Durante esta semana, em função da falta de cooperação do MPF, chegou a se anunciar que os promotores suíços haviam decidido arquivar a investigação contra acusados de participarem do esquema de distribuição de propinas a políticos e funcionários públicos. Contudo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que o acordo de cooperação com o MP suíço para investigar o caso foi renovado e os pedidos de investigação feitos pelo órgão devem ser atendidos nos próximos dias.

A respeito da falta de cooperação do MPF brasileiro, De Grandis justificou que teria deixado de responder somente a um pedido feito em 2011, arquivado em uma “pasta errada”. O ofício mencionado pelo procurador pedia, entre outras diligências, que fosse interrogado e investigado o ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni, acusado de ter recebido US$ 836 mil em função do esquema.
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deu início a um procedimento preliminar para investigar a conduta de Rodrigo de Grandis. O caso não será conduzido pelo procurador, que está licenciado do cargo desde o mês passado até dezembro para concluir seu mestrado.
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