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domingo, 31 de março de 2013

Homenagem ao meu cumpadi Saraiva

Cumpadi, lembra-se destas imagens? Fotografei em sua homenagem.




domingo, 6 de janeiro de 2013

Blogueira racista perde a compostura e insiste no preconceito contra nordestinos

Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Nunca pensei em me divertir tanto num domingão, em plenas férias, depois de viagens a Maragogi-AL e Bonito-PE - maravilhosos redutos nordestinos, como outros maravilhosos redutos existem Brasil afora. O motivo? Dona Graziela

Dona Graziela é uma destrambelhada que, ao defender [?] uma proposta política, passa a não dizer coisa com coisa. Mas isso se releva. O problema é que, no afã de se posicionar politicamente, faz uso de muito preconceito contra os nordestinos e pouca capacidade de argumentação. 

Como essa capacidade nela não foi aflorada ou trabalhada, a dita-cuja passa a esculhambar, a usar palavras de baixo calão e a atacar as pessoas, quando deveria, num sistema democrático, partir para o debate argumentativo e fazer a defesa de seus pontos de vista [direito inalienável de qualquer cidadão que se comporta como tal]. 

Leia mais artigo completo aqui.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Ex-ministro de FHC pertenceu ao Comando de Caça aos Comunistas, diz jornalista

Em depoimento, ex-presos políticos falam do CCC 

Jornalista Marcelo Mário Melo diz que Gustavo Krause, Ettore Labanca e João Arraes integraram a organização


A Comissão Estadual da Verdade recebeu, na tarde desta quinta-feira, depoimento de ex-militantes de esquerda, presos durante o regime militar. Depuseram o ex-militante do PCB Pedro Bezerra e os membros do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) Marcelo Mário Melo e Francisco de Assis. Além dos depoimentos com informações sobre agentes da ditadura e companheiros de luta armada, o jornalista e escritor Marcelo Mário Melo trouxe à mesa a discussão sobre o grupo de extrema-direita Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e citou nominalmente, ainda que sem acusar diretamente, três figuras ainda ativas no cenário político pernambucano como possíveis membros do grupo: o ex-governador Gustavo Krause (DEM), o prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca (PSB), e o vereador do Recife João Arraes (PSB).

Leia mais no Terra Brasilis

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Colunista da Veja "se retrata" após divulgar foto falsa de LULA

Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Das três uma: o colunista da Veja, Ricardo Setti, é ingênuo, incompetente ou malicioso. 

Acaso ele não sabe da guerra que a mídia golpista tem travado para, irresponsavelmente, desconstruir a imagem de LULA e a vitoriosa gestão petista frente ao governo federal? 

Acaso ele não sabe o que a revista Veja tem feito com o seu jornalismo de esgoto e banditismo midiático, sendo o próprio Ricardo Setti um dos feitores da merda de jornalismo executado pelo Grupo Abril?

Leia sobre as desculpas do colunista e veja as imagens montada e original aqui.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Fofocagem seletiva: por que não se noticia o caso de um ex-presidente corno de uma amante?

Quantas meias verdades fazem uma mentira? De quantos pseudomoralistas se precisa para fazer uma canalhice? Vivemos o tempo em que a direita, através da “grande mídia”, eterniza as bravatas lacerdistas de meados do século XX.

Os índices sociais do país nunca foram tão bons. Mesmo na economia e o falso “PIBinho” que analistas de orelha de livro insistem em exclamar. O mundo vive uma crise econômica desde 2008. dos EUA passou para a Europa e no Brasil temos pleno emprego. O somatório de crescimento do governo Lula para cá passa dos 40%.

Criou-se o senso comum do crescimento infinito. Por isso algumas “mentes brilhantes” repetem a ladainha do baixo PIB. Argumento totalmente descontextualizado. E repito: mesmo nessa crise, que não é pequena, vivemos taxas de pleno emprego.

Outra expressão célebre é que isso aconteceria de qualquer jeito. Independente do governo Lula. Se não fosse o governo do ex-metalúrgico, seriamos hoje um grande estacionamento e a Amazônia uma farmácia de manipulação sob alguma franquia estadunidense.

Dilma segue os passos do desenvolvimento com inclusão social. Comprou o debate dos royalties do petróleo para a educação. 100 % deles, defende o governo e 50% do Fundo Social do Pré-sal.

O mundo quer nos imitar. Até 2002, o chamado “mundo civilizado” nos dava ordens e tirávamos os sapatos como sinal de nossa subserviência. Talvez nem Lacerda, se vivo, conseguiria ter a cara de pau da “grande imprensa” hoje.

De repente, se envergonharia de seu legado do “mar de lama”. Na verdade, não dele, mas foi Lacerda quem deu o formato usado hoje em dia.

“Mar de lama” sempre foi o recurso usado contra governos de caráter progressistas no Brasil.

Tanto o delegado responsável pela Operação Porto Seguro quanto a Promotora que acompanha o caso afirmaram não haver nada contra o ex-presidente Lula. Somente a “grande imprensa” insiste nisso, juntamente com mais um “herói” arrependido. O primeiro foi Roberto Jefferson, agora Cyonil do TCU. Ambos por não receberem o que esperavam.

