prefeito Gilberto Kassab vêm boicotando abertamente a Confecon, de maneira que eu não poderia correr o risco de ficar de fora dessas discussões em caso de meu próprio domicílio municipal realmente vir a abrir mão de seu direito de discutir a comunicação no país em Brasília no fim deste ano.
Por conta disso, apresentei à mesa diretora e ao plenário da 1ª Conferência Regional de Comunicação “ComunicABC”, que teve lugar nos dias 27 e 28 do corrente mês em Mauá (SP), uma proposta de minha autoria, entre tantas outras que foram apresentadas na oportunidade. Tal proposta acabou sendo incluída no acervo de propostas paulistas que será encaminhado à Conferência Nacional de dezembro.
É sobre essa proposta que trato a seguir, a do Selo Democrático.
O conceito do Selo é muito simples e decorre de um sentimento que a cada dia se multiplica em dezenas e até em centenas de manifestações de leitores do blog que edito na internet, o Cidadania.com, de onde nasceu a Organização Não Governamental que presido, o Movimento dos Sem Mídia. E a mesma indignação brota de forma crescente através de milhares de manifestações idênticas pela dita “blogosfera”.
O sentimento dessas pessoas que aqui represento nasce do fato de que suas vozes são reiteradamente caladas pelos grandes meios de comunicação, e esse foi o fato concreto que me fez engendrar a proposta do Selo Democrático.
Em resumo: esse selo seria concedido a empresas públicas e privadas de comunicação que privilegiassem o debate democrático de idéias, o contraditório, dando acesso ao espaço midiático a todas as partes envolvidas em qualquer questão, do mais humilde ao mais poderoso.
Pensei no Selo Democrático ao tentar imaginar de que forma se poderia convencer meios de comunicação a voluntariamente aumentarem o espectro de opiniões e manifestações sobre todos os assuntos, seja sobre políticas públicas, sobre questões políticas, institucionais, econômicas, enfim, sobre tudo que a comunicação abrange.
Estes cidadãos que represento encontram-se no pleno gozo de seus direitos civis e políticos e consideram que existe hoje uma verdadeira censura dos grandes meios de comunicação brasileiros ao contraditório. Aliás, a própria convocação da Conferência Nacional de Comunicação é forte indício de que nossas preocupações são legítimas, pois para haver uma conferência dessa natureza é preciso que existam problemas sérios nesse setor.
Ora, mas ocorre que tais meios são destinatários de muito dinheiro público, em boa parte atuam sob concessão pública e, portanto, devem ao público a obrigação de não atuarem apenas como empresas privadas que fazem o que querem sem dar satisfação a ninguém.
Por que aquele indivíduo que apóia a política de cotas para negros deve ser obrigado a ver uma posição diferente da sua falar mais alto ou até falar sozinha numa televisão, que é uma concessão pública? Por que aquele que acha que deve ser criada uma estatal nova de petróleo para explorar o pré-sal não pode dar sua opinião em condições de igualdade numa rádio? Por que, num jornal que se farta de receber dinheiro público, alguns partidos e políticos se apropriam desse veículo e nele falam sozinhos contra seus adversários?
Na Bolívia, foi feita uma lei obrigando jornais a publicarem sempre o contraditório, mas, aqui no Brasil, teremos que encontrar outro meio que permita que todos possam opinar em veículos que recebem dinheiro público ou que são até concessões públicas, pois uma política como a boliviana seria caracterizada pela mídia como “censura” mesmo que ela não pretenda calar ninguém, mas dar voz a todos.
Aliás, abro um parênteses para lembrar que o lema da ONG que presido é justamente “Que a mídia fale, mas não nos cale”, um bordão que pretende impedir que os meios de comunicação que o Movimento dos Sem Mídia eventualmente questione venham com aquela conversa de que estamos querendo calar alguém, quando o que queremos é apenas falar em igualdade de condições.
Refleti muito sobre essa questão. Como fazer para exigir que os meios de comunicação dêem espaço a todos se sempre que se pensa em provocar o debate democrático de idéias eles dizem que querem censurá-los? Qualquer tentativa de exigir seriedade, igualmente é considerada tentativa de censura. Fiscalizar esses meios, então, nem pensar. Foi assim com o Conselho Federal de Jornalismo e será assim com qualquer tentativa de fiscalização de abusos midiáticos.
Então, por que não estimular esses meios a conseguirem uma chancela respeitável e que até redunde em benefícios fiscais, por exemplo? Digo que o Selo Democrático poderia cumprir esse papel.
O grande problema, porém, seria o Selo vingar e ser desejado pelos meios de comunicação. Haveria, primeiro, que erigir um Conselho de Notáveis que o concederia, e que elaborar políticas de benefícios àqueles veículos que fossem considerados de utilidade pública ao privilegiarem o contraditório, o debate de idéias, permitindo à sociedade examinar a fundo todas as questões.
Esse Conselho que concederia o Selo Democrático seria integrado por representantes das empresas de comunicação, dos Poderes de Estado, dos sindicatos, dos movimentos sociais, dos partidos políticos etc. Deveria ser construído um consenso inquestionável de que aquelas pessoas do Conselho estariam acima de suspeita de concederem ou não o Selo a este ou àquele por razões não-declaradas.
Além disso, seria obrigação do Estado brasileiro promover uma ampla campanha publicitária nacional que explicasse à população que os meios de comunicação portadores do Selo Democrático foram reconhecidos por veicularem informação correta e proveitosa.
É evidente que os meios de comunicação que hoje tentam gerar favorecimento a grupos de interesse políticos, econômicos e sociais impedindo o debate democrático, censurando notícias, calando vozes, não quererão que uma idéia como essa vingue, mas é possível lutar contra a desqualificação e a censura que oporiam ao Selo Democrático elegendo um Conselho para concedê-lo que ficasse acima de suspeitas, e depois divulgando aquele Selo em ampla campanha publicitária oficial.
A indignação contra esse estado de coisas surgiu primeiro na internet. Depois, graças a iniciativas como a do Movimento dos Sem Mídia, veio ganhando as ruas em atos públicos de protesto contra meios de comunicação, como no ato do MSM contra a “Ditabranda” da Folha de São Paulo, em 7 de março deste ano, que congregou centenas e centenas de pessoas diante do jornal,
Há que relatar que a indignação também bateu às portas do Judiciário, como na representação que a ONG que presido fez ao Ministério Público Federal por conta de possível crime de alarma social de meios de comunicação no âmbito da pseudo epidemia de febre amarela urbana que aqueles meios venderam à sociedade no início de 2008 e que pode ter gerado pelo menos duas mortes.
O Selo Democrático, pois, emerge como instrumento que poderia estimular mudança de comportamento voluntária dos meios de comunicação ou ao menos constituir prova cabal que alertaria a sociedade quanto ao fato de que determinados meios atuam de forma desonesta e antidemocrática ao impedirem o debate livre de idéias e a reportagem correta dos fatos, elementos fundamentais no vital processo de formação de opinião pela coletividade. Escrito por Eduardo Guimarães às 10h35[(14) Opiniões - clique aqui para opinar] [envie esta mensagem]