quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Águas de janeiro inundam catastrofistas




Temporais de hoje e previsão de chuvas pelos próximos sete dias sobre as bacias dos grandes reservatórios de usinas hidrelétricas no Sudeste e Centro-Oeste ajudam a recuperar baixas pela estiagem de dezembro; "Um temporal só não faz verão, mas que colabora para sair dessa situação para outra um pouco melhor, isso sim", disse ao 247 a meteorologista Josélia Pegorin, do Instituto Climatempo; governo otimista; apostas da mídia a favor do apagão fazem água
Brasil 247
As fortes chuvas que caem nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, nesta quinta-feira 10, desde as primeiras horas da manhã, atingiram o alvo desejado. Segundo o Instituto Climatempo, as águas de janeiro já estão atingindo as bacias dos grandes reservatórios das principais usinas hidrelétricas. "Um temporal só não faz verão, mas que essas chuvas estão nos ajudando a sair dessa situação atual (de estiagem) para outra um pouco melhor, isso estão", disse ao 247 a meteorologista Josélia Pegorin, uma das mais prestigiadas do País.
Nas previsões do Climatempo, a atual onda de chuvas deve perdurar pelos próximos sete dias. "O problema foi que em dezembro, que sempre é o primeiro ou o segundo mês do ano em volume de chuvas, elas simplesmente não aconteceram". Novos problemas com a falta de chuvas podem acontecer, agora, nos meses de fevereiro e março. "Essa é a nossa preocupação", acrescentou Josélia.
A estarem certos os prognósticos, perderam os que apostaram na estiagem como um fator imediato para um apagão energético. Apesar das negativas do governo quanto a esse risco, a partir da palavra da presidente Dilma Rousseff, colunistas da mídia tradicional como Merval Pereira e Miriam Leitão, do jornal O Globo, e Eliane Catanhêde, da Folha de S. Paulo, cravaram a iminência do apagão.
As chuvas de hoje só fizeram reforçar o otimismo do governo federal de não ocorrer desabastecimento de energia elétrica no país. A água que vem do céu é um alívio também para o Operador Nacional do Sistema (ONS), que acompanha, dia a dia, a subida do nível nos reservatórios.”
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