Mas o centro da idiotice midiática é se Lula tem / tinha ou não um affair com Rosemary Nóvoa, ex-responsável pelo gabinete da Presidência da República em São Paulo e investigada por supostas fraudes em pareceres técnicos e jurídicos de agências reguladoras.

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Polêmica do 'Pica Pau': Record declara guerra à Globo

Record irá atacar diretor de Xuxa no “Domingo Espetacular”

Xuxa ao lado de Mário (Foto: Divulgação)
A Record não vai deixar barato a provocação feita pelo diretor do "TV Xuxa", Mário Meirelles, que xingou os telespectadores de "Pica Pau" de retardados [aqui]. A emissora do bispo irá fazer uma matéria especial intitulada de "A polêmica do Pica Pau" para o "Domingo Espetacular". As informações são da coluna "Na TV", do portal "iG", desta sexta-feira (30).

A reportagem irá ao ar neste domingo (2)... Leia mais aqui.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Merval prepara livro sobre "Mensalão"... Vem MERda por aí!


Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

[Atualizado em 30.11.2012]

Deu na coluna do Ancelmo Gois - aquele que fala por você e por todos os brasileiros quando faz referência aos atributos de beldades globais:


As "más línguas" andam ventilando por aí que o Merval não se sente totalmente realizado como membro Imortal da ABL. Ele quer, também, ser ministro do STF. A Globo já o avalizou... Daí para diante, com a covardia de certos figurões do PT, é só marcar a data da posse do "ilustre"... E o salseiro estará feito.

Em tempo: Podem ficar certos de que a mídia corporativa dará vazão à obra... Quanto ao livro A Privataria Tucana [do jornalista Amaury Ribeiro Jr.], essa mesma mídia se fez de morta ou fez ouvido de mercador, como dizia minha avó.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

[Mensalão] Renomado jurista afirma: "Houve transgressão de garantias básicas"



“Mensalão foi soluço na história do Supremo”

Quem diz é o jurista Celso Bandeira de Mello, responsável pela indicação de Carlos Ayres Britto ao STF; ele afirma que, nos próximos casos, a suprema corte não permitirá a mesma "flexibilização de provas"

O renomado jurista Celso Antônio Bandeira de Mello acredita que o julgamento do chamado 'mensalão' foi um "solução na história do Supremo Tribunal Federal". Segundo ele, que indicou ao tribunal o ministro Carlos Ayres Britto, quem diz considerar "um irmão", houve forte influência do que chamou de "opinião publicada", além de transgressão de garantias básicas. A Corte Suprema do País, acredita ele, não irá repetir nos próximos casos a "flexibilização de provas" cometida na Ação Penal 470.

Especialista em Direito Administrativo, Bandeira de Mello defende, numa entrevista concedida ao portal Última Instância, hospedado pelo Uol, que "o juiz devia ser proibido de dar entrevistas". Em seu ponto de vista, a postura de Joaquim Barbosa como relator do processo foi "muito agressiva", sem a "serenidade que se espera de um juiz". Ele também acha que o novo presidente do STF "tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas". Já o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, considera um "príncipe", digno de uma "educação e uma finura monumental".

Confira abaixo trechos da entrevista:

Com a fixação das penas, chegamos à reta final do julgamento da Ação Penal 470. Como o senhor enxerga o julgamento?

O mensalão, na minha visão, não era mensalão porque não era mensal. Isso foi a visão que a imprensa consagrou. Em segundo lugar, entendo que foram desrespeitados alguns princípios básicos do Direito, como a necessidade de prova para condenação, e não apenas a suspeita, a presunção de culpa. Além disso, foi violado o princípio do duplo grau de jurisdição.

Há um mês atrás, um juiz mineiro decidiu anular os efeitos da Reforma da Previdência. Ele citou textualmente o julgamento no STF para alegar que a compra de votos foi comprovada e que, portanto, a reforma seria inconstitucional. É possível anular atos do Legislativo com base na tese do mensalão?

Se é com base no mensalão, não. A Reforma da Previdência pode ser censurada por outros aspectos, mas não por causa do mensalão. Acho que a chance de anular atos legislativos aprovados durante o escândalo é zero. Isto, pois há um impedimento jurídico de que quando um colegiado decide, quem decidiu foi o colegiado como um todo e não os membros do colégio. É por isso que, se um indivíduo tem o mandato invalidado, porque ele foi ilegalmente investido, isso não afeta em nada [a validade dos atos].

Quanto ao processo de indicação dos novos ministros, qual é o melhor modelo?

Não há nada mais difícil do que imaginar um bom processo de escolha. No passado, já sugeri que a escolha fosse feita através de um processo de eleição entre todos os juízes do Brasil. Mas, nem mesmo isso, eu me atrevo a dizer que será o ideal. Porque isso é capaz de politizar tanto, criar tantos grupos de partidários, que o mérito do candidato pode também ficar em segundo plano.

O senhor considera exagerada a publicidade que alguns magistrados recebem ao exercer suas funções jurisdicionais?

Antigamente, se dizia que o "juiz só fala nos autos". Eu acho que o juiz devia ser proibido de dar entrevistas. E não só os ministros do Supremo — mas eles é que parecem que gostam.

