sábado, 29 de agosto de 2009

Lula confirma cerimônia do pré-sal


Copiado do Blog do FAVRE, do Luis Favre, que está em Minhas Notícias.

Visitem este Blog.
Saraiva

29/08/2009 - 11:03h
Lula confirma cerimônia do pré-sal
O presidente Lula convida governadores para um jantar amanhã, mas avisa que não vai adiar solenidade
Tânia Monteiro, BRASÍLIA - O Estado SP
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vai atender ao pedido do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, de adiamento da cerimônia em que serão anunciadas as propostas do governo para o marco regulatório do pré-sal, prevista para segunda-feira. No jantar que terá amanhã à noite com Cabral e os governadores José Serra, de São Paulo, e Paulo Hartung, do Espírito Santo, no Palácio da Alvorada, Lula vai dizer que o anúncio marcará o início das discussões. Assim, se quiserem modificar alguma das ideias do governo, poderão fazê-lo durante a tramitação das propostas no Congresso.
Apesar disso, Lula estará aberto a discutir a possibilidade de enviar ao Congresso um projeto específico para tratar da cobrança e rateio dos royalties do pré-sal - que é a principal reivindicação dos governadores de Estados produtores. O governo não descarta também uma solução provísória, mantendo as regras atuais enquanto o Congresso não aprovar uma solução definitiva.
No jantar, Lula vai pedir apoio dos governadores para que as discussões não sejam muito demoradas porque é importante, na sua avaliação, que o País tenha rapidamente o novo marco regulatório do petróleo, com objetivo de recuperar o papel da Petrobrás e do Estado.
No Planalto, a proposta de Cabral de adiar a cerimônia foi considerada descabida e uma tentativa de interferir na agenda do presidente da República. De acordo com os assessores, o presidente até entende que Cabral queira elevar um pouco o tom da discussão, já que a campanha eleitoral está se aproximando e, se ele não levantar bandeira em defesa do Rio, os seus opositores o farão. Mas o presidente entende que o Rio não deixará de ganhar nada com as regras do pré-sal. Ao contrário, as projeções são de que os royalties que continuará recebendo serão crescentes.
Os governadores desses três Estados produtores de petróleo querem manter, no pré-sal, a mesma proporção de royalties que recebem hoje. O Planalto acha que, se insistirem nisso, terão de lutar, no Congresso, contra os demais Estados, que pretendem ampliar sua participação nos royalties. Lula, segundo assessores, acha ainda que há muita desinformação sobre o assunto, e as dúvidas poderão ser esclarecidas quando os governadores tomarem conhecimento das ideias do governo.
Os interlocutores do presidente lembram ainda que Cabral é um grande aliado de Lula e nunca antes o Rio foi tão prestigiado pelo governo federal. O presidente espera que os três governadores prestigiem o lançamento do marco regulatório.
LOBÃO
Ontem, os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff, e de Minas e Energia, Edison Lobão, se reuniram para tentar definir uma proposta de politica sobre distribuição de royalties a ser apresentada aos governadores no jantar de amanhã. Ao deixar o encontro, Lobão disse que a reunião não foi conclusiva. Segundo ele, novo encontro ficou marcado para a tarde de hoje.
O anúncio das regras propostas pelo governo será feito por meio de uma série de eventos na segunda-feira. Pela manhã, Lula promoverá uma reunião conjunta do ministério e do seu conselho político, pois quer expor as propostas a todos os integrantes do governo e aos aliados no Congresso.
À tarde, está previsto um grande ato no Centro de Convenções Ulyssses Guimarães, para o qual foram convidados todos os 27 governadores, e todos os deputados e senadores, além de personalidades da sociedade. São esperadas cerca de 2 mil mil pessoas. COLABOROU LEONARDO GOYPostado por Luis FavreComentários Tags: , , , , , , , , , , , ,

Não tem preço ver os demotucanos morrendo de inveja:Brasil está apto a ser 1º grau de investimento pós-crise, diz Moody's


Também copiado do Blog O TERROR DO NORDESTE, do amigo Gilvan Freitas.

