quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Honestidade

Será que houve mesmo um tempo onde existia honestidade? Ou éramos mais ingênuos?
Tenho conversado com centenas de pessoas e perguntado se poriam a mão no fogo por algum político, por algum advogado, por algum jornal, por algum supermercado, por algum remédio, por alguma religião, por algum banco, por algum pais?

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Você poria a mão no fogo por qual ou quais pessoas, produtos, empresas, partidos etc.? Você acredita na justiça? Na mídia?
Claro que ainda existem pessoas que acreditam, ou precisam acreditar, mas está cada vez mais longe de ser uma unanimidade até acreditar em Deus! Qual Deus, o católico, o protestante, o islâmico, os indianos, ou o Dólar?
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Muitas pessoas, a maioria, vive dentro de uma “garrafa” existencial, e assim, não enxergam nem o rótulo dessa garrafa, muito menos o mundo que está do lado de fora dela. Conectadas com outros "engarrafados", solitárias, indefesas e se auto iludindo.
Sinto no ar, no inconsciente coletivo, que existe uma grande sensação de insegurança, uma grande farsa, pela falta de bons e reais valores.

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Países fantasiados de bonzinhos, armados até os dentes, invadem outros, praticam chacinas imensas, e as grandes mídias do mundo se fazem de salame.

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Houve um tempo que eu acreditava no dono do armazém, da farmácia, da padaria, do açougue, do verdureiro. Houve um tempo que honestidade não era sinônimo de manezinho...
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  Do Blog Sr.Com

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