Qual é a sua impressão da postura do relator Joaquim Barbosa ao longo do julgamento?

Eu não gostei. Achei uma postura muito agressiva. Nele não se lia a serenidade que se espera de um juiz. Inclusive, em relação aos colegas, ele tinha que ter uma atitude de maior urbanidade em relação aos colegas. E no caso do Lewandowski, ele é um príncipe. Um homem de uma educação e uma finura monumental. É quase que inacreditável que Barbosa tenha conseguido fazer um homem como Lewandowski perder a paciência.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Charge Online do Bessinha # 1249


O Odair José a que o Bessinha faz referência:




José Dirceu: O irresponsável envolvimento de meu nome em escândalos

No Terra Brasilis


Por várias vezes em anos recentes, a imprensa vinculou-me a escândalos que, depois de concluídas as investigações, denunciados os responsáveis e finalizados os inquéritos, comprovou-se que eu nada tinha a ver com tais episódios. Meu nome nem sequer figurou como testemunha nestes processos.

Foi assim pelo menos seis vezes: nos casos Celso Daniel; MSI-Corinthians; Eletronet; Operação Satiagraha; Carlos Alberto Bejani, ex-prefeito de Juiz de Fora (MG), do PTB; e Alberto Mourão, ex-prefeito de Praia Grande (SP), do PSDB.

Em alguns desses casos – como Bejani, Eletronet e Satiagraha –, meu nome foi parar no noticiário das TVs. Repito: encerradas as investigações, denunciados os responsáveis e finalizados os inquéritos, comprovou-se que eu nunca tive ligações com nada disso.

Agora, a história se repete

A partir de declarações de Cyonil Borges, ex-auditor do TCU sob investigação da Polícia Federal na Operação Porto Seguro, que apura denúncias relacionadas a Paulo Vieira (ex-diretor da Agência Nacional de Águas-ANA), de novo sou envolvido. Gratuitamente. Irresponsavelmente, como das outras vezes. As investigações ainda estão em curso e meu nome já é escandalosamente noticiado como relacionado ao caso.

Não custa recordar que Francisco Daniel, irmão do ex-prefeito assassinado de Santo André, Celso Daniel, fez o mesmo: acusou-me de beneficiário de esquema de corrupção que teria havido em Santo André. Quando o processei por calúnia, ele afirmou em juízo que ouvira de terceiros que eu era o destinatário de recursos financeiros ilegais para campanhas eleitorais do PT.

Francisco Daniel retratou-se, de forma cabal e indiscutível na Justiça. Mas isso praticamente não foi noticiado pela imprensa. E continua sem ser noticiado quando a mídia com frequência volta ao caso Celso Daniel. Ela repete a acusação que me foi feita por Francisco, sem registrar – ou fazendo-o sem o menor destaque – que ele se retratou.

Assim foi em todos os demais casos que lembrei. Envolvem meu nome no noticiário com o maior estardalhaço, mas encerrados a "temporada" e o sucesso midiático do escândalo, silenciam quanto ao fato de nada ter se provado contra mim – pelo contrário, as investigações terem concluído que eu não tive o menor envolvimento com o caso em pauta.

Fotos antigas de personalidades na praia [Parte 1]












Veja também a Parte 2, clicando aqui.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Charge Online do Bessinha # 1247


Jurista afirma que cassação de mandatos pelo STF é inconstitucional



Jurista Dalmo Dallari explicou que a última palavra é do Parlamento

A fase de fixação de penas dos réus condenados durante o julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), está levando a uma discussão polêmica nos corredores da Câmara Federal sobre o futuro do mandato dos deputados considerados culpados.

A polêmica surgiu porque em julho, ao protocolar as alegações finais do processo no STF, o procurador-geral da república, Roberto Gurgel, disse que é “relevante a aplicação da pena de perda de cargo, função pública ou mandato eletivo” como um dos efeitos da decisão da Suprema Corte.

Para o jurista e professor da Universidade de São Paulo Dalmo Dallari, uma determinação do Supremo nesse sentido seria inconstitucional. “Se o Supremo fizesse isso, criaria um embaraço jurídico extremo”, avaliou. Dallari explicou à Agência Brasil que, nesse caso, o Supremo pode apenas comunicar ao Parlamento que entende que a condenação é caso de cassação de mandato. “A Constituição assegura que a última palavra é do Parlamento, qualquer decisão contrária a isso caberia recurso à Corte Interamericana de Direitos Humanos”, disse.

O Inciso VI do Artigo 55 da Constituição Federal, que fala da perda de mandato de deputado ou senador, disse que fica sem o mandado o parlamentar “que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado”. Porém, o Parágrafo 2º do mesmo artigo diz que “a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa”.

Três deputados federais, João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto ( PR-SP), foram condenados pelo STF, mas ainda aguardam a definição das penas. Na Câmara, a polêmica também envolve o ex-presidente do PT, José Genoíno (SP). Como suplente, o petista deve assumir em janeiro a vaga do deputado Carlinhos Almeida (PT-SP), que foi eleito prefeito de São José dos Campos. Genoíno já teve a pena fixada em sete anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha. Segundo a assessoria da Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados, até hoje a Casa não teve nenhum caso de perda de mandato por motivo de sentença transitada em julgado.