Visitem este Blog.
Saraiva

Não tem preço ver os demotucanos morrendo de inveja:Brasil está apto a ser 1º grau de investimento pós-crise, diz Moody's
Sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Analista chefe para o Brasil da agência de risco diz que país deverá ganhar classificação por estar 'na direção certa'.
Da BBC Brasil em Washington
O Brasil reúne as condições necessárias para se tornar, nos próximos dias, o primeiro país, entre os 100 países analisados pela agência de classificação de risco Moody's, a ser avaliado como ''grau de investimento'' desde o início da crise econômica.É essa a opinião do analista-chefe para o Brasil da agência, Mauro Leos. A classificação é dada a países cujas economias são consideradas seguras para investidores. A categoria determina se um país oferece ou não risco de pagar seus títulos. Quanto mais elevada a classificação, maior a propensão em atrair títulos.Em entrevista à BBC Brasil, Leos afirmou que, se a conclusão do comitê de avaliação da agência for a de que o Brasil merece entrar nessa categoria isso se dará porque ''o país está apto a arcar com choques externos, está se movendo na direção certa e os riscos crediários que enfrenta são mais baixos do que antes''.Outras duas agências de risco, a Standard & Poor's e a Fitch Ratings, já haviam elevado a classificação do Brasil para grau de investimento, no ano passado.Mas a Moody's, ao contrário das duas outras, decidiu não elevar a categoria do país no ano passado, a fim de aguardar para ver o quanto o país seria afetado pelos efeitos da crise econômica mundial.''O Brasil se saiu melhor do que o esperado. E um dos fatores decisivos para rever a classificação do país foi a avaliação do mercado. No Brasil, após um período crítico entre setembro e novembro, quando houve queda da atividade econômica, o sentimento do mercado melhorou consideravelmente'', afirma Leos.EmergentesSegundo ele, a despeito do ''declínio abrupto do quarto trimestre de 2008, o Brasil se diferenciou de outras economias emergentes em 2009, porque já está crescendo a uma taxa de 4%, no terceiro trimestre, em termos anuais, um índice que não temos visto em outros países''.Fatores como sistema bancário sólido, balanço de pagamentos positivo e retorno do fluxo de capitais foram determinantes para provocar a revisão da Moody's.O analista afirma que o Brasil, assim como outras nações afetadas pela crise, sofreu um aumento de seu déficit fiscal e, consequentemente, da dívida pública.''Mas no caso do Brasil, isso não é grande o suficiente para causar preocupação. A posição oficial do governo é a de retomar balanços primários consistentes com o compromisso de reduzir a dívida pública.''De acordo com Leos, se vier a ser de fato considerado grau de investimento pela última agência que faltava, isso possibilitará ao Brasil contrair empréstimos mais elevados a taxas de juros mais baixas.A avaliação também abrirá caminho para fundos de investimentos e os fundos de pensões americanos que têm como critério só investir em países que são avaliados como grau de investimento por diferentes agências de classificação. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Postado por TERROR DO NORDESTE às 04:26 0 comentários

