terça-feira, 21 de agosto de 2012

A vida de Serra já esteve melhor. Ele está levando o PSDB à derrota. O sujeito atrapalha o próprio partido.

Datafolha aponta Russomanno com 31% ante 27% de José Serra 

DE SÃO PAULO
Pela primeira vez, Celso Russomanno (PRB) aparece numericamente à frente do tucano José Serra na disputa pela Prefeitura de São Paulo.
Pesquisa Datafolha realizada ontem mostra Russomanno com 31% das intenções de voto, 4 pontos a mais que Serra. Como a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos para cima ou para baixo, eles continuam tecnicamente empatados.
Em relação ao levantamento anterior, de 19 e 20 de julho, Russomanno cresceu 5 pontos. No mesmo período, Serra caiu 3.
Esta é a última pesquisa de intenção de voto para prefeito de São Paulo antes do início do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, que começa hoje.
Na disputa pela terceira colocação há quatro candidatos tecnicamente empatados. O petista Fernando Haddad tem 8% das intenções de voto; Gabriel Chalita (PMDB) tem 6%; Soninha Francine (PPS), 5%; e Paulinho da Força (PDT), 4%.
As intenções de voto em Russomanno crescem constantemente desde o fim do ano passado.
Na pesquisa realizada entre os dias 7 e 9 de dezembro, ele tinha 16%, dois pontos abaixo de Serra. Marcou 17% em janeiro, subiu para 19% em março, passou para 21% no meio de junho, 24% no fim daquele mês e 26% em julho.
ESPONTÂNEA
Celso Russomanno também aparece na liderança da pesquisa espontânea, aquela que indica a consolidação das intenções de votos nos candidatos.
Quando o eleitor é convidado a responder em quem pretende votar sem a apresentação de um cartão com os nomes dos candidatos, Russomanno atinge 15%. Nessa simulação, Serra alcança 13%.
Serra e Russomanno também lideram em taxa de conhecimento. O primeiro é conhecido por 98% dos eleitores. O segundo, por 94%.
O Datafolha também investigou a rejeição dos candidatos. Só 12% dizem que não votariam em Russomanno de jeito nenhum.
Já a rejeição a Serra continua ascendente. Em junho, ele liderava por esse critério com 32%. Em julho, seu índice de rejeição subiu para 37%. Na pesquisa de ontem, oscilou mais um ponto para cima e chegou a 38%.

Editoria de Arte/Folhapress

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