Depois que o Supremo concluir o julgamento e comunicar a decisão à Câmara, o processo que pode levar à cassação desses deputados deve ser longo. Primeiro, o presidente da Casa, deputado Marco Maia ( PT-RS), pode pedir que o corregedor se pronuncie sobre o assunto. A corregedoria, então, ouve a defesa dos deputados condenados e leva o caso para análise dos sete membros da Mesa Diretora da Câmara, que decidem se oferecem representação para perda de mandato à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Se na CCJ os deputados decidirem pela abertura de processo de cassação, a palavra final é do plenário. “Nada impede também que, depois de terminado o julgamento, qualquer partido político entre com pedido de cassação de mandato junto à Mesa Diretora”, explicou o chefe da assessoria jurídica da Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, Fábio Ramos.

Questionado sobre uma possível cassação dos colegas condenados, o presidente da Câmara, Marco Maia, já disse que não existe a possibilidade de o STF interferir nesse assunto. Maia tem dito também que quer esperar a conclusão do julgamento “até para ver se haverá equilíbrio entre as penas”, mas em todas as vezes que falou do assunto adiantou que vai cumprir integralmente a Constituição.

- A lei é muito clara, eles [os ministros do Supremo] mandam para cá e quem vai decidir se cassa ou não é o conjunto de deputados. O PT vai defender esses deputados aqui, não há dúvida em relação à defesa do mandato desses companheiros – garantiu o líder do PT na Câmara, deputado Jilmar Tatto (SP).

A incerteza sobre o futuro dos deputados condenados incomoda o PSOL. “Para nós, é um constrangimento muito grande ver deputados condenados exercendo o mandato”, disse o líder do partido na Câmara, deputado Ivan Valente (SP). Mesmo reconhecendo que não há disposição entre a maioria dos líderes partidários para votar a proposta de emenda constitucional que acaba com o voto secreto em casos de cassação de mandato, Valente diz que a prioridade do partido é acelerar essa discussão no plenário. “Sem o voto aberto, vamos continuar tendo casos desse tipo”, disse.

O líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL) disse à Agência Brasil que o partido ainda não conversou sobre a situação do deputado Pedro Henry. Ele destacou o fato de o colega não ter renunciado e ter sido eleito para mais dois mandatos depois das denúncias. “De qualquer forma, esse é um assunto que extrapola os partidos e cabe à Mesa Diretora da Casa, mas nem a pena foi definida pelo Supremo. Vamos esperar, acrescentou.

Via Correio do Brasil  Redação, com ABr - de Brasília

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

[Desejo de Golpe] Brigadeiro Frota: "há uma forte vontade para tirar este governo sem-vergonha que está aí”



A “direitona” está indócil no Brasil. Durante o governo do presidente Lula ela se movimentou de forma razoavelmente discreta. No governo Dilma, no entanto, ela tem se mexido com muita mais desenvoltura, e no ano passado até assinou um manifesto promovido pelo Clube da Aeronáutica contra  a Presidente. (leia aqui)

Confira agora a entrevista do ultradireitista, brigadeiro Ivan Frota, que sem meias palavras diz em entrevista ao Jornal Diário da Manhã de Goiânia  que “há uma forte vontade para tirar este governo sem-vergonha que está aí”.

Hélmiton Prateado

(do Jornal Diário da Manhã)

O tenente-brigadeiro Ivan Frota nasceu em Fortaleza e foi criado em Ipameri, interior de Goiás, desde os dois meses de idade. Saiu daqui para estudar no Rio de Janeiro e se tornou oficial general da Força Aérea Brasileira. De passagem por Goiânia ele concedeu entrevista ao Diário da Manhã e falou sobre temas políticos e relembrou fatos do período militar.

Ivan Frota foi o primeiro aviador brasileiro a acumular mais de 3.000 horas de vôo em jato de caça. Sua tese de estudos para ingresso no Estado Maior da Aeronáutica se tornou o Projeto Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia). Foi candidato a deputado federal pelo PSD do Rio de Janeiro em 1994. Obteve pouco mais de 251 mil votos para presidente da República em 1998 pelo PMN e saiu da política após perder novamente uma eleição para deputado federal em 2002 pelo PTB no Rio Grande do Norte.

Na reserva desde 1993 ele agora preside o Clube da Aeronáutica, equivalente para os aviadores ao Clube Militar – do Exército – e ao Clube Naval, da Marinha. Preside também a Academia Brasileira de Defesa, instituição que pretende ser para os civis o equivalente ao Ministério da Defesa. Um gabinete paralelo que discute temas ligados a assuntos oficiais de segurança nacional.

Para Ivan Frota a Comissão da Verdade é um “revanchismo inaceitável e pouco inteligente, um erro de quem está comandando politicamente este país”. O brigadeiro considera que o período militar (1964-1985) não foi uma ditadura “pois o País tinha presidentes eleitos e Congresso funcionando”. Para ele o Ato Institucional nº 5 (AI-5) não invalidou a legitimidade dos governos que se valeram dele. A morte do jornalista Vladmir Herzog não merece ser discutida e torturadores e assassinos como o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra devem ser perdoados e que não há prova de que ele tenha torturado e matado. “Quem tinha de ser julgado eram as Forças Armadas”.