Lula, O Senhor Administrador


Copiado do Blog O TERROR DO NORDESTE, do amigo Gilvan, que está em Minhas Notícias.
Visitem este Blog.
Saraiva
Lula, o CEO
Isto é Dinheiro - 24/08/2009Um retrato inédito do presidente. Como ele gerencia, fixa metas e cobra resultados dos seus ministros - e de uma forma muito mais intensa do que se imaginaDenize Bacoccina, Gustavo Gantois e Luciana de OliveiraAdministrar um pequeno negócio, uma grande corporação ou um governo envolve princípios parecidos: definir metas, alocar recursos e cobrar resultados. Em Brasília, o presidente Lula, com seus acertos e seus erros, aprendeu a manejar essas técnicas. E embora seja visto por muitos como um político bom de palanque, mas que delega a gestão aos "gerentões" - José Dirceu no primeiro mandato e Dilma Rousseff no segundo -, ele é um executivo bem mais atuante do que se supõe.Hoje, além de acompanhar o que cada um dos ministros faz, ele sabe identificar os pontos fracos de uma proposta, estimula o debate e ouve opiniões divergentes para ter certeza de ter tomado uma boa decisão. Quando um projeto dá errado, não tem medo de mudar e começar de novo se for preciso. O ministro Franklin Martins, que se tornou um dos principais conselheiros do presidente, é testemunha disso."Ele trabalha no mínimo 12 horas por dia, muitas vezes até 15 horas, e tem foco e prioridade", disse à DINHEIRO. Lula tem outros traços de um bom executivo. Sabe administrar o tempo e também desligar - ele tira sempre os fins de semana para descansar.Nenhum ministro se arrisca a ligar para ele nesses dias, dedicados à família e a atividades que o ajudam a espairecer, como pescar no lago Paranoá. "Ele sabe delegar. Delega e não vigia. Mas cobra muito. Cobra até em público. Uma vez me cobrou na frente da presidente Cristina Kirchner", disse à DINHEIRO o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. A seguir, histórias que revelam o surpreendente perfil do CEO Lula.Retornos de longo prazoNo início de 2003, a inflação rodava a 17% ao ano e a equipe econômica de Lula teria de definir a meta de inflação para 2005. Antônio Palocci, da Fazenda, e Henrique Meirelles, do BC, propuseram 5%. Quando Lula recebeu o número, retrucou: "Alto demais, coloca 4%". Palocci argumentou que aquilo implicaria numa taxa de juros alta e em maiores sacrifícios no curto prazo, mas o presidente rebateu dizendo que os benefícios de longo prazo seriam maiores.No fim, fecharam em 4,5%. Meses depois, com a economia ainda em marcha lenta, Lula chamou de novo os dois. Não iria mexer na meta, mas queria que se criasse uma modalidade de empréstimo com juros mais baratos. Palocci reuniu-se com sua equipe e assim nasceu o crédito consignado, com desconto em folha de pagamento. Olhando em retrospecto, o ex-ministro da Fazenda diz que uma das maiores características do CEO Lula é a visão de longo prazo. "Ele teve paciência e colheu os frutos", disse Palocci à DINHEIRO.Metas e prazosLogo que assumiu o governo, Lula pediu ao IBGE um estudo sobre o número de residências que não tinham energia elétrica. O resultado surpreendeu. Eram dois milhões de domicílios e 10 milhões de cidadãos. Esse era o mercado potencial do programa Luz para Todos, lançado com a meta de resolver o problema até o fim de 2008.Lula atribuiu a tarefa ao ministério de Minas e Energia, à época chefiado por Dilma Rousseff, e alocou recursos no Orçamento. As cobranças passaram a ser feitas mensalmente. No início do ano passado, ao atualizar os dados, o governo percebeu que ainda há um milhão de residências sem energia, que devem ser atendidas até o fim de 2010. E os balanços mensais têm sido repassados pelo ministro Edison Lobão. No último encontro, há três semanas, o presidente se inquietou com a falta de resultados no Amazonas, no Pará, no Amapá e no Piauí. "Ele sempre quer saber o motivo, cobra metas e pede mais empenho", disse Lobão à DINHEIRO.Sensibilidade socialLula inaugurou o primeiro mandato impondo um desafio ao seu governo: garantir a segurança alimentar e nutricional de toda população. O primeiro programa, o Fome Zero, acabou naufragando, mas o cadastro único criado naquela época foi fundamental para a criação do Bolsa-Família, o mais bem-sucedido dos programas criados pelo presidente Lula.Nele foram integrados todos os projetos sociais tocados pelo governo anterior, como o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Vale Gás. "O presidente reverencia muito o Bolsa Família. O programa está sempre no coração e na cabeça dele", disse à DINHEIRO o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias. Foi do presidente a decisão de aumentar em 10% o benefício, ao custo de R$ 406 milhões. O orçamento total do programa em 2009 é de R$ 11,6 bilhões. O público atendido, de 11,5 milhões de famílias, deve aumentar para 12,9 milhões até o ano que vem. E o consumo popular, puxado pelas famílias de baixa renda, contribuiu para que o País saísse mais rapidamente da crise.Estímulo à inovaçãoEm 2004, o então ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, entrou no Palácio do Planalto com os olhos brilhando: "Temos que fazer a revolução da agroenergia no País", disse ele. Lula e o vice José Alencar ficaram fascinados.Em novembro de 2006, durante a inauguração de uma unidade de biodiesel em Barra do Bugres, em Mato Grosso, Lula apresentou os números. Mais de 4 mil postos vendem o combustível, o que garante o sustento de 205 mil famílias. Há um ano, Lula criou a Petrobras Biocombustíveis. "Ele liga todas as semanas e acompanha de perto o que fazemos", disse à DINHEIRO Miguel Rossetto, presidente da empresaReação rápidaEm novembro do ano passado, quando a economia brasileira teve demissões em vez de contratações pela primeira vez em muito tempo, a luz vermelha já acendeu no governo. Ao levar os números ao presidente Lula, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, foi surpreendido com a reação rápida do presidente. Lula pediu detalhes sobre as demissões em cada um dos setores.Depois de uma hora, começou a formular, na presença de Lupi, políticas para reativar a economia e tentar conter as demissões, como redução de impostos para o setor automotivo e reforço das linhas de crédito do BNDES e bancos públicos para compensar a falta de crédito no mercado. "Ele já foi chamando Dilma e Mantega para traçarem as primeiras providências. O emprego foi o balizador de toda política anticíclica adotada pelo governo", contou Lupi, que já prevê que o Brasil fechará 2009 com 1 milhão de contrataçõesPersistência e estrelaAté o dia 2 de setembro de 2006, Lula não fazia ideia do que era pré-sal. Verdade seja dita, pouca gente na Petrobras sabia. Uma delas era Guilherme Estrella, diretor de Exploração e Produção. Quando a empresa ainda estava dividida sobre a viabilidade de continuar gastando dinheiro perfurando o fundo do mar, ele conseguiu convencer o presidente Lula a manter a continuidade dos investimentos. Quando o petróleo foi finalmente descoberto, Estrella anunciou pessoalmente ao presidente a importância da descoberta.Disse que o risco exploratório era praticamente nulo e os resultados garantidos. Na mesma hora, Lula decidiu retirar os blocos do pré-sal da rodada de licitação de zonas petrolíferas que a ANP realizaria dias depois. Hoje, a Petrobras já é uma das empresas mais valiosas do mundo, com reservas de 8 bilhões de barris.Alma de vendedorLula faz questão de personificar o espírito de caixeiro-viajante e de promotor da imagem do Brasil, como na última reunião do G-20. Com 205 visitas internacionais, Lula gosta de criar situações nas quais pode apresentar empresários a presidentes. Foi o caso da última missão comercial ao Peru.Quando ouvia o presidente Alan García reclamar da pequena participação brasileira no país, Lula avistou Flávio Machado Filho, diretor da Andrade Gutierrez e gritou: "Flávio! Você conhece o presidente García?". Ao virar de volta para o peruano, fechou com um aviso: "Fique de olho nele". Depois disso, a construtora assinou contrato com a Vale para exploração de uma jazida de fósforo no Peru. Foi assim também com a Camargo Corrêa, em 2005, na Venezuela; com a Odebrecht, em 2003, na Angola; e, recentemente, com a EBX, na China.O computador pessoal de LulaA arquiteta Clara Ant, chefe do gabinete- adjunto de informação da Presidência, se autodefine como "a continuísta" do governo. Na linguagem dos manuais da administração, seria a executiva encarregada de fazer os follow-ups. É aquela pessoa que garante que todas as promessas, ideias e intenções de Lula sejam informadas aos ministros das respectivas áreas, que são periodicamente cobrados. O presidente Lula tem uma memória invejada - e temida - por todos os que trabalham com ele e consegue perceber um número errado num relatório a distância.Ele também se lembra de ordens que deu e cobra informações de interlocutores. Ainda assim, o trabalho dos 12 membros da equipe de Clara é garantir que o governo não dependa da memória de Lula. Eles acompanham todas as reuniões, discursos e entrevistas do presidente, fazendo chegar aos órgãos pertinentes ordens e cobranças - mesmo a ministros que não estavam presentes.A equipe de Clara também é responsável pelas fichinhas que o presidente recebe sobre cada item da sua agenda: o perfil de um empresário, prefeito ou presidente que recebe em audiência. Um trabalho que tem a exatidão como ponto de honra, ainda que ela não seja isenta de falhas. Há poucas semanas, Clara repassou para a equipe a bronca que levou do presidente quando ele percebeu que um número que citaria num discurso estava errado. "Eu transmito para toda a equipe a necessidade de ser rigoroso, porque ele exige de nós essa necessidade de exatidão", diz ela.
Postado por TERROR DO NORDESTE às 16:52 0 comentários

