BERNARDO ITRI
A Folha apurou que a carta enviada pelo cartola não mudará a decisão do governo de não aceitá-lo mais como interlocutor da Fifa para a Copa-2014.
No Planalto, a explicação para o nome de Valcke continuar vetado é que
as desculpas chegaram, no mínimo, atrasadas. E que é muito difícil
explicar palavras tão fortes, como as que ele desferiu sexta.
Auxiliares da presidente Dilma Rousseff alegam que Valcke passou ainda mais do ponto quando, no sábado, chamou o revide do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, de "infantil".
Além desses motivos, faz o governo não recuar o fato de a revolta com o cartola da Fifa ter chegado ao Congresso Nacional.
Ontem, a troca de farpas entre o ministro e Valcke repercutiu na Câmara, que hoje vota a Lei da Copa.
Para o presidente da comissão que analisa a lei, Renan Filho (PMDB-AL), o dirigente foi "inconsequente e de linguajar chulo. Já para o presidente da Câmara, Marco Maia (PT- -RS), a declaração merece "um chute de volta".
DO PAINEL FC
O pedido de desculpas de Jérôme Valcke não comoveu o governo federal.
A Folha apurou que a carta enviada pelo cartola não mudará a decisão do governo de não aceitá-lo mais como interlocutor da Fifa para a Copa-2014.
Silvia Izquierdo - Associated Press |
Valcke escuta pergunta durante entrevista |
Auxiliares da presidente Dilma Rousseff alegam que Valcke passou ainda mais do ponto quando, no sábado, chamou o revide do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, de "infantil".
Além desses motivos, faz o governo não recuar o fato de a revolta com o cartola da Fifa ter chegado ao Congresso Nacional.
Ontem, a troca de farpas entre o ministro e Valcke repercutiu na Câmara, que hoje vota a Lei da Copa.
Para o presidente da comissão que analisa a lei, Renan Filho (PMDB-AL), o dirigente foi "inconsequente e de linguajar chulo. Já para o presidente da Câmara, Marco Maia (PT- -RS), a declaração merece "um chute de volta".
Colaboraram Filipe Coutinho e Maria Clara Cabral, da Sucursal de Brasília
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