Para o presidente do Clube da Aeronáutica os ataques promovidos por criminosos ligados ao PCC – Primeiro Comando da Capital - em São Paulo apresentam aspectos de estar a serviço de grupos políticos supostamente ligados ao PT ou a quem queira desestabilizar o governo de São Paulo que é do PSDB. Afirma que o ex-presidente Lula tem patrimônio de 2 bilhões de dólares, que a corrupção está campeando solta na política nacional e que “a Justiça é manipulada pelo governo, todo mundo nesse país se vende,”.

Diário da Manhã – Como o senhor avalia a Comissão da Verdade?

Ivan Frota – Acho um revanchismo inaceitável e pouco inteligente que o governo está cometendo um erro. O Brasil precisa pensar no futuro e colocar a verdadeira dimensão de um país de 200 milhões de habitantes e uma superfície de 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Não podemos nos prender a coisas ultrapassadas como esse revanchismo barato que diz respeito a acontecimentos do tempo dos governos militares. Na realidade estamos vendo que indivíduos de representação daquela época, subversivos, indivíduos que funcionavam contra o governo instalado, hoje estão aí sendo presos e punidos pelo mensal, como o José Dirceu. Isto é uma constatação para a sociedade do nível de qualidade moral que esses indivíduos tinham naquela época e que estão mostrando que o que eles queriam era só tomar conta do poder para se locupletarem com o dinheiro público.

Diário da Manhã – Mesmo a presença de representantes do Judiciário e outras instituições dá legitimidade à comissão?

Ivan Frota – Sei que há até ministro do STJ que compõe a comissão, como outros membros. Não quero dizer que um ou outro seja revanchista, mas a criação da comissão para investigar só um lado, não investigar o outro, acho que é perda de tempo e desgaste para uma nação como é o Brasil que isto esteja acontecendo agora. Só finalidade negativa. Acho uma perda de tempo e que deva ser colocada uma pá de cal sobre isto, coisa que já deveria ter sido feita há muito tempo. A própria Lei da Anistia já tinha dado. Estão querendo simular outra coisa que já não existe mais, não há a menor razão de ser.

Diário da Manhã – A Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou a Lei da Anistia e mandou que crimes de tortura e morte sejam julgados. Isto não igualmente não tem legitimidade?

Ivan Frota – A OEA é uma instituição comandada pelos Estados Unidos e que está se imiscuindo em assunto que não lhe diz respeito. Nós estamos sendo vítimas em nosso país de duas pressões contra a população brasileira. A primeira é esta pressão política do próprio governo que está instalado, que faz pressão contra o desenvolvimento do país. O atendimento às necessidades das forças armadas tem sido negado. As forças armadas brasileiras são as menos equipadas da América do Sul, porque ficam com medo de que equipando as forças armadas possa ser feita alguma revolução ou golpe, como foi em 1964. O que não está na cabeça dos militares nesse momento.

Diário da Manhã – Os militares não estão mais com cabeça para golpe?

Ivan Frota – Para novo golpe militar não. Mas há uma forte vontade para tirar esse governo sem vergonha que está aí, que está já há não sei quanto tempo tomando atitudes absurdas em relação a nosso país como essa comissão da verdade. O povo, de repente, vai se cansar de tudo isso e por mais que se compre a vontade popular, como está sendo feito nesses oito anos de governo do PT e mais esses dois anos da Dilma, foram todos dedicados a comprar a vontade do povo, com bolsa família e outras asneiras. Culminou com o mensalão que é comprar a vontade dos políticos também.

Diário da Manhã – Como se sente um oficial hoje em ter de bater continência e obedecer as ordens de uma mulher que foi terrorista e pegou em armas contra a ditadura militar?

Ivan Frota – Os militares são disciplinados e uma continência significa dar um bom dia, que qualquer pessoa o faz em sinal de respeito. São responsáveis e a disciplina está acima de tudo. Têm mantido esse nível e enquanto houver um governo constituído e apoiado em uma Constituição os militares vão manter sua obediência e respeito às autoridades constituídas.

Diário da Manhã – Como o senhor vê a postura do ex-presidente Lula?

Ivan Frota – O senhor Luiz Inácio Lula da Silva é um ser político. Apesar do baixo cultural ele é um indivíduo que tem um senso político excepcional e ele gosta de praticar essa política. Creio que ele saiu do governo para continuar a fazer política. Ele poderia até, com o apoio popular que tinha quando estava na presidência, ter postulado um terceiro mandato e até se perpetuar no governo. Ele não quis isto porque não é sua seara. Lula quando estava no governo nunca governou nada, o que ele fez foi delegar poder de mando para outros, como os ministros José Dirceu e Dilma Roussef. Ele fez política o tempo inteiro. Tudo o que ele assinou foi sem saber o que estava assinando. Ele adora fazer política e está fazendo. Conseguiu fazer o prefeito de São Paulo de uma forma inesperada com um rapaz sem qualidade nenhuma para a maior cidade do país.

Diário da Manhã – O ex-ministro Fernando Haddad, prefeito eleito de São Paulo, é doutor em filosofia pela USP. Para o senhor ele não tem qualidade nenhuma?