FOLHA SEMPRE TENDENCIOSA


Também copiado do Blog DESABAFO BRASIL.

Visitem este Blog.
Saraiva

FOLHA SEMPRE TENDENCIOSA
A FOLHA DA DITABRANDA não sabe realizar jornalismo sério e imparcial. Novamente coloca manchete de capa em seu jornal para prejudicar o Governo Lula: "Orçamento Social registra primeiro déficit na década" e "Ministro do Supremo critica decisão sobre caso Palocci". A Folha não fala nada sobre o DESASTRE ADMINISTRATIVO DE SÃO PAULO, governado por seu candidato a presidência da República em 2010, JOSÉ SERRA? Quanto rola em grana para ATACAR O GOVERNO LULA?
Postado por DANIEL PEARL
0 comentários
Links para esta postagem Enviar esta entrada por mail

PSDB - UM LAMAÇAL DE HIPOCRISIA


Copiado do Blog DESABAFO BRASIL, do amigo Daniel Pearl, que está em Minhas Notícias.

Visitem este Blog.
Saraiva


Convocamos a revista Veja, Época, IstoÉ, Rede Globo, SBT, RedeTV, Globo News, Estadão, Folha de São Paulo a revelar para a Sociedade Brasileira as MARACUTAIS envolvendo a ALSTOM e o Governador de São Paulo, JOSÉ SERRA. Quanto GRANA vem sendo desviado dos cofres do Estado de São Paulo para campanha antecipada de JOSÉ SERRA? Se vocês dizem que são os PALADINOS da VERDADE, façam jornalismo imparcial(???).
Postado por DANIEL PEARL
0 comentários
Links para esta postagem Enviar esta entrada por mail

“Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo"


Copiado do Grupo Beatrice, que está em Minhas Notícias e em Meus Favoritos.

Visitem este Blog.
Saraiva

“Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo"
Produtividade no setor público supera a do setor privado
O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006. “Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, diz o presidente do instituto, Marcio Pochmann (foto). “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”, acrescenta.
Redação - Carta Maior
A administração pública é mais produtiva do que o setor privado. Essa foi uma das conclusões a que chegou o estudo Produtividade na Administração Pública Brasileira: Trajetória Recente, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006.“Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ao divulgar o estudo. “No último ano do estudo [2006], por exemplo, a administração pública teve uma produtividade 46,6% maior [do que a do setor privado]. O ano em que essa diferença foi menor foi 1997, quando a pública registrou produtividade 35,4% superior à da privada”.O estudo diz que entre 1995 e 2006 a produtividade na administração pública cresceu 14,7%, enquanto no setor privado esse crescimento foi de 13,5%. “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”.Segundo o Ipea, a administração pública é responsável por 11,6% do total de ocupados no Brasil. No entanto, representa 15,5% do valor agregado da produção nacional. “A produção na administração pública aumentou 43,3% entre 1995 e 2006, crescimento que ficou mais evidente a partir de 2004. No mesmo período, os empregos públicos aumentaram apenas 25%. Isso mostra que a produtividade aumentou mais do que a ocupação”, argumentou o presidente do Ipea. "Esse estudo representa a configuração de uma quebra de paradigma, porque acabou desconstruindo o mito de que o setor público é ineficiente”, defendeu Pochmann.Entre os motivos que justificariam o aumento da eficiência produtiva da administração pública, Pochmann destacou as recentes inovações, principalmente ligadas às áreas tecnológicas que envolvem Informática; os processos mais eficientes de licitação; e a certificação digital, bem como a renovação do serviço público, por meio de concursos.O presidente do Ipea lembrou ainda que as administrações estaduais que adotaram medidas de choque de gestão, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, não constam entre aquelas com melhor desempenho na produtividade. "Ou tiveram ganho muito baixo, ou ficaram abaixo da média de 1995 a 2006", afirmou, ressalvando que essa comparação não era objetivo do estudo, mas foi uma das conclusões observadas.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16123&boletim_id=585&componente_id=9884
///
Postado por RIZOMA BEATRICE às 2:44 AM

Empresa americana vai assessorar tucanos na CPI da Petrobrás. Como é que é?


Copiado do Blog Brasil, mostra a tua cara, da Glória Leite, que está em Minhas Notícias.