Ivan Frota – Eu não quero saber quem foi que deu diploma para ele. Eu avalio apenas seu desempenho político. Só teve fracasso nesse quesito e por isto foi escolhido. Não acredito que vá ter sucesso como prefeito. Seu comportamento político foi condenável em todos os aspectos, é muito fraco. Eu não sei o que o Lula está querendo com esse protegido seu. Até sei. Está querendo conquistar o maior segmento político do país, que o estado de São Paulo inteiro. Já conquistou a prefeitura agora quer o governo do estado. Essa movimentação se mostra com esses acontecimentos de crimes em série em São Paulo que estamos assistindo. A bandidagem não cresce de repente a não ser que estimulada por determinados objetivos e a política está por trás disso.

Diário da Manhã – O senhor está sugerindo que assassinatos, ataques a quartéis e presídios, além de incêndios em ônibus têm fundo político?

Ivan Frota – Essas ações de banditismo que estão ocorrendo em São Paulo só podem ser para desestabilizar o governo do estado de São Paulo. A quem interessa isto, senão os indivíduos que querem neutralizar a ação política do governador Geraldo Alckimin. Tenho certeza que há uma atividade política nisto aí e que se for comprovada será um escândalo maior que o mensalão. Agora não estão só roubando dinheiro, agora estão matando gente. É um negócio muito sério. De repente cresce em escala exponencial a atividade do banditismo e há alguma coisa por trás disso para desestabilizar o governo do estado. Não posso provar, mas a lógica nos leva essa conclusão. É só prestar atenção que verá isto. Só pode haver uma vontade política em desestabilizar esse governo.

Diário da Manhã - O senhor acredita em um retorno dos militares ao poder?

Ivan Frota – O que eu acho extremamente necessários é que consigamos eleger governos sérios, que queiram o desenvolvimento do país, que não permitam a balbúrdia e a roubalheira. Todos os presidentes militares terminaram sua vida sem riqueza e o presidente Lula tem uma fortuna de 2 bilhões de dólares, segundo a Revista Forbes. Como é que pode ser uma coisa dessas. O filho dele que era funcionário do jardim zoológico e está milionário. Ninguém consegue ganhar tanto dinheiro assim em tão pouco tempo. A corrupção está campeando solta nesses dois governos liderados pelo PT e o Lula é um exemplo disso. Enquanto isto ficam inventando coisas para julgar indivíduos que deram sua colaboração para evitar o comunismo triunfar no Brasil.

Diário da Manhã – Como o do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra?

Ivan Frota – É um exemplo. O Ustra está sendo um boi de piranha. Quem tinha que ser julgado eram as forças armadas, ele apenas cumpria ordens. Ele cumpriu seu dever porque ocupava um cargo.

Diário da Manhã – O Ministério Público Federal ofereceu denúncia e a Justiça acatou. Estão também de conluio com as esquerdas?

Ivan Frota – Que Justiça é esta? É uma Justiça comprada, manipulada pelo governo. Quem tem mais poder manipula. Nesse país todo mundo se vende.

Fonte: Câmara em Pauta


domingo, 25 de novembro de 2012

Dez jornalistas mais burros e reacionários do Brasil





É hora dos prêmios de 2012.

A divulgação sai mais cedo porque tudo pode acabar dia 12 de dezembro.

A lista dos mais burros e reacionários deu trabalho aos julgadores.

É muito difícil encontrar um jornalista de opinião política na grande mídia brasileira que não seja burro, reacionário ou as duas coisas.

Eu sou burro e reacionário.

Mas sou insignificante. A comissão julgadora não me classificou entre os mil primeiros em reacionarismo. Já em burrice eu poderia ter um lugar melhor.

Eis a lista dos grandes vencedores:

1 – Merval Pereira
2 – Reinaldo Azevedo
3 – Ricardo Noblat
4 – Eliane Cantanhede
5 – Arnaldo Jabor
6 – Lauro Jardim
7 – Boris Casoy
8 – Ferreira Gullar
9 – Ricardo Setti
10 – Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho, ao menos, parece honesto e leu alguns livros.

É incrível como Arnaldo Jabor vem perdendo terreno. Qualquer um consegue, hoje, ser mais burro e reacionário do que ele sobre qualquer assunto.

O Rio Grande do Sul está por baixo. Apesar de quase todos os seus colunistas serem reacionários, o Estado não consegue emplacar um só entre os dez primeiros. Sem dúvida, um despretígio para o nosso jornalismo. Nossos colunistas mais reacionários têm sido ultrapassados em conservadorismo até por figuras inexpressivas como Lauro Jardim, editor de notinhas, volta e meia mentirosas ou milimetricamente sacanas e ardilosas, da revista Veja.

O grande destaque é mesmo Merval Pereira cuja burrice garantiu-lhe um lugar na Academia Brasileira de Letras sem jamais ter um escrito um só livro.

Logicamente a revista Veja emplaca o maior número de destaque na categoria.

Ferreira Gullar é um caso de escola, um exemplo de como um grande poeta de esquerda pode se transformar num cronista idiota de direita.

Custei a perceber a qualidade de alguns nos quesitos em questão. Como não sou poste, mudei de posição sobre eles quando, enfim, entendi que eram figuras relevantes em se tratando de burrice e reacionarismo. Eu não poderia ser injusto com eles. Há outros, conhecidos, que tentam entrar na lista dos dez mais destacados, mas, apesar do esforço, ainda lhes falta profundidade.

Boris Casoy é o mais burro e reacionário da televisão.

Todos os citados aqui receberão, por mérito próprio, sem necessidade de cotas, dois prêmios em 2012: Medalha Lacerdinha e Troféu Jair Bolsonaro. Parabéns a todos pela brilho no obscurantismo e na estupidez.

Se alguma injustiça tiver sido cometida pela omissão de algum nome fundamental, a comissão julgadora está disposta a ampliar a lista de agraciados com os troféus mais cobiçados e bem pagos do Brasil.

Dilma: um peso para os malfeitos do governo; outro peso para os malfeitos da mídia [The Teacher põe o dedo na ferida]

No Terra Brasilis


O jornal eletrônico Brasil 247 (aqui) traz reportagem  em que registra a rapidez e a firmeza da Presidenta Dilma na hora de demitir ministros e servidores envolvidos em malfeitos. O último escândalo explorado pela mídia, na sua cruzada infatigável contra LULA, é de uma tal de Rosemary, em cujo caso não vou me demorar aqui porque a essas alturas até as pedras da rua já conhecem detalhes do caso. O que eu quero focar aqui é outra coisa. Os "malfeitos", que em alguns casos é um eufemismo para "crimes", devem ser punidos com rapidez e firmeza mesmo. Talvez, se Lula tivesse agido assim sempre não fosse alvo em potencial da imprensa corrupta todos os dias, embora eu acredite que ele tenha segurado a onda muitas vezes para garantir as condições para que Dilma fizesse o que está fazendo agora. Sim, mas isso é outra discussão. Voltando ao meu foco, a Presidenta está certíssima. 

Agora, a demissão da tal Rose já se tornou um megaescândalo. O baluarte na luta pela derrota política e pessoal de Lula, Reinaldo Azevedo, posta em seu blog que Rose era a "verdadeira mulher de Lula", dando conotação sexual ao caso e desrespeitando a ex-primeira dama Marisa Letícia [aqui]. Outra postagem diz que Lula pode ter caído no grampo da Polícia Federal [aqui]. Só para ficar nessas duas, porque, certamente, já devem ser milhares. 

O CASO DA DEMISSÃO DE UMA FUNCIONÁRIA QUE ESTAVA PRATICANDO TRÁFICO DE INFLUÊNCIA SE TRANSFORMARÁ EM ESCÂNDALO QUE DEIXARÁ O GOVERNO NAS CORDAS DURANTE SEMANAS E, MAIS UMA VEZ, DEVASSARÁ A VIDA DE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, ENQUANTO UM JORNALISTA PEGO EM GRAVAÇÕES LEGAIS NEGOCIANDO COM O MAIOR CONTRAVENTOR DO BRASIL E UM PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA PEGO EM FLAGRANTE ATO DE PREVARICAÇÃO PARA POUPAR BANDIDOS ESTÃO SENDO DEFENDIDOS PELA MÍDIA E USADOS, PARA, MAIS UMA VEZ, ATACAR O GOVERNO.

Chego aonde eu queria agora. Sabe por que tudo isso está acontecendo? Porque Dilma é corajosa, rápida e firme na hora de demitir ministros e funcionários, mas na hora de enfrentar uma imprensa que tem praticado, ao longo dos anos, malfeitos milhares de vezes - maiores e mais graves - ela é medrosa, lenta e titubeante. Esse seu discurso de que "prefere o ruído...." é para esconder a covardia que faz com que ela não demita este Paulo Bernado, incompetente e ligado ao cartel das comunicações, e ressuscite o projeto de Franklin Martins.  

DILMA É O PT E O PT É DILMA. O DEPUTADO ODAIR CUNHA DO PT ESTÁ LEVANDO "CASCUDO" DE TODO MUNDO [veja mais um aqui] POR TER INDICIADO POLICARPO E GURGEL E JÁ HÁ QUEM DIGA QUE ELE ESTARIA SENDO ABANDONADO PELA CÚPULA DO PT [aqui] E QUE POR ISSO MUDARIA O SEU RELATÓRIO.  

JÁ PERGUNTEI VARIAS VEZES E  PERGUNTO DE NOVO AGORA: DE QUE ADIANTA FICARMOS A LUTAR AQUI NA BLOGOSFERA, SEM RECURSO, SEM PODER, SEM AUDIÊNCIA (A MAIORIA DOS BLOGUEIROS SUJOS NÃO TÊM GRANDE VISIBILIDADE), APENAS COM A SUA IDEOLOGIA E UM PARTIDO INTEIRO, COM TODO O SEU PODER E POPULARIDADE,  E UM GOVERNO INTEIRO, COM TODO O SEU PODER CONSTITUCIONAL,  SE ACOVARDAR?

Essa luta é desigual. Só haveria igualdade se o Governo e o PT resolvessem se defender enfrentando a Imprensa Golpista. Se não for assim, daqui a um mês aparecerá, ou será inventada, uma nova Rose, um novo Orlando, uma nova Erenice, um novo domínio do fato e a nós só nos restará sentar no domingo de manhã para escrever lamentações. 