Visitem este Blog.
Saraiva

Empresa americana vai assessorar tucanos na CPI da Petrobrás. Como é que é?
Dias e Guerra: estão a serviço dos americanos?
O Conversa Afiada recebeu o e-mail abaixo de uma fonte ligada à indústria do petróleo:“O Senador Alvaro Dias declarou que o partido está em negociação com uma empresa de Houston, nos Estados Unidos, para auxiliar seu trabalho na CPI da Petrobras. E diz mais “Foi a única empresa até agora que topou nos ajudar porque não é daqui e deve trabalhar para as concorrentes da Petrobrás. Na próxima semana devemos ter muito mais munição”.As motivações do PSDB aos poucos vão ficando claras. Para atacar um patrimônio nacional busca apoio em uma concorrente nos Estados Unidos, país que tem enorme interesse no enfraquecimento da Petrobras, já que pretende que suas empresas de petróleo ganhem importante fatia do pré-sal. Para isso contam com um senador tucano, que se dispõe a fazer o jogo do capital internacional contra a empresa brasileira.Depois de tentar mudar o nome da empresa para PETROBRAX, agora os tucanos se dispõem a prestar relevantes serviços aos concorrentes de nossa maior empresa. Mas, sobre isso, a imprensa não fala uma linha.Álvaro Dias deverá se encontrar com representantes de uma empresa de Houston na próxima semana para fechar contrato de investigação sobre a Petrobras. Dias deixou subentendido que a investigação que ficará a cargo da tal empresa pode ultrapassar a análise dos documentos enviados à CPI. O senador falou sobre essa questão com jornalistas do Globo, Estadão e Folha. Mas não deu detalhes.Outro senador que estaria envolvido nos contatos com a empresa é Sérgio Guerra, mas ele se nega a falar sobre o assunto.”O Conversa Afiada, na segunda-feira, perguntará ao senadores Álvaro Dias e Sérgio Guerra os termos da colaboração dos tucanos com a empresa americana para desestabilizar a Petrobrás e meter a mão no pré-sal.
O Conversa Afiada convida os amigos navegantes a fazer o mesmo.O e-mail de Álvaro Dias é: alvarodias@senador.gov.brE o telefone de seu gabinete é: (61) 3303-4059/4060O e-mail de Sérgio Guerra é: sergio.guerra@senador.gov.brE o telefone de seu gabinte é:(61) 3303-2382/2383O
Conversa Afiada pedirá ao presidente da CPI, senador João Pedro (PT-AM), que interpele os dois tucanos sobre esse ato que, se verdadeiro, seria uma forma de traição.
Postado por Glória Leite às 09:03 0 comentários

ONTEM FOI NEGADO,PELO JN,AOS TELESPECTADORES QUE ASSISTEM A TV ABERTA A FALA DE LULA NA UNASUL.RETIRARAM O QUE PODERIA MOSTRAR A FORÇA DO BRASIL


Copiado do Blog APOSENTADO INVOCADO, que está em Minhas Notícias.

Visitem este Blog.
Saraiva

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Governo injeta até R$ 100 bi na Petrobrás


Copiado do Blog do FAVRE, do Luis Favre, que está em Minhas Notícias.

Visitem este Blog.
Saraiva

Governo injeta até R$ 100 bi na Petrobrás
Aumento do capital será feito por oferta pública de títulos
Adriana Fernandes, BRASÍLIA - O Estado SP
O governo pretende capitalizar a Petrobrás com uma oferta pública de aumento da capital da estatal de até R$ 100 bilhões. O pagamento da parte da União será feito em títulos públicos. O aumento de capital tem como finalidade garantir recursos à estatal para adquirir as áreas de exploração do pré-sal que serão leiloadas, segundo apurou a Agência Estado. A decisão de capitalização já está tomada e a Casa Civil apenas fecha os detalhes da medida provisória (MP) que vai autorizar o governo a fazer a emissão dos títulos.
No modelo desenhado pelo governo, que será anunciado na próxima segunda-feira, a expectativa é de que os minoritários acompanhem a União, acionista majoritário, e participem do aumento de capital. Nesse caso, o governo não precisará fazer a emissão total em títulos. A ideia é que a MP seja enviada o mais rápido possível após o lançamento do modelo. Mas ainda não há prazo.
A União fará uma emissão direta de títulos, num modelo semelhante ao usado no caso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A diferença é que para o BNDES o governo optou em fazer um empréstimo de R$ 100 bilhões, que será pago no futuro pelo banco.
A capitalização visa a fortalecer a posição da União na estatal nesse ambiente de exploração da camada da pré-sal. Sem esse aporte, a avaliação é de que a empresa não teria condições de participar dos leilões e depois ainda fazer os investimentos para a exploração do petróleo.
A União detém 55% das ações ordinárias da companhia e 32% do capital total. Pela Lei das S.As., a União não pode capitalizar a empresa sem fazer oferta de novas ações também aos minoritários. Se os acionistas minoritários não participarem da oferta. Por outro lado, nessa hipótese, a União ganharia mais peso na estatal.
“Quem é o acionista minoritário que não vai querer participar desse aumento de capital?”, disse uma fonte do governo que participa do grupo de trabalho que elabora o modelo de exploração do pré-sal. Em troca de mais ações, o governo vai dar à Petrobrás os títulos. Para o restante dos acionistas, se não quiserem ver sua participação diluída, a opção será o pagamento em dinheiro.
No mercado, porém, a proposta foi recebida com ressalvas. As ações da estatal fecharam o pregão da Bovespa em queda de 1,43%, mesmo em dia de alta no preço do petróleo. Após o pregão, caíram mais superando os 2%. “Sempre que se oferece quantidade grande de ações , o valor de escassez do papel diminui”, explica o analista do UBS, Gustavo Gatass.
“Nunca antes na história do Universo se viu um volume tão grande no mercado de uma só vez”, comentou Eduardo Roche, chefe de Análise da Modal Asset. Embora concordem com a necessidade de garantir maiores recursos de investimentos da estatal, especialistas questionam se o governo estaria disposto a assumir o risco de ampliação do capital estrangeiro na empresa, que hoje já é superior aos 32% em mãos do governo.
COLABOROU NICOLA PAMPLONAPostado por Luis FavreComentários Tags: , , , , , , , , Voltar para o início

30 anos da anistia política


Copiado do Blog Em cima da notícia, do Luís Carlos Gusmão, que está em Meus Favoritos.

Visitem este Blog.
Saraiva

30 anos da anistia política
O deputado André Quintão PT/MG abriu ontem (quinta-feira - 27), o Ciclo de Debates “30 anos de luta pela Anistia Política no Brasil”, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, lembrando a história de luta pela Lei da Anistia, promulgada a 28 de agosto de 1979.Durante a solenidade, o presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão Pires Júnior, disse que a anistia só estará completa com a revisão dos erros de interpretação, uma vez que também foram anistiados os torturadores. Segundo ele, a comissão defende a abertura dos documentos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e que o Estado brasileiro faça um pedido público de desculpas pela repressão na ditadura.André destacou a importância de se lembrar o passado para não repetir erros e construir uma Nação sobre pilares democráticos e de respeito aos direitos humanos. O Ciclo de debates, que a Assembléia realiza em parceria com o governo do Estado, Prefeitura de Belo Horizonte e movimentos sociais organizados. tem, nesta sexta-feira, dois grandes painéis sobre “A questão dos mortos e desaparecidos ontem e hoje – a permanência da tortura enquanto Instituição”e a “Justiça de Transição e Direito à Verdade, à História e à Memória: a punição dos Crimes de Tortura”.
Leia também:
- Chapa 2 pede anulação nas eleições do DEMC
- 145 casos suspeitos de Gripe Suína em Montes Claros- Tribunal de Contas suspende licitação da Prefeitura de Montes Claros- Juiz convoca Audiência Pública para debater indisciplina das agências bancárias de Montes Claros
- Após decisão do Supremo, Palocci faz planos para 2010
- Presidente do TJMG em Mirabela
- Três chapas ligadas à Articulação do PT disputam o PED em Minas
Postado por Luís Carlos Gusmão às 8/28/2009 0 comentários Links para esta postagem

Um assassinato político


Copiado do Blog RS URGENTE, que está em Meus Favoritos.