Por THE TEACHER.
Imagem da abertura copiada do Google images  aqui

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Jornalista do Jornal do Commercio tenta desconstruir a imagem de Lula com uma nota sofrível

Do Terra Brasilis

Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Fico me perguntando o que leva certos jornalistas a escreverem, maliciosamente, determinadas bobagens. Uns dirão que jornalistas estão, neste estágio em que se encontra a mídia nacional, obrigados a uma sujeição sem medida à linha editorial da empresa onde trabalham; outros afirmarão que muitos jornalistas escrevem olhando para o nariz de seu "partidarismo", de sua posição ideológica e nenhum compromisso com a informação fidedigna dos fatos. 

Aos que pertencem ao primeiro grupo pode-se dar um desconto, não sem antes alertar para um aspecto importante: a ética profissional é imperativa e impõe limites atitudinais, mesmo que as "inclinações editoriais" do veículo de comunicação a que esses jornalistas estejam vinculados os obriguem a, astuciosamente, deturpar a realidade. 

Aos dos segundo grupo não deve haver perdão, pois, defenda-se a vertente ideológica que defender, o profissional da informação tem o papel de informar e não o de deformar os fatos.

Um exemplo de jornalista que age de modo partidarizado e com viés malicioso está na edição de hoje, 22/11, do Repórter JC, do Jornal do Commercio. Leiam:


O que se pode ler acima? O jornalista se esquece de informar a premiação para fazer um contraponto nada abonador em relação ao ex-presidente Lula. Ora, Lula deve ser o ganhador de todos os prêmios para os quais seja indicado? Acaso não seria de louvar que um programa como o Todos pela Educação tenha saído vitorioso sem desvalorizar outros concorrentes? 

A tendenciosidade na nota fica mais clara quando não só Lula, mas também o Senai [Sistema educacional de grandes serviços prestados em prol da formação de capital humano para indústria] concorreram e obtiveram idênticos 19 pontos.

Ora, Lula e o Senai figuram como empatados, contudo a chamada na nota releva apenas o fato de Lula não ter conquistado a premiação. O título da nota é claro: "Programa venceu Lula". O Senai parece que não foi relevante para a chamada da nota.

Ademais, percebe-se a escalada na desconstrução da imagem vitoriosa de Lula, levada a cabo pela mídia corporativa, da qual o Sistema Jornal do Commercio de Comunicações faz parte.

Por último, fico refeltindo sobre o pensamento dos que defendem o argumento de que o jornalista está a serviço da linha editorial de tal ou qual veículo de comunicação e transfiro esse argumento para o profissional da educação. Será que o educador deve se prestar ao papel de discriminar alunos negros, homossexuais e pobres porque o regimento e a linha pedagógica de uma deteminada instituição educacional assim o exijam, ainda que de forma sutil? 

Seria o fim...

sábado, 17 de novembro de 2012

Colunista da Veja chama Ministro da Justiça de "Porquinho de Dilma"


Por DiAfonso [Editor-geral do Terra Brasilis]

Eis o que o Ministro de Justiça, José Eduardo Cardozo, aprontou com sua idiotice: deu munição para "colonistas" da imprensa golpista e do jornalismo de esgoto, como é o caso do Augusto Nunes [da Veja]. O "colonista" não deixa de ter razão em alguns dos pontos focalizados em seu artigo [leia aqui].

Ministro de Estado quando fala tem peso político e carrega consigo o discurso do governo a quem serve, conforme deixou bem claro a nossa companheira Lili [do Justiceira de Esquerda] em comentário a um artigo que publiquei recentemente.

Foi esta a razão subliminar contida no meu artigo. Chamei-o de "idiota" por parecer desconhecer que a situação do sistema carcerário brasileiro tem a ver com a pasta que comanda. Deveria fazer mais e não dizer o que disse: “Se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferiria morrer”. 

Está aí, por mais que não quiséssemos, uma resposta a altura... E vinda da oposição ferrenha, mesquinha e golpista a um governo eleito democraticamente e que conta com enorme aprovação. Infelizmente, há homens públicos que não sabem se portar no cargo para o qual foi indicado.

Augusto Nunes, na sua pequenez de jornalistazinho cujo papel subserviente é fazer plantão com seus artigos na porta dos gabinetes dos barões da mídia, mostrou que o ministro José Eduardo Cardoso deu um tiro no próprio pé e espirrou sangue no governo Dilma.

Mas há males que vêm para o bem. Agora, o "idiota" da Justiça se deu conta da bobagem que declarou e já propõe algo para minimizar o deplorável estado em que se encontra o sistema prisional brasileiro [aqui]

O que ele propõe é pouquíssimo, contudo já é um começo. A mudança deve ser mais radical e o Poder Executivo deve cobrar do Poder Judiciário sua parcela de culpa nesse estado de coisas... Ou será que o Executivo teme o Judiciário? São Poderes equivalentes numa república... Segundo me ensinaram.

Como se já não bastasse se indignar com a frouxidão do Governo diante da mídia golpista [Ley dos Médios já!], empurrado por uma oposição mesquinha e irresponsável para as cordas sem reagir, vem-me o ministro falar merda.