Visitem este Blog.
Saraiva

Um assassinato político
Aug 25th, 2009
by Marco Aurélio Weissheimer. 7 comments
Por Leandro Scalabrin (*)
No dia 21 de agosto de 2009, por volta das oito horas, um trabalhador rural sem terra foi assassinado com um tiro pelas costas disparado pela Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Sobre o episódio, os jornais Zero Hora e Correio do Povo falaram em “morte” do sem terra, em “erro” da Brigada e operação “desastrada”, o que demonstra que escreveram matérias publicitárias.
A força de nomear as coisas de outra forma pode modificar a maneira de vê-las. A palavra “morte” utilizada no lugar de “homicídio”, penetrou pelos sentidos de milhões de gaúchos que não tiveram tempo de refletir o que ela significa, mas aceitaram o que ela representa: morte é um evento “natural”, oposto a homicídio que é a morte causada por alguma coisa como a espingarda calibre 12 usada em São Gabriel. Eis como um homicídio passou para a história como morte, pois sabemos que não há nada mais antigo que o jornal de ontem. Os mesmos jornais passaram o homicídio de um PM como “degola” feita por um sem terra com um foice para a história, o que não ocorreu segundo os autos do processo, mostrando o grau de parcialidade da imprensa nestes casos.
Homicídio pode ser doloso (assassinato) ou culposo, por imperícia, imprudência ou negligência. Novamente o nome “erro” modifica a forma de ver as coisas (o assassinato). O homicídio do sem terra foi um assassinato político praticado, não pelo PM que puxou o gatilho, mas pelo governo estadual que criou e treinou um aparelho político de repressão social, e implantou várias medidas que levaram ao ato extremo. O que distingue culpa (erro) e dolo (assassinato) é a vontade de agir e de atingir um resultado, ou ainda, o fato de se assumir o risco de ocorrer determinado resultado (dolo eventual).
No dia 5 de janeiro de 2007, na primeira semana de seu mandato Yeda Rorato Crusius extinguiu o Gabinete da Reforma Agrária da Secretaria Estadual de Agricultura, dando as costas para duas mil famílias sem terra acampadas no estado. Sem dúvida foi um erro que as futuras gerações nos cobrarão, mas ela sabia muito bem o que estava fazendo.
Em 5 de outubro de 2007, o Estado Maior designado pela governadora para a Brigada Militar, expediu a Instrução Operacional n. 006-1 (IO-6), que define a política do governo para a Reforma Agrária: deve ser tratada como caso de polícia. Trata-se de outro erro, esse histórico, pois retomaram as táticas utilizadas na ditadura militar para coibir protestos, passeatas e manifestações públicas, violando a constituição estadual, criando um aparato repressivo dentro da estrutura legal da Brigada e determinando o uso de violência contra cidadãos que exercitassem seu direito de manifestação. Militantes de movimentos, sindicatos e partidos políticos, passaram a ter suas atividades monitoradas pela PM2. A instrução especifica o modus operandi da polícia em despejos: isolamento das áreas ocupadas e proibição de acesso a deputados e entidades de direitos humanos, os mediadores por excelência que impediram mortes entre PMs e sem terras nos últimos dezoito anos.
Em abril de 2008, outro erro, aquele que custaria a vida de Elton Brum da Silva: a Brigada é a única polícia militar do país a não adotar as “Diretrizes Nacionais para Execução de Mandados Judiciais de Manutenção e Reintegração de Posse Coletiva” propostas pela Ouvidoria Agrária Federal. O então sub-comandante, Coronel Mendes, bem sabia o que fazia e teve o aval do governo do Estado. O jornalista Políbio Braba elogiou essa postura e criticou a ouvidoria que mandava a “polícia se amansar”. Segundo o Coronel, as diretrizes não poderiam ser acatadas porque primavam em “assegurar a garantia e o respeito às normas constitucionais dos invasores” em detrimento “de um outro direito inalienável em nossa nação que é o direito à propriedade”. Outra recomendação que avaliou como descabida “é o fato de uma das diretrizes estabelecer a necessidade de que ser façam presentes, em eventual operação de “desocupação”, entes políticos e organizações não governamentais, coisa que se sabe totalmente contra-indicada em face da possibilidade de ocorrer ingerência não autorizada e desafinada ao estrito cumprimento da ordem judicial”. Pois justamente essa presença “desafinada”, teria evitado o homicídio ocorrido na Fazenda Southal.
Em junho de 2008 a governadora comete o maior de todos seus erros: nomeia o Coronel Mendes, seu conselheiro até os dias de hoje, para comandar o aparelho de repressão política criado. Ela bem sabia o que fazia como mostram as gravações telefônicas do tráfico de influência em prol da nomeação do Coronel. A partir de sua nomeação, o Capitão Nascimento dos pampas passou a comandar pessoalmente a violência policial contra estudantes e professores - algemados em atos pacíficos-, bancários - agredidos nas portas de suas agências de trabalho -, metalúrgicos - impedidos de realizar manifestações. Uma professora de Erechim teve sua perna fraturada em frente ao Palácio Piratini. Colorados e Gremistas foram agredidos nos estádios de seus times. Novo jeito de governar. Sem terras, camponesas e atingidos por barragens sofrem torturas.
A freqüência e a gravidade da violência policial contra manifestantes levaram o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), órgão do Estado Brasileiro com a incumbência de analisar denúncias de violações de direitos humanos, a criar uma comissão especial que visitou o Estado em setembro de 2008, concluindo que a atuação da Brigada Militar não se tratavam de “ações isoladas”, “nem esporádicas” que, também levando em consideração “a existência de uma normativa especifica sobre a repressão a protestos”, recomendou a revogação da Nota de Instrução Operacional n. 006-1. O governo erra de novo, mas conscientemente. Não só negou-se a revogar a normativa como, em março de 2009, extinguiu na prática a ouvidoria de segurança pública do Estado, órgão que, com sua atuação, mesmo tendenciosa, havia colaborado para evitar uma morte até então.
Beira a má-fé afirmar que o “MST ganhou seu mártir” como afirmaram os meios de “comunicação social”, diante das ações deliberadas e conscientes de um governo que criou e treinou um aparelho repressivo contra manifestações populares e realizou tantas outras ações que contribuíram para dar causa ao homicídio do cidadão Elton Brum da Silva.
(*) Advogado do MST, de Passo Fundo
Posted in: Brigada Militar, Elton Brum da Silva, Yeda Crusius.

HISTÓRIA - Há 46 anos, Luther king disse:"I have a Dream".

Copiado do Blog DE UM SEM-MÍDIA, do amigo Carlos Augusto Dória, que está em Minhas Notícias.
Visitem este Blog.
Saraiva
HISTÓRIA - Há 46 anos, Luther king disse:"I have a Dream".
No dia 28 de agosto de 40 anos atrás, Martin Luther King pronunciou seu discurso mais famoso, "I Have a Dream". O discurso pronunciado em Washington por King estava previsto para ter uma duração de dez minutos, e ele se preparou diligentemente. Se vocês ouvirem o discurso até o momento em que King começa a falar sobre seu sonho de uma humanidade fraterna, se darão conta de que ele dura justamente quase dez minutos.A reportagem é de Enrico Beltramini, publicada no jornal Il Riformista, 25-08-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.O discurso, como todos os discursos de King, como todos os discursos da Black Church, recupera trechos dos sermões já recitados na igreja, nas funções dominicais. Os sermões são modelados como argila, são escritos, recitados e depois escritos, e depois recitados novamente, até que a retórica se funde com a inspiração, e a atmosfera une quem fala com quem escuta. Também é assim para o discurso preparado por King. É uma montagem de discursos já desenvolvidos.Mas, rumo ao fim do seu texto de dez minutos, a cantora gospel Mahalia Jackson, que estava próximo dele no palco, entre a multidão, gritou a King: "Tell them about the Dream, Martin". Conte-lhes sobre o sonho, Martin. Se vocês virem a gravação do discurso, se darão conta de que, em um certo ponto, King deixa de ler e começa a falar sem seguir o papel. Obviamente, não está improvisando. Está simplesmente recitando um trecho que compôs e que já recitou muitas vezes e que conhece de memória. E que interiorizou. Começa a falar assim do seu sonho. Até aquele momento, o discurso tinha tido uma entonação bíblica, política e social completa e intimamente conectada à realidade da América contemporânea. Daquele momento em diante, King articula a visão de uma humanidade em que reina o amor.Porém, King não tinha apenas uma visão da humanidade em mente, mas certamente também de uma América em que as diferenças raciais fossem finalmente superadas. Um lugar, como defende no seu discurso, onde as crianças negras pudessem brincar livremente com as crianças brancas. Havia um fundo de sua autobiografia nessa passagem. Ele havia dito em 1958 – em um livro em que havia contado a história do protesto de Montgomery, "Stride Toward Freedom: The Montgomery Story" – que, em um certo ponto, quando criança, o seu melhor amigo havia deixado de vê-lo. Desconcertado, foi pedir explicações para a mãe, que então havia lhe aberto os olhos para a condição de segregação e – palavras de King – lhe disse as palavras que praticamente todo negro ouve serem antes de entrar em contato com as injustiças que tornavam necessárias essas mesmas palavras: tu és muito corajoso como qualquer outra pessoa.Poucos meses antes do discurso de Washington, King havia contado outro fato, que mais uma vez mostrava a tendência insensata dos adultos para estender às crianças as suas cruéis perversões raciais. Ele tinha contado sobre como os seus filhos não puderam beber da mesma fonte do mesmo parque em que as crianças brancas brincavam, porque eram negras. Ele havia retomado o fato em um texto, "Letter from a Birmingham Jail", escrito no dorso das páginas de um jornal encontrado na cela. Escreve King: "De repente, você se dá conta de que a língua se contorce em você, e a palavra se torna confusa enquanto você procura explicar à sua filhinha de seis anos porque ela não pode ir ao Luna Park do qual recém viu a propaganda na televisão, e você vê que de seus olhos saem lágrimas quando lhe dizem que o Luna Park é proibido para crianças de cor, e você vê formarem-se, no céu azul de sua mente, as opressoras nuvens da inferioridade, e você vê que a sua personalidade começa a se desnaturalizar procurando uma inconsciente amargura e ressentimento com relação aos brancos, quando você tem que dar também uma resposta ao seu filho de cinco anos que lhe pergunta angustiado: 'Papai, por que os brancos tratam os negros tão mal assim?'".Nós sabemos que o texto preparado por King não continha a parte relativa ao Sonho, porque o próprio King se apressou em distribuir o texto do seu discurso antes da manifestação. E podemos reconhecer que o texto preparado era bom, mas não memorável. Depois, graças a Jackson, ou talvez também à resposta da multidão – "the audience response was wonderful that day", ele lembrará em seguida –, King deveu tudo a um trecho recitado de "I Have a Dream". Não era a primeira vez. Ele já havia recitado o trecho em Albany, Georgia e Rocky Mount, North Carolina, no ano anterior. E poucos meses antes em Detroit e Birmingham.Mas o efeito que teve em Washington foi incalculável. E por uma única e simplíssima razão: que King, naquele ponto, diante das câmeras de TV de uma nação inteira, deixou de ser um orador e voltou a ser o que sempre foi, um pastor. King está recitando o sermão. King está pregando. King está falando para a sua congregação, para a sua igreja, e a sua igreja é grande assim como a humanidade. E todos percebem essa mudança de registro. Ninguém pode escapar da sensação de se encontrar diante do homem de Deus, do profeta do Antigo Testamento, que admoesta, convida, comanda. Ele toca cordas profundas, arquétipos que são comuns a todos os cristãos. Ele afunda as mãos na narrativa das Escrituras e lhes dá novo vigor. Adormentadas na nossa consciência, as palavras voltam a brilhar, vivificadas. Fraternidade, Amor, Esperança. Palavras que recuperam gravidade, raios que se recortam rumo ao céu e inflamam os corações. Há 40 anos.Fonte:IHU
Postado por BLOG DE UM SEM-MÍDIA às 17:13 0 comentários
Marcadores:

Lula vai entrar na blogolândia na segunda-feira


Copiado do Blog DIÁRIO GAUCHE, que está em Meus Favoritos.

Visitem este Blog.
Saraiva

Lula vai entrar na blogolândia
Governo lança Blog do Planalto na segunda-feira
Além do lançamento do marco regulatório do pré-sal, o governo também programa para a próxima segunda-feira (31/8) a apresentação do Blog do Planalto, com o objetivo de aproximar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dos internautas. A informação é da Agência Brasil.O blog terá conteúdos multimídia, como textos, áudios, vídeos e infográficos sobre atos e decisões do governo federal. Uma equipe com cinco profissionais será responsável por atualizar as informações.O formato do blog foi apresentado pela Presidência da República, em junho passado, durante o 10º Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre (RS). Durante a elaboração da ferramenta, a Presidência abriu uma consulta para saber o que o público quer ler e ver no blog.
Redator: Cristóvão Feil - Data: 27.8.09 7 comentários Links para esta postagem